O Vamos Contar é o ponto de encontro do IBGE com os educadores. Este é um site pensado para oferecer informações atualizadas sobre o Brasil por meio de atividades e recursos para as aulas.

Educador,

Você já trabalhou os conteúdos produzidos pelo IBGE em sua sala de aula? Que tipo de atividades seus alunos desenvolveram? Esse é um espaço para você contar sobre essas experiências e conhecer o trabalho de outros professores.

Acesse o menu ao lado em "conte sua história" e preencha o formulário para nos contar como é que aconteceu a sua atividade. Se puder enviar imagens, será ótimo.

Esse blog é moderado e, após avaliação, seu texto será publicado.

Atlas Geográfico Escolar
E atenção: Os 100 primeiros professores que
tiverem suas colaborações publicadas no site
ganharão um kit com 10 Atlas Escolares.

Seja bem-vindo e conte para o Brasil sobre suas experiência com o conteúdo do IBGE!

Lembramos que as informações e textos aqui publicados são de responsabilidade de seus autores.

Texto enviado por Tiago Dalapicola

Instituto Federal do Espírito Santo - Santa Teresa- ES
(Ensino Médio)

Olá! Uma de minhas experiências mais significativas a partir do uso de dados disponibilizados pelo IBGE foi a construção de pirâmides etárias no software Libre Office Calc. Os alunos foram orientados a pesquisar na seção IBGE- Banco de dados - Cidades - Infográficos - nome do município - Informações completas - Censo demográfico 2010 - Sinopse - Dados sobre distribuição por gênero e idade. A partir disso, nossos alunos, que tem origens em diversos municípios tanto do estado do Espírito Santo, quanto de fora dele, e sob minha orientação, aprenderam a construir as pirâmides explorando as possibilidades dos municípios de onde são provenientes, e assim comparando com a pirâmide brasileira/e ou do estado, buscando o conhecimento para explicar as características apresentadas pelas pirâmides produzidas.

Veja alguns trabalhos produzidos pelos alunos:

 

Texto enviado por Sergio Zilberstein

EMEF Marcirio Goulart Loureiro- Porto Alegre- RS
(Ensino Fundamental 6º ao 9º ano)

Objetivo:
- compreender as verdadeiras origens territoriais e culturais do povo africano.
Conteúdos:
- neocolonialismo, diversidade étnica.

Tempo estimado: 8 períodos de 50 min.

Material utilizado:
-computadores com acesso à internet
- cartolinas
- colas coloridas
- Atlas para consulta e mapa político do continente africano.

Organização da Turma : grupos de 4 alunos.

ETAPAS: os alunos apresentaram trabalhos na Semana da Diversidade da escola. Para tal, desenvolvemos a seguinte atividade: cada grupo pesquisaria sobre uma tribo africana em vez de, como de hábito, fazê-lo sobre os quilombolas e a origem nacional da afro descendência. Com essa atividade, conheceriam estruturas tribais primitivas africanas, sua espacialização no continente africano e as coincidências (ou não) de suas áreas tribais com os limites territoriais definidos pelos colonizadores no Neocolonialismo (Conferência de Berlim - 1884/1885), bem como aspectos culturais pitorescos, vestimentas, moradias e outros. Assim, poderiam estudar a divisão do território africano pré-colonial e traçar um paralelo com o que ocorreu pós-colonização, compreendendo e opinando sobre as origens dos conflitos territoriais que subsistem no continente até hoje, seja pela união forçada das tribos, seja pela opressão europeia sobre o continente.

Avaliação:
como os membros dos grupos eram autores de suas pesquisas, textualização, composição de cartazes e compreensão das características dos povos que lhes competiam, fizeram apresentações presenciais aos colegas dos cartazes e das peculiaridades tribais durante a Semana da Diversidade. O trabalho em grupo (realização / pesquisa / correção / apresentação) mereceu pontuação e a atuação individual também.

Texto enviado por John Max Santos Sales

Faculdade de Balsas- Balsas- MA
(Ensino Superior)

Economia e Teledramaturgia: uma análise do cenário econômico, geográfico e político brasileiro através de novelas e minisséries.

John Max Santos Sales

Visando dar uma dinamicidade maior as aulas de Economia II do curso de Ciências Contábeis, o Prof.º John Max lançou um desafio aos alunos onde caberia a estes decifrar um panorama político, geográfico e econômico brasileiro a partir de novelas e minisséries. A disciplina tem por objetivo trazer à tona o entendimento deste panorama compreendendo o período do final do século XIX até os dias atuais.

"Como falar do ciclo de borracha sem relembrar das minisséries Amazônia e Mad Maria? Como falar do papel dos imigrantes na economia cafeeira sem recordar da novela Terra Nostra? Como comentar sobre os levantes sociais da década de 1920 e os efeitos da quebra da Bolsa de Nova York no Brasil sem comentar sobre a minissérie Um só coração? Ou mesmo como falar do Plano de Metas e estratégia da construção de Brasília sem ao menos mencionar a minissérie JK?", indaga o professor.

A metodologia adotada foi a seguinte: Em cada turma formaram-se 5 grupos onde cada um deles recebeu figuras referentes a novelas, minisséries, dentre outras imagens e dados que pudessem auxiliar no raciocínio. O desafio era que os grupos se organizassem e discutissem, a partir de auxílio de livros e anotações do caderno, uma ordem cronológica e coerente das figuras recebidas. Algumas imagens acompanhavam pequenos textos e dados que davam pistas de como enquadrar. Após a definição da ordem, cada grupo deveria explicar ao professor a relação entre as figuras das novelas e minisséries com o embasamento teórico acerca da política e economia da época. Depois da exposição de cada grupo ao professor, foi promovido um amplo debate onde cada grupo comentou a relação da teledramaturgia brasileira com a disciplina.

O que os alunos não sabiam é que o debate proporcionaria uma ampla revisão da economia brasileira do final do século XIX até o final da década de 1950, uma vez que cada grupo possuía épocas de análise distintas, mas que em conjunto formaria uma revisão enriquecedora da matéria dada.

Importante frisar que a base bibliográfica da atividade foi o livro "Economia Brasileira Contemporânea", dos autores Gremaud, Vasconcellos e Toneto Júnior. Nele consta dados significativos fornecidos pelo IBGE, que sem estes, os alunos não poderiam compreender, por exemplo, o panorama da produção doméstica, exportação e importação de produtos primários, taxas de crescimento do PIB e por setor (indústria, agricultura e serviços), dentre outros. "Os argumentos dos alunos seriam falhos caso não houvesse respaldo também na discussão a partir de dados", comenta o profº. John Max. Tendo em vista que se faz importante avaliar os impactos derivados das decisões ocorridas no âmbito econômico, cabe mencionar, neste sentido, o papel valioso do IBGE por disponibilizar dados para avaliação.

De acordo com o Prof.º John Max, a dinâmica teve uma boa receptividade por parte dos alunos e que alguns deles surpreenderam com o poder de argumentação frente às imagens concedidas, chegando a convencê-lo de uma ordem contrária a estabelecida. A dinâmica comprovou o aprendizado de boa parte dos graduandos frente à disciplina apresentada, estimulando também o senso crítico acerca de obras apresentadas na televisão brasileira.

Enviado em Abril de 2015

Texto enviado por Bruno Leardine

Santanna International School- Vinhedo- SP
(Ensino Fundamental 6º ao 9º ano)

Olá pessoal meu nome é Bruno Leardine, sou professor de Geografia no Colégio Santanna de Vinhedo, no interior do estado de São Paulo.

Sempre faço uso do site do IBGE, em especial gosto muito de utilizar o canal IBGETEEN que apresenta temas sempre interessantes e um layout atrativo aos estudantes.

Recentemente realizamos um trabalho sobre urbanização e industrialização do Brasil, tema que envolve muitos dados históricos e contemporâneos.

Gosto de tentar entender os arranjos sócio econômicos do Brasil atual com o grupo do 7º ano a partir das análises dos dados do IBGE e da comparação destes dados.

É neste momento que os canais MÃO NA RODA e ESPECIAIS ganham força total.

Gostaria também de compartilhar com todos vocês o passo a passo das atividades realizadas e os aplicativos que nos ajudaram a dar ainda mais força aos dados do IBGE.

Ordem dos acontecimentos:

1. Exercício sobre o que imaginam das raízes culturais da nação brasileira ( objetivo: Captar o imaginário coletivo da sala).
2. Coleta de dados científicos no canal ESPECIAIS do IBGETEEN com perguntas advindas do imaginário coletivo captado na atividade anterior ( objetivo: iniciar a construção de um discurso científico).
3. Avaliação daquilo que escreveu com os dados coletados e mais 3 textos diferentes escritos pelas (os) colegas. (Comparar os discursos científicos e perceber diferentes fontes bibliográficas e layouts de textos, além de valorizar a escrita dos colegas).
4. Atividades no laboratório:
Com o auxílio do canal MÃO NA RODA do IBGETEEN criamos nosso próprio infográfico, que continha as informações provenientes do imaginário dos (as) estudantes e os dados científicos levantados na atividade anterior.
5. Construção de mapa do povoamento do país ao longo da história. (Aplicação dos pensamento científico a partir da percepção dos dados levantados).

Os aplicativos utilizados em cada atividade são estes:
https://venngage.com/ ( Para realizar os infográficos)
https://realtimeboard.com/ ( Para realizar os infográficos)
http://www.google.com/docs/about/( Para as coletas de dados científicos)
http://www.google.com/forms/about/( Para montar formulários e compartilhar on line)
http://www.flubaroo.com/( Para corrigir formulários, ótimo para testes com questões objetivas pois envia a resposta em menos de trinta segundos com porcentagem de acertos e erros em cada questão e notas dos estudantes).
https://www.zaption.com/ ( Coloca questões em vídeos disponíveis no youtube)
https://www.edmodo.com/ ( Para montar uma sala on line onde os alunos possam entregar trabalhos realizados na internet)

É isso ai pessoal, foi um prazer compartilhar essa experiência com vocês.

Enviado em Abril de 2015

Texto enviado por Felipe Muniz Gadelha Sales

EEEP Pedro de Queiroz Lima- Beberipe- CE
(Ensino Médio Técnico)

Trabalho em uma escola profissional de Ensino Médio Integrado, onde sou Professor do Curso técnico em Agronegócio. Assim como outras áreas, nesta área é muito importante trabalharmos com as informações mais atualizadas existentes no Brasil, como: dados das lavouras, nº de estabelecimentos, área cultivada, dados por cultura e animais, etc. Com os dados do IBGE podemos mostrar estes dados de uma forma clara, além de incentivar aos alunos onde fazer uma pesquisa com dados oficiais, preparando para o mundo do trabalho e para o exercício da cidadania.

Segue abaixo uma descrição resumida das atividades que fazemos com os alunos:

Para mostrarmos a importância de uma atividade agropecuária apresentamos informações mais atualizadas sobre diversas cadeias produtivas dentro do Agronegócio, como por exemplo:

- aquisição familiar de hortaliças e sua distribuição por região geográfica;
- aquisição familiar de hortaliças e sua distribuição por classe e renda;
- despesa mensal com alimento e bebida pela família brasileira;
- área com pastagem; número de propriedades rurais;
- número de trabalhadores rurais;
- número de bovinos abatidos no ano;
- número de indústria;
- número de comércios varejistas de carne;
- número de domicílios;
etc

Os alunos muitas vezes ficam impressionados com os números, principalmente quando apresentamos dados do município onde os mesmos residem. Após a primeira impressão começam a dar mais importância a uma determinada atividade na sua região, muitas vezes, criando uma consciência de responsabilidade local para manter uma atividade ou até mesmo reverter uma determinada situação.

Enviado em Abril de 2015

Texto enviado por Sabrina da Luz Müller Castanho

EMEF Deputado Marcírio Goulart Loureiro - Porto Alegre- RS
(Ensino Fundamental 6º ao 9º ano)

Objetivos:
- Analisar a espacialização dos Blocos Econômicos no mundo.
- Relacionar o papel do Brasil com outros grandes blocos econômicos da atualidade.
- Localizar algumas multinacionais no mundo e destacar uma delas bem presente no Brasil.

Conteúdos:
- Blocos Econômicos da atualidade. Globalização (as multinacionais).

Tempo estimado: Quatro períodos de 50 minutos cada um.

Material utilizado:
- Mapas dos Blocos Econômicos impressos do Atlas Escolar do IBGE - 6º ao 9º ano (versão 2010).
- Mapa- múndi de parede (1,10m x 0,90m).
- Atlas Escolar do IBGE - 6º ao 9º ano (versão 2010).
-Placas de isopor pequenas.
-Cola líquida.
-Palitos com bandeirinhas.
-Acesso à internet via computadores (Sala de Informática da escola).
-Folhas e canetas.

Organização da Turma: No primeiro momento os alunos ficam individualizados. No segundo e terceiro momentos, sentam em grupos de 3 ou 4 componentes.

Metodologia:

Passei para os alunos um pequeno texto em folha fotocopiada sobre os blocos econômicos atuais. Conceitos de 'economia' e de 'bloco econômico' foram abordados no texto, bem como a necessidade desta nova ordem econômica em vista da globalização intensificada nas últimas décadas. Falamos brevemente sobre países desenvolvidos, emergentes e subdesenvolvidos (retomando conceitos). Após este primeiro momento os alunos se dispuseram em grupos de 3 ou 4 componentes e receberam cada grupo fotocópias coloridas de mapas- múndi com os blocos econômicos atuais (material do Atlas do IBGE). Com os mapas em mãos solicitei aos alunos que analisassem a distribuição espacial dos blocos pelo mundo e notassem os principais blocos onde países integrantes se repetem, ou seja, países que participam de mais de um bloco. Pedi que relatassem os possíveis motivos disso. Após isso, deviam refletir sobre qual ou quais blocos têm maior importância econômica (poder aquisitivo e poder político, consequente) e qual ou quais têm menor poder e influência política e econômica mundial.

Caso do Brasil – de quais blocos ele participa e qual a sua importância em cada um deles (especialmente o caso do Mercosul).

Claro que as minhas intervenções se deram durante toda a discussão e lançamento de dados no caderno. Passei para os alunos uma tabela de países onde relacionam-se principais produtos de importação e exportação do Brasil, para quais países e, ao mesmo tempo, os alunos buscavam estes países e seus blocos nos mapas. Eu os auxiliava com os mesmos mapas mais o planisfério de parede à vista de todos.

Relacionando tal assunto com a globalização (tema já abordado na turma), solicitei algumas empresas multinacionais presentes no Brasil.

Anotamos no quadro branco os nomes lembrados pelos alunos e cada grupo ficou com uma empresa para pesquisar na internet em quais países elas atuam (incluindo o Brasil). Feita tal breve pesquisa, solicitei que cada grupo trouxesse 'bandeirinhas' pequeninas com o nome e/ou símbolo da multinacional de casa. O número das 'bandeirinhas' devia ser igual ao número de países onde tal empresa tem filiais mais a matriz.

Em aula, distribuí um mapa - múndi político (do Atlas do IBGE) bem 'limpo' de informações (aquele só com os nomes dos países) para cada grupo. Eles colaram o mapa na placa de isopor e colaram as 'bandeirinhas' das multinacionais em palitos para cravá-los na placa de isopor (sobre os países com filiais e matriz). O país matriz deveria ter um palitinho mais comprido e as filiais, palitos mais curtos. As multinacionais pesquisadas e expostas foram "Burger King", "McDonalds", "Coca-Cola", "GM", "Petrobrás" e "Bunge". Por último, cada grupo fez breves relatos sobre suas pesquisas, o que aprenderam/entenderam sobre os temas abordados. Então, expuseram sua placa para a turma explicando a distribuição das empresas. Foi bem notado pelos alunos que a maioria esmagadora das multinacionais lembradas por eles tinha o mesmo país como matriz.

Avaliação:
Considerei a participação efetiva em cada etapa do trabalho e a atenção dispensada ao tema. As anotações de cada um dos grupos foram socializadas para a turma toda e as placas de isopor com os mapas- múndi foram explicadas por cada grupo e expostas na sala de aula.

Enviado em Abril de 2015

Texto enviado por Marina Tatiani Nascimento

EMEF Serafim Sanches - Catiguá - SP
(Educação Infantil)

Tema: O que é cidade?

Objetivo:
- Reconhecer aspectos do ambiente urbano.
- Observar, descrever e analisar elementos de paisagens urbanas e em pinturas, fotografias, desenhos e ilustrações.
- Compreender a estrutura e a organização de uma cidade

Conteúdos:
- Estrutura, característica e ambientes da cidade

Faixa etária: 10 anos

Tempo estimado: Sete aulas

Material utilizado:
- Texto de apoio ao professor e aos alunos
- Imagem do campo e da cidade, mapa de Alagoinhas
- Computador, dicionários, revistas e jornais

Metodologia:

Será feita uma sondagem sobre o que os alunos sabem sobre o assunto, e depois será apresentado aos alunos o tema da atividade

Neste momento os alunos junto com a professora irão ler um texto chamado “O que é uma cidade” em seguida será pedido aos alunos que procurem no dicionário o significado de “cidade.” Para finalizar os alunos receberão uma pergunta para responderem que servirá de trabalho. (E para você o que é uma cidade? Escreva aqui sua definição.)

Nesta aula será apresenta pela professora algumas figuras e fotos de cidades, em seguida os alunos também terão a oportunidade de identificar e recortar imagens de cidades, e, para finalizar, os alunos colarão no caderno a cidade que eles recortaram e o seu nome.

Nesta aula os alunos visitarão ao laboratório de informática e poderão fazer uma pesquisa para conhecer e ver fotos de outras cidades; é importante que a professora esteja todo tempo os orientado nesta atividade para que eles não fujam do foco. Logo após a visita os alunos escreverão em seu caderno o que se encontra em uma cidade e quais são suas características, em seguida eles discutirão junto com a professora o que eles escreveram.

Nesta aula será pedido aos alunos que contem para os colegas que outras cidades eles já tiveram a oportunidade de conhecer ou visitar, seja uma cidade grande ou pequena. É importante que eles procurem também mostrar diferenças entre esses espaços e os de sua frequência ou convivência habitual. Será aproveitada a oportunidade para saber mais dos alunos quais diferenças eles percebem entre as cidades e como seria a vida em cada uma delas.

Nesta aula os alunos poderão compreender mais a estrutura e a organização da cidade através de um mapa de Alagoinhas. Cada aluno terá uma cópia deste mapa para analisar junto com a professora. Neste mapa os alunos poderão analisar (Zona Urbana, Zona Rural, município, Bairro, Distrito); em seguida eles receberão uma cruzadinha para responder com os conceitos sobre as partes que formam um município.

Observação: Apresentei essa aula escola "EMEI Serafim Sanches" município de Catiguá São Paulo. Há pouco mudei para o Estado da Bahia.

Avaliação:
Para avaliar a aprendizagem dos alunos, será levado em conta a produção realizada ao longo da sequência didática. Levar em conta a evolução do aluno no que diz respeito à sua capacidade de expressão, escrita, compreensão do tema e da leitura e interpretação das imagens. Considerar também a participação de todos nos trabalhos individuais e coletivos e nas rodas de conversa.

Enviado em Abril de 2015

Texto enviado por Cleber Coelho Sant'anna

EE Ismael Iglesias- Caraguatatuba- SP
(Ensino Médio)

Olá!!
A Geografia permite vivenciar e compreender as mudanças e as transformações do espaço geográfico. Nossa cidade, Caraguatatuba, que sofreu uma grande catástrofe natural em 1967 e se reergueu, hoje é uma das melhores estruturas turísticas e urbanas no Brasil. Os alunos do Ensino Médio montaram com o professor de Geografia uma sala de exposição de fotos registrando a catástrofe, sua destruição e a resiliência do povo caraguatatubense, que hoje é morador de uma das cidades mais belas do Litoral brasileiro. As fotos foram expostas em "móbiles" numa sala ambiente, com imagens e dados atuais do IBGE, dados imprescindíveis como material de pesquisa.

Enviado em Abril de 2015

Texto enviado por Vilmara Sazzana da Silva

Colégio Estadual Maria A Nigoski - Castro - PR
(Ensino Fundamental - 6º ao 9º ano)

Nas aulas sobre a regionalização do Brasil, segundo o IBGE, demonstramos as fronteiras entre os Estados e as regiões, para isso desenhamos 2 mapas de mesma escala, um deles contendo as regiões naturais, pintando por região e criando uma legenda. Numa folha transparente, desenhamos apenas o contorno do Brasil no mapa das regiões geoeconômicas, que não é a regionalização oficial do Brasil. Sobrepomos os mapas e os alunos visualizam cada umas das regiões naturais e as regiões geoeconômicas. Assim, fica mais fácil entender os critérios de regionalização do IBGE, perceber cada uma das regiões naturais com seus respectivos Estados e diferenciar as formas de regionalização do território brasileiro. Aula de 7º ano!

Enviado em Abril de 2015

Texto enviado por Márcia Muniz França

Colégio Pueri Pax - São Paulo - SP
(Ensino Fundamental - 6º ao 9º ano)

Coleta de dados e elaboração de mapas - Regiões do Brasil

Iniciamos a atividade, com um bate papo, no qual eu tentei buscar o conhecimento prévio dos alunos em relação à localização e principais características de cada região brasileira. Após a conversa, fizemos algumas leituras e fomos até a sala de informática explorar as informações no site do IBGE. Os alunos ficaram maravilhados com tantas informações e principalmente com o fato de verem a população aumentando a cada minuto. Elaborei um questionário, no qual eles teriam que pesquisar as respostas no site. Após a coleta dos dados, elaboraram mapas de acordo com seus próprios conhecimentos, valorizando as principais características e localização de cada região. A atividade foi extremamente produtiva, pois pude perceber o senso de localização regional e a observação de cada um sobre as principais características regionais do Brasil.

Enviado em Abril de 2015

Texto enviado por Juliana Dummer

Escola Cônego Luiz Walter Hanket- Camaquã - RS
(Ensino Médio)

A atividade desenvolvida na aulas de Geografia teve como objetivo desenvolver a percepção de paisagem no município de Camaquã. Os alunos deveriam encontrar marcas da atuais atividades econômicas e de atividades econômicas no município. A atividade compreendeu uma pesquisa bibliográfica no site do IBGE nos dados socioeconômicos do município e, após esta pesquisa, realizam levantamentos fotográficos nas paisagem de Camaquã.

Enviado em Abril de 2015

Texto enviado por Fernanda R. dos S. da Silva

EMEIF Maria Andena Costa - Ferraz de Vasconcelos - SP
(Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano)

Relato da realização da atividade "Coleta de dados e elaboração de tabelas" em sala de aula

Iniciamos com uma roda de conversa explicando aos alunos como seria a atividade. Em seguida fizemos a tabela na lousa, pedindo que levantassem as mãos de acordo com o número de residentes em suas casas. Após os relatos dos alunos, transformamos os dados em tabela. Em seguida fizemos um gráfico como atividade individual com os alunos. Como atividade final, elaboramos um gráfico coletivo com as informações coletadas das salas participantes do projeto.

Atividade realizada pelas professoras: Inemilde Benício da Silva, Mirian Raquel Furtado Alves, Edna Martins de Andrade, Maria das Graças de Mello Santana, Fernanda Rodrigues dos Santos da Silva, Daniela Gloria Cavalheiro de Siqueira e Maria Darci de Oliveira Gomes.

1° ano A e B - Professoras Inemilde e Mirian

 

 

2° ano A e B - Professoras Edna e Graça

 

 

 

 

3° ano B, C e D - Fernanda, Daniela e Maria Darci

   

   

   

   

   

   

   

   

Atividade final - tabela e gráfico gerados com base nas informações coletadas de todas as salas participantes do projeto.

   

 

Enviado em Dezembro de 2014

Texto enviado por Telma Aleixo

EMEF Profª Maria Margarida Abreu Figueiredo - Ferraz de Vasconcelos - SP
(Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano)

Nós, professoras do 1º ao 3º ano da escola EMEF “Maria Margarida Abreu Figueiredo” da rede Municipal de Ferraz de Vasconcelos- SP, realizamos a atividade “Criando mapas de caça ao tesouro”.

Foi estabelecida uma competição entre os alunos dos anos referidos. No decorrer da atividade os alunos se mostraram interessados e entusiasmados quanto à atividade proposta. Ao término, o grupo que encontrou primeiro a caixa com o tesouro se titulou como o vencedor. A atividade objetivou o estímulo da curiosidade, a competitividade, lateralidade e ao mesmo tempo contou com a interação e socialização entre ambos.

Os participantes da atividade lúdica desenvolvida, os alunos, tiveram como prêmio o ganho de bombons.

Enviado em Dezembro de 2014

Texto enviado por Laura Maria Machado dos Santos

EMEF Luciano Poletti - Ferraz de Vasconcelos - SP
(Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano)

Atividade Leitura de dados

Em nossa sala de aulas, o terceiro ano D, na Emef Luciano Poletti em Ferraz De Vasconcelos, temos uma biblioteca volante, construída com livros que fazem parte do acervo do PNAIC.

Além de serem lidos durante as aulas, também fizemos um caderno de registros com os nomes dos títulos dos livros e, os alunos registram seus nomes neste caderno e levam o livro emprestado para ler em casa, devolvendo no dia seguinte ou após o final de semana anotando a data da devolução.

A ideia foi bem aceita pelo grupo, que cuida muito bem do material, e este mesmo grupo já havia me questionado se eu sabia dizer qual o livro mais lido de nosso acervo, a partir da formulação desta hipótese de interesse dos alunos utilizei este material para fazer a atividade sugerida no site do IBGE, “Leitura De Dados”.

   

O primeiro passo foi uma roda de conversa buscando os conhecimentos prévios do grupo, que é formado por 30 alunos, e no dia da atividade contava com 22 presentes, sobre formas de contar grandes quantidades de coisas diversas e registrar esses valores de forma simples, clara e objetiva para que outras pessoas possam entender também de forma objetiva os dados registrados. Destes 22 apenas duas crianças se utilizaram da hipótese gráfico ou tabela como sendo a melhor forma para descobrirmos e registrarmos dados variados.

Conversei com o grupo sobre o IBGE, explicando o significado da sigla e a importância deste nos dados relevantes sobre o aumento ou diminuição da população do nosso país, diversas perguntas foram elaboradas pelas crianças que logo questionaram: “mas professora eles contam todas as pessoas de todas as casas de uma em uma?” Sim, respondi. “Mas como?” Foi então que expliquei que é tudo fracionado por ruas e casas dos municípios, só depois estas pesquisas são agrupadas e detalhadas em gráficos e tabelas. Para que entendessem melhor mostrei um gráfico de barras de nosso livro paradidático de matemática sobre brinquedos da turma, quase todos conseguiram fazer a leitura dos dados rapidamente e entender melhor o assunto abordado.

   

O próximo passo foi questionar se aceitavam utilizarmos os livros de leitura da sala para construirmos nosso gráfico, já que tinham o interesse em saber qual o mais lido, todos concordaram, os livros foram dispostos numa mesa, mas a quantidade era muito grande então, decidimos que apenas cinco títulos seriam usados para fazermos a pesquisa.

Realizamos a votação fazendo as anotações na lousa e, a partir dos dados descobertos, pedi aos alunos que tentassem construir um gráfico de barras em folha de sulfite utilizando todas as informações que já tinham, incluindo o livro paradidático para nortear esta construção. Logo já haviam alunos que definiram que o gráfico deveria ter cinco colunas pois, eram cinco títulos, que teriam de usar cores diferente para identificar os votos de cada livro. Tiveram um pouco de dificuldade apenas para definir com qual número deveriam começar a reta numérica do gráfico, sugeri que utilizassem o menor número encontrado na tabela de votação para facilitar o trabalho, e assim foi feito.

Somente após a construção individual fizemos a construção da tabela e do gráfico em dimensões maiores em folhas de cartolina, onde todos os alunos participaram individualmente da construção, como seguem fotos abaixo.

A atividade foi gratificante, abordei com o grupo várias outras formas de uso de tabelas e gráficos, inclusive as que existem nas embalagens dos alimentos, medicamentos, produtos no geral e a importância de se aprender este conhecimento que será utilizado para a vida toda. Fiz a leitura do livro mais lido para o grupo.

Enviado em Dezembro de 2014

Texto enviado por Kátia Yuki Murakami

EMEIF Silvino Antunes de Souza - Ferraz de Vasconcelos - SP
(Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano)

Atividade Leitura de dados

A princípio foi apresentada a tabela com as informações determinadas pela atividade. Posteriormente foram dadas as questões da 2ª etapa, onde os alunos responderam sem dificuldades, vendo essa facilidade da resolução e de interpretação foi proposto um desafio, construção de um gráfico de acordo com a tabela.

   

Como os alunos estão habituados com trabalhos por meio de gráficos, não houve muitos questionamentos para a resolução da atividade, os alunos sugeriram a construção de gráfico de: brincadeiras preferidas, filmes, animais de estimação e lugares.

Os alunos reagiram de forma tranquila e sem dificuldades, ao final da atividade foi proposto um desafio onde os alunos construíram um gráfico de acordo com os dados apresentados. Sendo possível analisar a realização desta atividade de forma produtiva.

Professores:
- Conceição Moreira Fialho turma 1ºano B
- Kátia Yuki Murakami turma 2º ano A
- Patrícia Cardoso dos Santos turma 2º ano B
- Sandra Regina de Souza turma 1º ano A.

Enviado em Dezembro de 2014

Texto enviado por Ana Paula Silva Sanches

EMEIF Sylvia da Silveira de Martini - Ferraz de Vasconcelos - SP
(Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano)

Seguindo a proposta da atividade no primeiro momento realizei uma roda de conversa com os alunos para explicar como ela seria desenvolvida e se algum aluno já havia realizado caça ao tesouro na escola, a conversa foi bem produtiva, todos puderam se expressar e tirar suas dúvidas.

Após a roda de conversa apresentei a eles na sala de informática o site http://vamoscontar.ibge.gov.br/ levando eles a conhecer o que é um mapa.

   
   
 
 

Sendo assim iniciamos a primeira etapa, montamos uma caixa que seria o baú do tesouro, os grupos escolheram o que seria o tesouro do grupo e a professora colocou um brinde para cada equipe, foi então decidido pelo grupo onde seriam escondidos os tesouros.

Assim que as duas equipes fecharam e foram esconder o seu baú do tesouro, foi a hora de criar seus mapas. Foi muito colaborativo e as equipes conseguiram realizar seus mapas.

Passamos para a parte da apresentação dos mapas e caçada ao tesouro, todos estavam bem animados, sendo assim com os mapas em mãos, com as orientações dos mapas conseguiram achar o tesouro.

Os grupos, após acharem o tesouro, abriram seu baú e ganharam suas premiações.

A atividade foi bem produtiva, realizamos uma roda de conversa para levantar questões como:
- Qual equipe conseguiu achar primeiro o tesouro?
- O que facilitou para equipe encontrar primeiro o tesouro?
- O que se faz necessário colocar em um mapa?

Portanto nesta atividade todos conseguiram participar efetivamente chegando assim no objetivo proposto.

Enviado em Dezembro de 2014

Texto enviado por Solange Barros

EMEF Dr Joracy Cruz - Ferraz de Vasconcelos - SP
(Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano)

Objetivo:
- Identificar diferentes tipos de famílias, através da “Turma da Mônica”, que já é bem conhecida dos alunos;
- Relacionar os vários tipos de famílias apresentados com formatos familiares da atualidade;
- Compreender a família como primeiro espaço de convivência;
- Construir um livro relacionando os diferentes tipos de famílias com a família do aluno;

Conteúdo:
- Utilizar desenhos de diferentes tipos de família a partir do livro “A Turma da Mônica”;
- Fazer comparações de formatos familiares;
- Produção textual;

   
   
Desenvolvimento:
- Primeiramente converse com a turma sobre suas famílias. Quais são as pessoas que a compõem e compare entre si os tipos de família que aparecerão na turma;
- O professor deverá apresentar as famílias dos personagens da “Turma da Mônica” enfatizando seus diferentes tipos de família e algumas diferenças entre elas;
- Em seguida deverá iniciar as atividades que irão compor o livro da família;
- Ao final das atividades propostas e montagem dos livros, faremos um gráfico com a quantidade de pessoas que moram na casa dos alunos.

Avaliação
O professor deverá avaliar o aluno como um todo durante as atividades, por meio de participação e desenvolvimento pedagógico.

Enviado em Dezembro de 2014

Texto enviado por Marinelva Almeida Moreira

EMEF Luciano Poletti - Ferraz de Vasconcelos - SP
(Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano)

Objetivo: coletar dados e organizá-los em gráficos e tabelas. Ler e comparar informações de tabelas e gráficos de barras.
Conteúdo: gráficos e tabela
Tempo estimado: 2 aulas

Atividade realizada pelos alunos do 1º e 2º anos, envolvendo tabelas e gráficos sobre frutas.

   
   
 

No primeiro momento foi realizada uma pesquisa com os alunos sobre as sobremesas preferidas servidas durante a semana. Logo em seguida foi elaborada uma tabela juntamente com os alunos, onde cada aluno escolheu sua fruta preferida. Após contarem as frutas preferidas foi montado um gráfico o qual foi analisado com as seguintes questões:
- Quais foram as frutas apresentadas para a votação?
- Qual foi a fruta que mais teve o voto dos alunos?
- Qual foi a fruta que menos teve voto?

Avaliação
A avaliação foi realizada durante o desenvolvimento das atividades em função dos seguintes critérios:
- participação dos alunos na construção de tabelas e gráficos para registrar dados sobre as frutas.
- organização do pensamento, da fala e o envolvimento dos alunos durante a elaboração e leitura da tabela e gráfico.

Enviado em Dezembro de 2014

Texto enviado por Luana Mello Casarejos

Emef. Pref. Helmuth Hermann Hans Louis Baxmann - Ferraz de Vasconcelos - SP
(Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano)

No nosso cotidiano temos contato com variadas informações e faz se necessário organizá-las e é na escola que os alunos têm a oportunidade de aprender a observar e analisar esses instrumentos. Sabendo que o IBGE faz diversas e ricas pesquisas através de dados e optamos por trabalhar com o tratamento de informação com os alunos. Escolhemos para desenvolver a atividade: Coleta de dados e elaboração de tabelas - http://cod.ibge.gov.br/214FH.

Nesta atividade, optada por nós professores do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental I, da E. MEF. Prefeito Helmuth Hermann Hans Louis Baxmann, no município de Ferraz de Vasconcelos-SP, tínhamos como objetivo que os alunos conversassem sobre seus familiares, visualizassem a característica da turma e organizassem os dados em tabelas e gráficos.

Inicialmente falamos da importância de saber as característica de nossa população. Fizemos então um levantamento de dados na sala de aula sobre o número de pessoas que vivem na casa de cada aluno.

Em seguida, elaboramos a lista da turma com o nome de cada aluno e o número de pessoas que vivem em suas casas. A partir dessa lista, fizemos uma tabulação com os dados fornecidos pelos alunos quanto ao número de pessoas na família estabelecendo a seguintes quantidades: 2 pessoas,3 pessoas, 4 pessoas , 5 pessoas e mais de 5 pessoas.

Depois de realizada a tabulação, conversamos que esses dados poderiam ser transferidos para um gráfico, o qual poderíamos montá- lo. Levantamos ideias e hipóteses de como este gráfico poderia ser montado e ser de fácil entendimento para outras pessoas.

Em todo decorrer da atividade nos 1º, 2º e 3º anos, despertou o interesse e participação de todos os alunos. Ao trabalharmos com este eixo da Matemática, e os dados do IBGE, podemos relatar nossas experiências positivas, a nossa satisfação em desenvolvê-la junto aos nossos alunos e de como podemos acrescentá-la ainda mais à nossa prática.

Enviado em Dezembro de 2014

Texto enviado Rony Von Ribeiro de Souza

IFTO-GURUPI - Gurupi - TO
(Ensino Médio)

Sou professor do curso Técnico em Comercio faço trabalho com alunos de pesquisa dos utilizando os dados do censo do IBGE no site do IBGE, para isso os alunos realizam suas busca e identificam oportinidades de mercado na disciplina de Marketing, para a população residente de deteminada área geografica utilizando os indicadores disponibilizados no site. Na atividade, foram usados dados do site http://www.cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?lang=&codmun=170950&search=tocantins|gurupi . As principais informações utilizadas foram os dados de população e economia. A turma é de alunos de PROEJA, curso Técnico em Comercio, Disciplina de Marketing e Comunicação. Eu utilizei os gráficos como forma de interpretação de informação e propus aos alunos que pesquisassem as expectativas comerciais de novos negócios na cidade de acordo com a renda e a faixa etária da população.

Enviado em Outubro de 2014

Texto enviado por Gilson Werle

VIDEVEST Pré-vestibular - Videira - SC
(Ensino Médio)

Olá, Sou professor da frente de cartografia no Pré-Vestibular da cidade, sou apaixonado pelo assunto! Trabalho com todas as turmas as ferramentas do IBGE TEEN e IBGE 7 a 12. Incrível, essas ferramentas ajudam inclusive adolescentes a aprender Cartografia e orientação em mapas com facilidade, tudo simples, mas que no vestibular e no ENEM tem suma importância.

Sempre utilizo o link: você sabe O que é o Geodésia?

Mesmo para vestibulandos ele é fantástico! Permite uma assimilação rápida do assunto, que também é cobrado por determinadas bancas. A navegação em sala pelo “IBGE 7 a 12” desperta nos alunos a curiosidade de navegar na página da instituição. Como sabemos a gurizada gosta mesmo é da net, quando se consegue fazer eles navegar em páginas informativas nos pontos mais agradáveis do aprendizado é sensacional! Sempre que estamos relacionando um tema na aula de geografia, procuro mostrar algum mapa do Ibgeteen, o acesso é fácil e o aluno adora, acaba criando hábito de visualizar. Um grande abraço e parabéns pelo excelente trabalho!

Enviado em Outubro de 2014

Texto enviado por Emília Dulce

Escola Classe 411 norte - Brasília - DF
(Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano)

Atualmente leciono para o 1o ano, mas independente do ano, utilizo materiais e informações oferecidas pelo IBGE.

Quando vou ensinar noções de matemática, como contagem, comento sobre o CENSO, que acaba se relacionando com conteúdos do nosso estudo social, sobre historia e geografia. Utilizo mapas e curiosidades que encontro no site do IBGE.

Já utilizei a ferramenta do calendário, da pagina do IBGE infantil (http://www.7a12.ibge.gov.br/ ), que ilustra e comenta datas comemorativas. Achei muito interessante o espaço das brincadeiras!

Os alunos adoraram o jogo da memória da fauna que corre risco de extinção e se conscientizaram do problema, já que puderam encontrar algumas coisas na nossa visita ao zoológico.

Mais recentemente, tivemos na escola uma festa das regiões do Brasil. Nas aulas de informática, os próprios alunos utilizaram o site. E na nossa apresentação, optamos pela dança das fitas, lembrando o nordeste.

É muito importante que órgãos federais disponibilizem dados não somente para adultos que já trabalham com isso, mas facilitem o acesso para crianças e professores!

Enviado em Setembro de 2014

Texto enviado por Haroldo José da Silva Junior

Maria José Balzanelo Aguilera - Londrina - PR
(Ensino Fundamental - 6º ao 9º ano)

a) Objetivos: Discutir o processo de migração no Brasil por meio do uso das músicas “Asa Branca” e a “A volta da Asa Branca” de Luiz Gonzaga

b) Série recomendada: 7ª série/8º ano: a escolha dessa série foi feita a partir da análise das Diretrizes Curriculares da Educação Básica Geografia de 2008, que define o tema migração como conteúdo básico da série.

c) Tempo Estimado: 100 minutos

d) Material necessário: Atlas IBGE para a especialização dos locais citados, TV pen drive, ou um rádio, ou algo que reproduza a música. Duas folhas de papel A4 para cada aluno. Lápis de cor. Lápis preto grafite. Borracha

e) Organização da classe: individual, para que sejam valorizadas as representações individuais de cada aluno acerca da aprendizagem do conteúdo.

f) Etapas de desenvolvimento da oficina
Passo 1: O momento ideal para se trabalhar essa atividade é após o professor trabalhar os conceitos de migração, motivos que levam o indivíduo a migrar, processos migratórios brasileiros principalmente no caso da região Nordeste para o Centro-Sul do Brasil.
Passo 2: Distribuição de duas folhas A4s para os alunos, uma em branco e uma com a letra da música para os alunos acompanharem.
Passo 3: Ligar o rádio ou TV Pen Drive e reproduzir a música “Asa Branca” em alto e bom som de modo que todos os alunos da sala ouçam claramente a letra e a melodia da música.
Passo 4: Pedir para cada aluno pegar a folha A4 em branco que foi distribuída e com o lápis preto fazer um traço que divida a folha em duas partes.
Passo 5: Pedir ao aluno que faça um mapa mental¹ de um lado da folha A4 explicitando a partir dos conhecimentos obtidos em sala e da música reproduzida quais eram as características do sertão da região Nordeste do Brasil quando o individuo migrou. O professor deve pedir para o aluno colocar no mapa mental elementos como: as características da paisagem do local, alguns exemplos são: falta de chuva, rios secos, animais magros e plantações escassas devido à seca, entre outros elementos que o professor julgar necessário.
Passo 6: Pedir aos alunos que escrevam os possíveis fatores que fizeram com que o indivíduo citado na música migrasse do sertão nordestino para outra região.
Passo 7: Ligar o rádio ou TV Pen Drive e reproduzir a música “ A Volta da Asa Branca” em alto e bom som de modo que todos os alunos da sala ouçam claramente a letra e a melodia da música.
Passo 8: Pedir ao aluno que faça um mapa mental do outro lado da folha A4 de como acha que está o sertão da região Nordeste do Brasil atualmente, esse mapa mental pode ser reproduzido a partir dos conhecimentos do aluno e da letra da música.
Passo 8: Pedir aos alunos que escrevam os possíveis fatores de atração que fizeram com que o indivíduo citado na música retornasse para o sertão nordestino.
Passo 9: Pedir que cada aluno faça uma breve reflexão sobre diferentes momentos representados, com o intuito de identificar se os alunos compreenderam bem o conteúdo e se souberam relacionar os fatores de atração e repulsão com os diferentes momentos históricos (o momento em que o individuo migrou da região Nordeste para o Centro-Sul do Brasil e o movimento inverso representado na música).

g) Avaliação
Como método de análise o professor deve avaliar a qualidade e coerência dos desenhos feitos pelos alunos, analisar também se todas as etapas propostas foram cumpridas corretamente e qual foi o grau da relação que o aluno fez entre o conteúdo trabalhado anteriormente com as música trabalhadas.

Enviado em Setembro de 2014

Texto enviado por Maria Antonia de Lima Queiroz

Escola Estadual Monsenhor Mata - Natal - RN
(Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano)

Elaboramos um trabalho coletivo sobre as seleções de futebol dos países que irão jogar a Copa 2014 em Natal, com o intuito de aprimorar nosso conhecimento geográfico.

Fizemos cartazes para colorir com as cores das bandeiras dos seguintes países: México, Camarões, Japão, Itália, Grécia, Gana, Estados Unidos e Uruguai. Além disso, consultamos canal IBGE Países, no qual obtivemos dados geográficos como população, localização, capital, idioma, moeda e também o histórico nacional para a leitura e discussão entre os estudantes. A experiência foi bastante interessante, porque aproveitamos o evento esportivo como ensejo para discutir geografia internacional.

Enviado em Setembro de 2014

Texto enviado por José Leandro Rocha Cardoso

GEC Nilo Peçanha - Rio de Jnaiero - RJ
(Ensino Fundamental - 6º ao 9º ano)

A atividade foi desenvolvida a partir dos dados de censos do IBGE entre os anos 1950 e 2010. Os alunos do 7º ano construíram, em dupla, pirâmides etárias, analisando os dados do desenvolvimento do país nos últimos sessenta anos. Ao realizar essa atividade, os alunos aprendem a fazer a leitura desse tipo de gráfico e entendem sua relação com a formação da sociedade brasileira.

Enviado em Setembro de 2014

Texto enviado por Débora Zórnio

E. E. Pedro Brandão dos Reis - José Bonifácio - SP
(Ensino Médio)

Sou professora readaptada de Geografia e trabalho na sala de leitura da EE Pedro Brandão dos Reis de José Bonifácio- SP. O meu trabalho começou no início do ano letivo de 2013 quando dois alunos do 6º ano do Ensino Fundamental, com deficiência visual total, me procuraram na sala de leitura em busca de algum material para aprenderem sobre países e mapas. Não havia nada e conversando com eles fiz a pergunta que me impulsionou a desenvolver esse projeto: "Vocês acham que todos os países do mundo são do mesmo tamanho? " Eles pensaram e responderam sim, confusos. Naquele momento eu disse: vocês vão aprender sobre países comigo!

Conversei com a coordenadora pedagógica, a diretora, a mãe dos alunos (são irmãos) e todos aprovaram e incentivaram. E comecei a confeccionar meu trabalho com a cara e a coragem, sem experiência alguma, criei mapas táteis utilizando o tecido tule nas áreas continentais para criar uma textura diferente do restante do mapa, diferenciando assim os continentes e oceanos, usei barbante para as linhas imaginárias e contornei todos os países com cola dimensional de alto relevo. Os meninos frequentam a sala de leitura em período diverso e contam com a ajuda dos amigos e alunos voluntários.

Toda a confecção dos materiais de trabalho fazemos em conjunto, eu ditando as palavras e eles escrevendo em braille e colando no mapa . Como não sei braille, um aluno escreve e o outro confere para não colocarmos palavras erradas nos mapas e gráficos. Eu conto com uma grande aliada para desenvolver corretamente meu trabalho: a mãe dos meninos sabe braille e traduz para mim as avaliações de interpretações cartográficas e textos de História e Literatura.

Além da dezena de mapas que confeccionei, fiz uma imensa maquete com inúmeras informações de espaço rural e urbano. Aprenderam coisas importantes como o que é um quarteirão, fiação elétrica, encontro de rios, barragem, represamento, litoral, pontes, curva de nível, trânsito.

Construí um mapa urbano da cidade colocando todas as ruas escritas em braille do percurso da casa dos meninos até a escola e principais pontos da cidade. Nossas aulas são muito agradáveis, sempre com uma boa música. Os alunos voluntários são muito prestativos, me ajudam muito a elaborar os materiais adaptados de trabalho. Hoje, mais de um ano com eles quase diariamente, é perceptível a mudança que sofreram quanto ao conhecimento geográfico, os meninos identificam facilmente nos mapas, os países e capitais, oceanos, cordilheiras, rios, desertos, geleiras, continentes e ilhas, áreas tropicais, temperadas e polares...

A Geografia é transformadora!

 
 

Para conhecer mais fotos desse trabalho, clique aqui.

Enviado em Abril de 2014

Texto enviado por Luan do Carmo da Silva

Centro de Ensino Fundamental Vendinha - Brasília - DF
(Ensino Fundamental - 6º ao 9º ano)

Sou professor da rede pública do Distrito Federal e trabalhei com dois produtos cartográficos disponibilizados pelo IBGE.

1. No sexto ano, ao trabalhar com recursos minerais no Brasil, lancei mão de um mapa síntese que obtive no site do IBGE, por trazer uma legenda pictórica e colorida, o mapa auxiliou os alunos a sistematizarem a disponibilidade de recursos minerais encontrados no território brasileiro. a atividade consistiu em lermos os dados apresentados e depois buscarmos justificativas para a distribuição espacial dos minerais metálicos e não metálicos pelo país, ao final buscamos entender quais as implicações da atividade mineradora para a economia do país e para a população que vive próxima das áreas de extração de minérios.

2. No sétimo ano, ao trabalharmos a divisão regional do Brasil, em seus aspectos administrativos e geoeconômicos, os alunos construíram dois mapas-murais, cada um evidenciando um tipo de regionalização, os mapas foram completados com imagens, gráficos e textos que apresentavam características de cada regionalização e de cada região. Após esse conteúdo, iniciamos o trabalho com as atividades industriais presentes no Brasil, foi utilizado um mapa disponibilizado pelo IBGE acerca da concentração das indústrias no Brasil. Já que o mapa trazia dados complementares, utilizou-se tais dados para introduzir outros setores da economia, como o extrativismo, à pauta de conteúdos. Durante o trabalho com esses conteúdos - indústria e extrativismo - buscamos correlacionar os dados apresentados àqueles presentes nos mapas-murais e buscamos entender a concentração dessas atividades em determinadas porções do território brasileiro em detrimento de outros. Para que o aprendizado estivesse contextualizado e condizente com a realidade, buscamos fazer um resgate histórico e atentar-nos para os novos padrões de desenvolvimento dos setores da economia no território brasileiro.

Em ambas as atividades foi possível perceber que o uso do mapa foi elemento imprescindível como meio para o aprendizado do aluno.

Enviado em Setembro de 2014

Texto enviado por Brenda Alexine Arduino

Escola dos Professores Voluntários - Itapetininga - SP
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Estou no último ano do curso de ensino superior tecnológico de Comércio Exterior. Durante o período de estudos desenvolvemos muitos projetos voltados para a área de conhecimentos geográficos, estudo populacional, desenvolvimento econômico, agrícola e pecuário. Para muitos destes projetos recorremos inúmeras vezes ao conteúdo disponibilizado pelo IBGE, o qual nos foi de extrema importância e valia. Um dos principais projetos, no qual usamos esse conteúdo como base de desenvolvimento e pesquisa, foi o PROJETO RONDON, realizado no ano passado, onde além de nos ter dado a oportunidade de enviar nossa proposta, também nos proporcionou a experiência de ensinar outras pessoas falando sobre o desenvolvimento de outras regiões do Brasil e suas diferentes condições culturais e econômicas. O que é de extrema valia para que possamos disseminar a aprendizagem e incentivar a busca por novos dados e informações a respeito de outras localidades brasileiras, e quanto a isso, é muito significativo que o IBGE possa nos ajudar e muito!

Enviado em abril de 2014

Texto enviado por Luís Henrique L Fiorucci

Escola dos Professores Voluntários- Itapetininga- SP
(Ensino Fundamental 6º ao 9º)

Sou estudante de Comércio Exterior, e já lecionei aulas como voluntário para grupos de alunos. Nossa atividade foi analisar cidades do estado de Rondônia que possuem muita desigualdade social em relação ao nosso estado (SP). Pesquisamos dados produzidos pelo IBGE sobre casas que possuem energia elétrica, tratamento de esgoto, distribuição de renda. Também analisamos taxas de natalidade e mortalidade infantil, tamanho das cidades, número de habitantes, PIB, etc. Com essas pesquisas, fora montado um projeto com propostas de educação social e ambiental, de políticas públicas de modo a conscientizar a população local. O projeto foi utilizado para inscrição do programa Projeto Rondon.

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Aparecida Pereira Irmão

E. E. Vicente de Carvalho- Guarujá- SP
(Ensino Médio)

Estou lecionando há pouco tempo, sempre em escola pública, onde a clientela é muito variada, vindo de várias escolas municipais. Isto é um desafio, pois mostrar a importância da Geografia para esses alunos requer muita persistência e criatividade. Neste ano segui uma metodologia diferente com a turma do 1º ano. Comecei trabalhando a cartografia com o global até chegar ao local e assim mostrar a eles os vários tipos de informações, símbolos cartográficos, escala e projeções de uma maneira mais dinâmica. Utilizei o mapa do Brasil do IBGE, indicando as regiões geográficas e a divisão político administrativa. Gostei do resultado, principalmente quando focamos no mapa local, neste caso , o município de Guarujá que se localiza em uma ilha. O interesse e a aprendizagem dos alunos foram muito mais representativos que com outros métodos empregados. Fiquei muito satisfeita.

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Verônica Batista Silva Costa

E. E. Prof Furtado de Mendonça- Cachoeira de Minas- MG
(Ensino Fundamental 6º ao 9º)

Boa tarde, nossa escola fez o trabalho com mapas sugerido pelo Vamos Contar, trabalhamos com o sexto ano onde pude perceber o interesse dos alunos pelo trabalho da cartografia. Este tema aguça a curiosidade dos alunos pois é nessa hora que ele percebem o quanto é interessante a confecção e as técnicas empregadas para construção de um mapa. Disponibilizamos para os alunos, através da internet, o livro Meu Primeiro Atlas, presente no página do Vamos Contar. Confeccionamos mapas, físicos, políticos, temáticos, onde os alunos ficaram atraídos pela arte da pintura dos mapas.

Obrigada pela oportunidade.

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Gustavo Galvão Ferreira

Sistema Exitus de Ensino- Três Lagoas- MS
(Ensino Fundamental 6º ao 9º)

Meu nome é Gustavo e sou professor de Geografia na escola Exitus em Três Lagoas/MS e utilizo o atlas do IBGE desde a faculdade, sempre procuro levar essas informações pra sala de aula. Durante uma aula no 7ºano sobre regionalização brasileira falamos sobre como foram divididas as regiões brasileiras, como isso ocorreu e quais foram as mudanças nessa divisão desde a primeira até a atual e resolvemos mostrar isso para todos a escola mostrando a cultura de cada região através da dança, das comidas típicas, acabamos fazendo uma festa na escola e os alunos acabaram aprendendo mais sobre o nosso país.

 

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Aroldo Alcântara de P Souza

E. M. José Mauro M da Silva- Campo Grande- MS
(Ensino Fundamental – 1º ao 5º)

Sou professor do 5º ano e utilizo os dados e tabelas do IBGE para aulas de Geografia, História, Matemática, Língua Portuguesa e até Ciências. Por exemplo: o Referencial Curricular da REME traz como conteúdo "A realidade do negro e do índio no Brasil atual (lei 11.465/2008", busquei no site do IBGE uma tabela com a população das terras indígenas (1998), disponível em www.ibge.gov.br/brasil500/tabelas/terras_indigenas.html. Também para o conteúdo "Mato grosso do sul: localização no Brasil e no mundo", utilizo o canal Estados IBGE (disponível em http://www.ibge.gov.br/estadosat/) e com o canal Cidades IBGE (http://www.cidades.ibge.gov.br/xtras/home.php) já fiz pesquisa com minhas turmas na sala de informática para pesquisar quais são os municípios mais populosos do MS, destacando as populações rural e urbana. Trata-se de uma fonte confiável de dados para o trabalho escolar e científico.

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Júlia Patrícia B Ferro

Colégio Diocesano de Garanhuns- Garanhuns- PE
(Ensino Fundamental- 6º ao 9º)

Sou professora de Geografia há 05 anos. Amo o que faço e acho que isso é que faz toda a diferença, pois ao preparar minhas aulas, levo em conta o que gosto, imagino quais perguntas meus alunos poderão fazer, o que poderemos debater em sala de aula... Adoro trabalhos que envolvam a criatividade e sempre, sempre falo do IBGE. Nos sextos anos, quando começamos a falar sobre taxas demográficas, pesquisas, explico logo o que é o IBGE, o que significa, a importância do trabalho de vocês e de colaborarmos com seus funcionários nas pesquisas. Indico o site para que os mesmos façam pesquisas, sempre coloco em meus slides ou avaliações textos baseados em dados do IBGE. Eles logo criam inúmeras perguntas, entram no site, dizem que já ouviram no jornal falar do órgão ou que viram alguém passar em sua casa, por vezes um ou outro leva algum atlas e todos ficam com vontade de ter um também. Trabalhei como recenseadora uma vez e sempre mostro minha foto a eles com a roupa, eles acham o máximo e eu fico cada dia mais orgulhosa. Obrigada ao IBGE por ser este órgão competente, responsável e transparente. Vocês tornam as coisas mais claras e nos ajudam de diversas formas, na área profissional e como brasileira. Sou orgulhosa do que faço, ajudo a construir cidadãos conscientes de seu papel no mundo. Minha profissão é a mais linda de todas!

  
  
 

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Juliana Dummer (2)

E.E. Prof Alaídes S. Pinheiro- Chuvisca- RS
(Ensino Médio)

Ano passado, trabalhando conteúdos de Geografia com turmas do Ensino Médio, organizei uma viagem de estudos aos Aparados da Serra. Saímos por volta das 4h de Chuvisca a fim de percorrer todas as províncias geomorfológicas do estado. Na chamada para entrada no ônibus cada aluno recebeu uma pasta com material de apoio ao trabalho de campo e a posterior elaboração do relatório. O material foi composto com mapas do IBGE sobre cobertura, vegetal, solos e geomorfologia e informações extraídas do IBGE@cidades sobre os principais munícipios do roteiro. Ao meio dia estávamos no Cânion Fortaleza, foi uma emoção total aos alunos, pois muitos sequer haviam saído de sua localidade, quem dirá ter conhecido uma paisagem tão peculiar e exuberante como Cânions.

Após algumas trilhas na borda, onde conheceram o Rio do Tigre Preto com sua queda d’ água magnífica e o paredão a nordeste, do qual podem ser avistados os 13 derrames de lava ocorridos há milhões de anos, subimos em um dos pontos culminantes do cânion e de lá, com vista ao planalto de um lado e da planície de outro, expliquei a formação geológica do RS desde o supercontinente pangeia, a sua separação, a sucessão de derrames basálticos e a escavação do cânion pela ação das águas do rio.

A história não acaba por aí, à tarde descemos o planalto meridional e fomos em direção à planície para a encantadora Praia Grande, em uma pousada com exuberante beleza natural à jusante do cânion Malacara. Já era noite quando chegamos, os donos nos esperavam com tochas acesas pelo pátio e uma encantadora fogueira ao lado da piscina onde nos aquecermos e compartilhamos as experiências do dia. No outro dia realizamos uma trilha no interior do cânion Malacara no leito do rio coberto por rochas basálticas onde pode-se ter uma aula riquíssima de geologia e geomorfologia. Uma das mais emocionante histórias da nossa escola em 2013 se encerra com nosso retorno para Chuvisca no final da tarde de domingo após um divertido banho de piscina natural.

 
 

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Juliana Dummer

E.E. Prof Alaídes S. Pinheiro- Chuvisca- RS
(Ensino Médio)

Nas minhas aulas de Geografia do ano passado proporcionei uma atividade de inserção à informática e desenvolvimento do conteúdo de dinâmica populacional do Brasil com jovens e adultos da turma T9 explorando ferramentas do canal IBGEcidades@ para a elaboração de cartogramas dos municípios que compõem a região onde moram. Para que os alunos realizassem a atividade de maneira mais autônoma possível, elaborei um passo a passo no estilo de um fluxograma desde a abertura do site, acesso ao canal cidades@ até a geração do cartograma. Foi um sucesso, os alunos queriam refazer várias vezes o cartograma escolhendo outros municípios e dados.

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Janaína Moraes de Campos

E.E. Ana Maria das G. de S. Noronha- Cáceres- MT
(Ensino Fundamental- 6º ao 9º)

Olá! Me chamo Janaína, sou professora de Geografia leciono na escola Estadual Ana Maria na Cidade de Cáceres/MT há três anos. Nas minhas aulas utilizo várias didáticas educacionais, principalmente quando o conteúdo está relacionados a mapas. Então sempre estou procurando atividades diferenciadas e sempre encontro no site do IBGE. Semestre passado trabalhei com meus alunos os biomas brasileiros continentais, comecei a aula explicando o conceito de biomas, o que são, quais são as formas de vida presentes em um bioma, entre outras informações. Todas essas informações contidas no site. Abordei sua importância ambiental, relacionando os tipos de biomas às regiões e estados brasileiros que as compreendem. Como atividade em sala de aula os alunos adquirem mais experiências, então pedi para a turma se dividir em grupos e cada grupo iria fazer um esboço do mapa do Brasil e destacar o bioma brasileiro que cada grupo ficou e depois comentar quais eram os biomas que compreendiam nossa região. Foi uma didática favorável, para o ensino, utilizando os mapas eles conseguiram identificar os biomas que temos em nossa região. Essas são algumas das didáticas que utilizo, através dos inúmeros recursos que o IBGE oferece para nós educadores.

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Utaiguara da Nóbrega Borges

UFPB- João Pessoa- PB
(Ensino Médio)

Sou professor de Geografia e sempre uso o material do IBGE com os alunos em sala de aula, mais especificamente nas disciplinas de Geoprocessamento e Cartografia. Os dados fornecidos do IBGE são de grande valia pela sua qualidade e facilidade em acesso. Na grande maioria eu utilizo os dados de censo demográfico e produção agrícola para trabalhar na produção de mapas temáticos e material como apostilas e mapas em formatos vetoriais, para complementar as disciplinas. Fazendo uso desses dados é possível gerar informação através de mapas temáticos, para exemplificar o uso desse material, bem como a produção do material cartográfico. Uma outra experiência foi em escola de ensino secundário. Nesse contexto eu fiz uso do atlas geográfico, em CD, no laboratório de informática, para trabalhar a questão da visualização e consulta de dados através de mídias em meio digital. Gostaria de parabenizar o IBGE pela qualidade do material elaborado, e pela filosofia adotada na questão de disponibilização de dados pela internet. Parabéns !!!

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Rodrigo José de Oliveira

E. E. João Ramalho- Diadema- SP
(Ensino Fundamental- 6º ao 9º)

Sou professor de Geografia na rede estadual de São Paulo e busco sempre inovar com atividades dinâmicas e diversificadas, principalmente em temas que não chamam tanto a atenção dos alunos. Realizei uma atividade no ano passado sobre o Censo Demográfico para trabalhar com o 7º ano o tema da população do Brasil. Após trabalhar análises de dados demográficos obtidos pelo site do IBGE e debater sobre a função e o trabalho do IBGE, dividi a sala em grupos para que os alunos realizassem uma pesquisa censitária entre eles. Abordamos temas simples como preferência musical, time de futebol, número de irmãos, etc. Os grupos interagiam entre si, fazendo as pesquisas entre os alunos. Cada grupo pesquisava determinado tema. Após finalizadas as pesquisas, tabulamos os dados e construímos gráficos dos resultados obtidos. Foi uma atividade dinâmica que rendeu bons frutos e muita aprendizagem.

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Wesley Fernandes Militani

E. E. Governador Milton Campos- São João Del Rei- MG
(Ensino Médio)

Sou estudante de Licenciatura em Geografia, estou entrando no último ano do curso e há dois anos sou bolsista do PIBID GEOGRAFIA (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência da CAPES). Meu projeto, aplicado no 1º ano D do Ensino Médio, chama-se "Fotografando A Paisagem Para Aprender Geografia", assim, incentivo os alunos a fotografarem a Paisagem Urbana, tanto em aspectos físicos quanto humanos, depois usamos as fotos em aulas para debatermos sobre conceitos da Geografia, do cotidiano e do planejamento urbano. Usamos o site do IBGE Cidades para consultarmos informações sobre a cidade e região, densidade demográfica, histórico do município, os infográficos, tipos de vegetação, etc. Através das fotos feitas pelos alunos podemos confrontar as imagens com os dados apresentados pelo IBGE Cidades, elucidando e fazendo analogias. Também fizemos trabalho de campo em um bairro da cidade onde temos a ocorrência de "Processos Erosivos Acelerados", as Voçorocas. Fizemos muitas fotos do fenômeno erosivo e de toda vizinhança, utilizamos a Biblioteca do IBGE para colhermos informações sobre as Voçorocas e debatermos o assunto em aula. Fizemos também uma experiência em escala pequena, utilizando 2 (duas) garrafas plásticas de 5 litros, simulamos uma área com vegetação e outra de solo exposto, onde os alunos responderam a seguinte pergunta: A vegetação protege o solo da erosão? A resposta foi sim e isso ajudou nas discussões sobre manejo e proteção ambiental, sustentabilidade e urbanização.

Grande abraço a todos e muito obrigado pela atenção.

  
  
  

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Plínio Martins Falcão

IFBA- Salvador- BA
(Ensino Médio)

Sou professor do Ensino Médio integrado, na disciplina de Geografia Geral. Numa unidade, cujo tema principal era “Geografia da População”, desenvolvi uma atividade com a turma a partir dos dados demográficos/populacionais de diferentes municípios baianos no que tange aos processos migratórios.

Partindo do pressuposto de que a população de um município pode oscilar de acordo com a sua capacidade de atrair investimentos, o que gera pólos de atração por motivo de trabalho, renda e empregabilidade, aliado a uma perda de população quando da redução dessas atividades no território dos municípios, foi lançado o desafio para os estudantes. Organizados quatro grupos de trabalho, eles ficaram encarregados de identificar essas oscilações, tendo como base as informações censitárias e populacionais do IBGE, em quatro municípios costeiros baianos, que, há pouco mais de dez anos, iniciaram, de forma intensiva, atividades de carcinicultura industrial. O objetivo era que eles fizessem o uso dos censos das duas últimas décadas para entender como as populações naqueles municípios oscilaram, automaticamente analisando e construindo gráficos e textos relacionando com a chegada de empresas, início e declínio das atividades de carcinicultura. Ademais, utilizaram outros dados e informações disponíveis, além dos mapas e sobreposição dos mesmos com novas informações temáticas por eles obtidas.

Dessa forma, foi possível entender a dinâmica demográfica de um município, pautada na ideia de crescimento econômico e implementação de atividades, verificando que diferentes cenários populacionais podem estar bem acentuados em intervalos dentro de duas décadas. A atividade foi muito interessante, propositiva e acabou instrumentalizando os mesmos a utilizarem sempre os dados do IBGE, bem como as informações das suas plataformas, a exemplo de Cidades, Municípios, Estados e até Países.

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Claudiana Aparecida Rolim

E.E. Maria de L. P. Coelho- Manhuaçu- MG
(Ensino Fundamental 6º ao 9º ano)

Olá,sou professora de Geografia do Ensino Fundamental 8° ano, com o tema transdisciplinaridade, busquei o http://www.ibge.gov.br/paisesat/main.php para incrementar minhas aulas, sair da rotina da sala de aula. Os alunos amaram a ideia, fomos para sala de informática e junto realizamos uma pesquisa sobre as diversidades no mundo, as rotas de viagem e etc. Foi muito proveitoso e eles puderam ter um contato com a informação em tempo real. Sempre utilizo esse recurso que o IBGE nós dá.

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Renata Pereira Prates

ETEC Profº Dr Antônio Eufrásio de Toledo- Presidente Prudente- SP
(Ensino Médio)

Olá!

Bom, sou professora do Ensino Médio, técnico em Agrimensura e Meio Ambiente...Trabalho bastante com as cartas topográficas, tanto com escala, como construção de maquetes a partir das curvas de nível. As cartas topográficas também são utilizadas para atividade no Google Earth, quando trabalho as coordenadas. Outro material do IBGE que uso em sala de aula são os Manuais Técnico de Geomorfologia e de Uso da Terra, além dos dados censitários.

Agora, estamos iniciando um novo trabalho que será a Verificação do Estado Físico de Estações Geodésicas, os formulários serão enviados à Diretoria de Geociências. Essa atividade será realizada com os alunos do curso técnico em Agrimensura e com os alunos do Ensino Médio.

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Rodrigo Wantuir A de Araújo

E. M. Francisquinho Caetano- Riachuelo- RN
(Ensino Fundamental – 6º ao 9º ano)

Saudações...

Sou professor de História e Geografia do 6° ao 9° ano na Escola Municipal Francisquinho Caetano. Pesquisando no site do IBGE e analisando os dados do censo, percebi que não há informação sobre nossa comunidade, Cachoeira do Sapo, distrito do município de Riachuelo-RN. Como o IBGE só divulga dados referentes ao município como um todo surgiu uma ideia para trabalhar com os alunos em sala de aula. Foi aí que elaborei um projeto para realizar um censo na nossa comunidade e ter alguns dados sobre nossa comunidade. Criei o projeto "censo" e juntamente com os alunos fizemos o censo na comunidade. Elaborei fichas para saber a quantidade de pessoas na comunidade, o sexo, a idade e religião. Dividi os alunos em grupo e fomos de casa em casa para "contar" a população do distrito de Cachoeira do Sapo, Riachuelo-RN. A partir desse projeto, surgiu outra coisa interessante que deixou os alunos bastante empolgados, foi a análise de mapas pois, pra contar a população do distrito precisávamos saber até onde poderíamos ir. Foi assim que utilizamos o Google Maps e verificamos a área territorial do município de Riachuelo e percebemos que nossa comunidade é uma zona de limite entre Riachuelo e outros municípios, ficando a oeste a 1 km de Caiçara do Rio do Vento, ao norte, a 4 km de Bento Fernandes e ao sul, 6 km de Ruy Barbosa. Estamos na área mais oriental do município e na região mais alta do município. Foi um trabalho muito interessante, simples e que envolveu muitos os alunos para desenvolvê-lo. Ao final do trabalho realizado, tivemos nossos dados em mãos e comparamos com o município, o Estado e o Brasil e analisamos mais sobre nossa própria realidade.

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Lilian Damares de A Silva

E. E. Profª Nita Nassau- Grão Mogol- MG
(Ensino Médio)

Meu nome é Lilian e sou professora de Geografia do Ensino Médio na Escola Estadual Professora Nita Nassau no município de Grão Mogol-MG, esta escola se localiza em um distrito chamado Barrocão e por isso todos os alunos são da zona rural. Para aproximá-los da realidade das cidades utilizei os dados do IBGE sobre as cidades do Brasil para contextualizar o conteúdo estudado em sala de aula sobre urbanização, os dados de geoprocessamento e sensoriamento remoto. O mapa interativo e os demais mapas fornecidos pelo IBGE também foram muito úteis no ensino da Cartografia, visto que é um conteúdo de extrema importância para os alunos de todos os anos. A base de dados disponibilizada pelo IBGE tem sido um importante aliado no ensino da Geografia para mim devido à acessibilidade e segurança das informações.

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Luiz Felipe Rodrigues
Projeto de Extensão UNILA- Foz do Iguaçu- PR
(Ensino Médio)

Estudo na UNILA - Universidade Federal da Integração Latino Americana, em Foz do Iguaçu - PR. Sou bolsista de um projeto de extensão intitulado "Entendendo os Fenômenos da Natureza: Oficina de Materiais Paradidáticos". Na primeira etapa, que foi no semestre passado, foi oferecido para o público em geral, e tínhamos como alunos pessoas de diversas áreas do conhecimento, o que foi muito proveitoso, pois, permitiu a promoção da interdisciplinaridade. As aulas são divididas em duas etapas, sendo uma a teórica, com a discussão dos problemas propostos, e outra prática, onde confeccionamos algum material paradidático (experiência) sobre o fenômeno estudado em sala de aula utilizando materiais simples que possam ser trazidos de casa, acompanhado também de estudo dirigido. Não apenas aprendemos a tal forma como estes fenômenos acontecem, mas também as suas consequências e como nós como sociedade, como futuros profissionais, podemos trabalhar para evitar que estes fenômenos de ordem natural se tornem catástrofes para a população, ou pelo menos que os efeitos sejam amenizados. Desta forma, a Geografia aparece como uma ferramenta importante para a discussão dos problemas sócio espaciais ligados a fenômenos naturais. Questões como planejamento, climatologia, uso da terra e do solo, sensoriamento remoto, são abordados durante as aulas. Desta forma, o uso do atlas e dos mapas do IBGE contribui de forma muito consistente para que os alunos estabeleçam maior relação entre os temas abordados e o lugar onde vivem, facilitando a compreensão das dinâmicas em escala local, regional, nacional e global. Este ano, continuaremos com a experiência em um Colégio de Ciudad Del Este, no Paraguai, e em um Colégio Agrícola de Foz do Iguaçu - PR. Abaixo seguem algumas fotos das experiências realizadas.

 
 

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Teresinha de Jesus Nunes Costa
E. M. São Francisco- Caxias- MA
(Ensino Fundamental 1º ao 5º ano)

Meu nome é Teresinha sou professora em uma escola de Ensino Fundamental de 1º ao 5º ano da zona rural do município de Caxias/ MA. Sou graduada em licenciatura plena em Geografia e pós em Gestão Ambiental. A escola pela qual leciono é de estrutura simples e precária e, como os livros didáticos não são em sua maioria de acordo com a realidade dos alunos, procuro diversificar as aulas levando mapas, imagens, fotos e dados para a sala de aula que chamem a atenção dos mesmos, sempre adequando às suas habilidades. A aula mais interessante é alfabetização cartográfica, primeiros princípios básicos de localização que permite ao educando se situar, não apenas no lugar em que vivem, mas no mundo. A utilização do Atlas do IBGE permite em sala de aula além da visão do novo, contribui para que os alunos estabeleçam uma conexão de onde vivem atualmente com os diversos aspectos apresentados em cada mapa temático. Diante disso, as aulas tornam-se mais participativas e interessantes sobre as diversas regiões existentes e abrem um leque para que eles descubram que não existe somente aquele mundo fechado, isolado em que vivem. Ano passado foi realizada uma atividade sobre localização, pontos de referência na qual os alunos tiveram a oportunidade de aprenderem mais a respeito da necessidade de saber em que parte estão no mundo e o que isso representa em suas vidas.

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Luiz Henrique A da Silva
Escola Internacional de Aldeia- Recife- PE
(Ensino Fundamental 6º ao 9º ano)

Durante o ano letivo de 2013 resolvi abordar o tema da geografia do Brasil por meio da elaboração de um mosaico com informações a respeito das características sociais e naturais das cinco regiões brasileiras. Utilizamos o Atlas geográfico escolar do IBGE como referência do trabalho. Os alunos partiam da leitura do livro didático. Também foi utilizado o Atlas Nacional do Brasil Milton Santos, sendo que este teve trechos apresentados aos educandos em linguagem adaptada. O resultado final foi um mosaico que ajudava não só a apresentação das principais características socioambientais brasileiras, mas também facilitava a capacidade de diferenciar as variadas formas de construção do espaço geográfico brasileiro.

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Francisco Marciano de A. Silva
Liceu de Iguatu Dr José Gondim- Juazeiro do Norte-CE
(Ensino Médio)

A atividade que realizei com meus alunos do 1º ano foi relacionada a cálculos de escalas. A turma foi dividida em grupos e cada grupo ficou com uma região do país, dentro dessa região eles teriam que pesquisar a população total e a economia utilizando os mapas do IBGE e outros como apoio de cada capital da região que a equipe ficou. Em seguida, a equipe deveria medir com a régua as distâncias gráficas das capitais da região de pesquisa até a capital do estado que eles residem (Fortaleza). Com os dados da distância gráfica, mais a escala do mapa, eles deveriam calcular a distâncias reais entre as capitais das regiões do Brasil e a capital do nosso estado. Foi uma aula super bacana e bem dinâmica.

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Eliane de Sousa C. Bastos
E. E. Profº José Monteiro- Campo Belo- MG
(Ensino Médio)

Olá amigos, sempre gosto de iniciar o ano letivo, da segunda série do Ensino Médio, explicando sobre como analisar gráficos, mapas e tabelas. E assim fazemos simulações de pesquisas. Como já trabalhei nos censos 2000 e 2007, pude simular a pesquisa no formato do IBGE. Expliquei como se procede nas pesquisas, os motivos, para que servem os resultados, basicamente, a importância da coleta de dados. Foi falado também na implementação da coleta de dados que anteriormente era na base de formulários e que na Contagem da População de 2007, foi o primeiro ano no qual se utilizou o PDA como apoio ao recenseador, a tecnologia como forma de agilizar a pesquisa. Foram realizadas simulações de pesquisas em sala de aula e os resultados tabulados e analisados pelos alunos, que aprenderam e se divertiram bastante com essa atividade. Foram três dias de aula, que por sinal, foi bastante produtiva.

Foto enviada pela professora após a postagem da experiência e recebimento do Kit Atlas

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Rogerio Alves Sales
E. E. Prof. Orlando M. De Moraes- São Paulo- SP
(Ensino Fundamental - 6º ao 9º ano)

Sou professor de Geografia da rede de ensino estadual e leciono, principalmente, para o Ensino Fundamental II, trabalho muito com os dados do IBGE com relação às informações do nosso território brasileiro. Utilizo também os mapas do IBGE, para o desenvolvimento da leitura e compreensão, como na sua confecção pelos próprios alunos. Consegui alguns calendários com o mapa do estado de São Paulo, do IBGE, e assim consigo trabalhar com os municípios. Os alunos podem levar para casa e fazer uma pesquisa completa, pois nele contém os municípios mais e menos populosos, relevo, rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, rios e terrenos sujeito a inundações, ou seja, é ideal para o complemento do uso do atlas na sala de aula.

Enviado em fevereiro de 2014

Texto enviado por Wesley Marcos de Almeida
PUCPR - Curitiba - PR
(Ensino Médio)

Sou professor de Estatística e desenvolvi um projeto na área de geoprocessamento com meus alunos.

Utilizar os dados do IBGE facilitou a fixação dos conteúdos, além do link entre a teoria e prática.

Inicialmente utilizei informações do IBGE em relação a taxa de urbanização, faixa etária, população, área urbana e rural, e em um segundo momento desenvolvi um pequeno projeto de pesquisa para determinar uma amostra e coletar dados que possibilitaria a comparação com os dados observados anteriormente.

Utilizando conceitos de Estatística Descritiva, tabulamos os dados e os alunos foram responsáveis com comparar os dados da amostra com os dados obtidos no IBGE.

Este link direto com a realidade deles trouxe um nível de motivação e envolvimento com a aula que não tive com outras turmas. Os resultados desta comparação foram apresentados pelos próprios alunos, em sala de aula, além de se responsabilizarem de levar os resultados para casa e mostrar para suas famílias.

Esta nova abordagem permitiu, também, desenvolver com os alunos uma visão mais solidária e humanitária em relação as informações estatísticas.

Enviado em dezembro de 2013

Texto enviado por Alfeu Olival Barreto Junior
Colégio Militar do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - RJ
(Ensino Fundamental - 6º ao 9º ano)

Sou professor de Geografia do 6o ano do ensino fundamental no Colégio Militar do Rio de Janeiro. As turmas são extremamente heterogêneas pois são formadas por filhos de militares oriundos de várias partes do país, além dos concursados, filhos de civis. Pelas próprias características da faixa etária, a clientela é formada por indivíduos com identidades em construção e ainda muito presos às referências familiares e locais. Um dos conteúdos mais importantes no primeiro bimestre é a alfabetização cartográfica. Além do trabalho conceitual feito em cada turma, o uso do atlas do IBGE contribui de forma muito consistente para que os alunos estabeleçam uma ponte entre sua origem e aquela ondem vive atualmente nos diversos aspectos apresentados em cada mapa temático. Neste contexto, as aulas são recheadas de relatos de experiências pessoais que enriquecem a abordagem dos regionalismos brasileiros.

Este ano foi realizado uma atividade interdisciplinar intitulada “As cores do Brasil”, na qual os alunos tiveram a oportunidade de expressar a diversidade cultural do país. Cada turma foi dividida em grupos, os quais ganharam nomes de personagens do imaginário dos contos brasileiros (curupira, saci, teiniaguá etc) e escolheram uma temática específica para trabalhar. Os mesmos foram incentivados a pesquisar sobre as diversas manifestações culturais contemporâneas sejam elas de origem rural ou urbana (culinária, música, dança, festas e etc). Procurou-se fugir do “folclorismo”, típico de muitos trabalhos escolares e distanciado da realidade do aluno. Essas manifestações foram contextualizadas sob o ponto de vista de cada disciplina (quantitativo, narrativo, espacial, artístico e físico-natural) com a ajuda dos professores. No meu caso, o estudo prévio dos mapas foi fundamental para que cada temática desenvolvida tivesse um palco social e/ou natural concretizado espacialmente. Finalizamos essas atividades com um grande evento: além dos estandes expondo o resultado das pesquisas (vide as figuras a seguir), os alunos fizeram apresentações artísticas (danças, músicas, projeções de slides) em espaços específicos. Os pais e o restante da comunidade escolar foram convidados, resultando numa verdadeira festa.

Foto 1
 
Foto 2
       

Foto 3
 
Foto 5
      

Foto 4
      


Enviado em dezembro de 2013

Texto enviado por Vanessa Cristina Camargo
Colégio Villa Romana - Cordeirópolis - SP
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Saudações geográficas!

Meu nome é Vanessa e sou professora de Geografia há seis anos no Colégio Villa Romana em Cordeirópolis. Costumo usar com muita frequência o material disponibilizado pelo IBGE, tanto o atlas quanto o site, que é muito rico em informações sobre o Brasil e, principalmente sobre o nosso município. Vou relatar duas atividades, aplicado geralmente com os 7º anos, estas duas gosto muito de aplicar em sala de aula e os alunos costumam se envolver bastante, são elas: a primeira atividade é sobre o tema Demografia, e assim utilizo o material distribuído pelo IBGE do Censo, com uma série de mapas e cadernos com diversas atividades. Discuto com os alunos os conceitos necessários para o entendimento e resolução das atividades, separo a turma em diversos grupos e distribuo os mapas pela sala. Neste dia a aula fica bastante interativa, não somente comigo mas entre os grupos também.

A segunda atividade, mas também não menos interessante é quando levo os alunos à sala de informática e pesquisamos no site do IBGE dados como IDH dos municípios da nossa região. Com esses dados construímos uma mapa temático. A dinâmica da aula consiste em pesquisar pelo menos trinta e cinco municípios, selecionados pela professora, e depois divididos para a pesquisa da turma.

E como temos um tempo para fazer a pesquisa, e alguns alunos são mais rápidos que outros na busca, gera uma empolgação para dizer os dados pesquisados. Após a construção do mapa, discutimos os pontos positivos e negativos referente ao IDH desses locais.



Enviado em dezembro de 2013

Texto enviado por Karina Messias da Silva Alves
Escola Estadual Myriam Coeli - Natal - RN
(Ensino Fundamental - 6º ao 9º ano)

Sou professora de Geografia, da rede estadual de ensino, e leciono turmas de 6º ao 9º ano, na cidade de Natal/RN. Nas minhas últimas aulas com as turmas do 7º ano explorei bastante, nesse último bimestre do ano de 2013, dados do IBGE com relação à população, pirâmide etária, população economicamente ativa, os primeiros censos demográficos no Brasil e sua importância nos dias de hoje. Sempre correlacionando com a nossa realidade local, na quantidade de jovens no bairro onde a escola está localizada, das projeções de idosos e jovens na população brasileira, além de esclarecer a todos os alunos sobre como devemos nos portar quando os recenseadores vão aos bairros recolher informações para o censo demográfico. Várias dúvidas surgiram entre o alunado, quando explicadas as atribuições do órgão como também a função dos recenseadores. Muitos alunos relataram que receberam em suas casas os recenseadores do último Censo de 2010. Fizemos atividades em sala de aula sobre o assunto aqui descrito, como foi lançada a proposta à direção escolar, para que na nossa próxima mostra cultural, iremos realizar trabalhos a serem expostos com o tema “população brasileira e o IBGE”, no sentido de aprofundar melhor a atuação do órgão no país e para o dia a dia da comunidade escolar. Iremos elaborar cartazes, vídeos educativos, dados dos censos sobre a realidade da nossa cidade e também do bairro em que se localiza a escola, que fica na zona norte da cidade. Também será dada a importância para o tema do aumento da população idosa, uma vez que tivemos em sala de aula essa discussão, mas é um ponto que merece um destaque significativo, pois na prática os alunos relataram que veem constantemente essa discriminação para com essa faixa etária, fato relatado nas atividades de caderno. O exemplo dado na aula sobre esse tema foi simples e prático e que faz parte da vivência de cada um. A atenção foi imediata. Apenas descrevi que esse aumento de idosos é fácil de perceber no dia a dia, com o aumento gradual de idosos nos ônibus coletivos da cidade, e a consequente insuficiência de assentos reservados para os mesmos. Uma realidade que demonstra que em nosso país essa faixa etária com mais de 60 anos de idade vem crescendo a cada ano. Como o ano letivo está em seu término, as aulas dadas contendo as informações do IBGE foram exigidas nas avaliações do final do bimestre.

Então, diante do interesse da turma, todos esses dados retirados do site do IBGE e trabalhos feitos em sala de aula, serão aprofundados e sob minha supervisão, iremos montar um trabalho coletivo enfocado as ações do órgão, os resultados do último censo, e como esses resultados fazem parte da vida de todos os alunos e da nossa comunidade escolar.

Enviado em dezembro de 2013

Texto enviado por Daniela Amaral
Diretoria de Ensino de Votuporanga - Votuporanga - SP
(Ensino Fundamental -6º ao 9º ano)

Olá queridos colegas, minha experiência exitosa em sala de aula foi quando decidi realizar intertextualidade entre a Geografia e histórias de diversos gêneros em sala de aula. Por exemplo: Uma ponte entre a história da África e contos populares africanos. Um autor maravilhoso e fonte de inspiração é Mia Couto, ele escreveu entre outros " O cego Estrelinho", e os alunos amam! Este conto também nos auxilia a trabalhar inclusão em sala de aula.

Para realizar este trabalho em sala de aula, utilizo dados e mapas do IBGE para enriquecer as histórias, auxiliando na localização espacial e temporal dos lugares descritos em cada história. É um trabalho contínuo. Além da formação de professores, tenho um Projeto de Leitura, onde procuro realizar um diálogo muito aproximado entre Geografia ( dando ênfase à Cartografia, sendo um dos eixos estruturantes do ensino de Geografia) e histórias que possam realizar um resgate cultural e espacial . Utilizo os dados do IBGE todos os dias na Diretoria. Trabalho com formação de professores de Geografia, e o meu grande parceiro é o IBGE. AMO!!!

É isso! Um grande abraço!!

Enviado em dezembro de 2013

Texto enviado por Cláudia Maria Simões dos Reis Navegantes de Oliveira
Colégio Pedro II - Tijuca I -Rio de Janeiro - RJ
(Ensino Fundamental -1º ao 5º ano)

Já faz uns 8 a 10 anos. Trabalhava com a 4ª série na época e entre os conteúdos havia o Brasil e seus dados geográficos. Trabalhávamos com as Regiões, caracterizando-as, mas também com os estados pertencentes a elas.

Então, como eles adoravam o jogo Trunfo, pesquisamos os dados produzidos pelo IBGE sobre cada estado (população, área, ID entre outros) e organizamos os grupos pelas regiões. Deu muito trabalho, até porque usávamos muito pouco o computador. As cartas foram feitas manualmente por cada aluno. Mas ficou muito bom! Anos depois, o jogo Trunfo foi lançado no Brasil, bem parecido com o que eu tinha feito.

Enviado em dezembro de 2013

Texto enviado por Georgia Cristina Nascimento Campos
Escola Estadual Professor Jorge Calil Assad Sallum - Santa Bárbara d' Oeste - SP
(Ensino Fundamental -6º ao 9º ano)

Com o objetivo de desenvolver habilidades e competências ligadas à análise e interpretação de gráficos, tabelas e mapas temáticos, assim como levar o aluno a compreender os conceitos de densidade demográfica, população relativa e absoluta e correlacionar dados a fenômenos espacialmente distribuídos em proporções diferentes, desenvolvi uma aula em que pudesse fazer com que os alunos tivessem a oportunidade de se apropriarem do conhecimento, além de que fosse significativa e prazerosa para a turma.

Assim, reservei previamente o laboratório de informática para que a turma pudesse utilizar as novas tecnologias no desenvolvimento da proposta, além das ferramentas e bancos de dados disponibilizados pelo site do IBGE.

Atrelei uma proposta diferenciada ao currículo escolar do estado de São Paulo e ao uso das apostilas denominadas " Caderno do Aluno" também confeccionadas pelo governo, em uma situação de aprendizagem em que a turma deve pesquisar os principais pontos mais populosos do planeta e também os países mais povoados, além de compreenderem as principais diferenças entre esses conceitos.

Dessa forma, os alunos precisavam acessar o Banco de Dados do IBGE " Países@" e pesquisar a partir da tabela que já possuíam as principais características dos vinte países mais populosos do mundo.

Ao utilizarem a ferramenta, os alunos deveriam explorar os dados relativos à população, além de outros indicadores sociais, históricos, fotos, mapas, dados referentes à economia, meio ambiente, assim como os " Objetivos do Milênio” da ONU, que também faz parte dos conteúdos curriculares do nono ano.

Dessa forma, a partir de uma tabela parcialmente preenchida na apostila “caderno do aluno” do governo de São Paulo, os alunos deveriam apenas realizar cálculos para encontrarem a densidade demográfica ou ainda pesquisarem e completarem a tabela referente aos países mais populosos e povoados do mundo, sendo que a sequência didática não prevê de que forma o professor poderá desenvolver essa atividade com a turma, abrindo a possibilidade aos professores de escolherem a melhor forma de realizar essa tarefa com seus alunos. Optei por mediar a pesquisa utilizando a sala de informática, previamente agendada, incentivando a turma a explorar o banco de dados “Países@” e estabelecer correlações e elaboração de hipóteses.

Inicialmente, a turma deveria acessar o quadro “Síntese”, verificar o histórico dos países, sua população total e área do território, e na sequência realizar os cálculos para obter os valores referentes à população relativa. Em um primeiro momento, a turma tabulou os vinte países mais populosos do mundo e o valor da extensão territorial dos mesmos, em seguida, deveria descobrir a densidade demográfica de cada país pesquisado.

Muitos optaram por armar as contas manualmente, outros, utilizaram a própria calculadora do Windows. Posteriormente, deveriam acessar o quadro “População” e comparar os resultados obtidos com os dados do IBGE. Muitos conseguiram valores muito próximos e outros tiveram que refazer os cálculos. A ideia é que o aluno compreenda na prática o trabalho que há por trás de um dado, quais habilidades e competências são necessárias para que possamos tabular os indicadores e dados populacionais de um território.

Assim, a turma completou a tabela, realizando uma série de comparações e verificações não apenas da densidade demográfica do país solicitado, mas comparando tais dados em relação a outros países, como é o caso da Holanda e Paquistão, ou a baixa densidade demográfica brasileira em relação a um território de dimensões continentais.

Os alunos, ao elaborarem hipóteses para responderem a esses questionamentos, produziam pequenas análises em seus cadernos, conforme pontuavam divergências que julgavam interessantes, como por exemplo, o valor da população total do Canadá em relação à extensão territorial do mesmo.

A turma também foi orientada a acessar os “Objetivos do Milênio” dos países pesquisados e desenvolver análises sobre os dados apresentados pelo IBGE.

A atividade foi extremamente proveitosa, e a turma aprovou, pois puderam interagir com a plataforma navegando em diferentes territórios e conhecendo um pouco mais de cada país, puderam compreender na prática a obtenção de um determinado indicador/ dado populacional, além de estabelecer correlações e comparações de dados, análises desses mesmos dados espacialmente distribuídos, elaboração de hipóteses e construção de conceitos fundamentais à aprendizagem em geografia.

Também pudemos trabalhar diferentes áreas do conhecimento, como a Geografia, a Matemática, a História e também as competências leitoras e escritoras de Língua Portuguesa. O site do IBGE oferece aos professores um leque de opções para tornarmos nossas aulas mais atrativas e possíveis à aprendizagem plena dos alunos, como foi o caso dessa experiência relatada por mim, em que trabalhei com o nono ano “A” do período da manhã neste ano de 2013 na Escola Estadual Jorge Calil Assad Sallum. A turma aprovou a atividade e inclusive, sugeriram outras aulas em que pudéssemos explorar mais ainda as ferramentas e bancos de dados oferecidos pelo IBGE.

Enviado em dezembro de 2013

Texto enviado por Taíse dos Santos Alves
C.Est. Polivalente San Diengo - Salvador - BA
(Ensino Fundamental -6º ao 9º ano)

Olá, meu nome é Taíse sou profª. de Geografia há 5 anos com experiências na rede privada, municipal e estadual. Como trabalho basicamente com ensino fundamental II, as aulas de cartografia são as minhas preferidas. Utilizo o mapa corporal. Escolho um ou dois alunos, de forma voluntária, e os deitamos no papel metro (pode ser outro material) daí junto os alunos ao redor e desenha-se o contorno do corpo da criança. Após pronto peço a ajuda dos alunos ao redor e cada um vai traçando as linhas imaginárias (latitude, longitude, equador e meridiano) a orientação espacial (norte, sul, leste e oeste) e aproveito para trabalhar lateralidade (esquerda, direita frente, trás). Após esse momento cria-se uma legenda e peço aos meninos um título do mapa da turma. Depois dessa atividade mostro-lhes mapas em diferentes projeções e peço para encontrarem os elementos feitos no mapa corporal. É uma atividade que sempre tem resultados positivos e estimula a criatividade dos alunos.

Enviado em dezembro de 2013

Texto enviado por Verônica B.S. Costa
Escola Estadual Professor Furtado de Mendonça - Cachoeira de Minas - MG
(Ensino Fundamental -6º ao 9º ano)

Boa noite, sou professora de Geografia na Escola Estadual Professor Furtado de Mendonça, nossa escola está inserida no projeto Violência na adolescência. Nossa primeira ação foi: fazer um levantamento do que a turma pensa a respeito do tema, depois observar se em nossa escola tem algum caso que leve a essa situação. Depois deste pequeno debate fizemos menção à Constituição Brasileira e direitos e deveres das crianças e dos adolescentes, deixando claro que há os direitos e junto com eles também temos os deveres. Alguns alunos falaram sobre o ECA. Continuamos a atividade analisando a tabela que nos foi enviada, cada equipe ficou com alguns dados para interpretar. Cada equipe fez cartazes que foram expostos para toda escola. Foi uma atividade produtiva pois nossos alunos são bem críticos. Obrigada pela oportunidade de participação e até breve.


Enviado em novembro de 2013

Texto enviado por Marta Lopes Pereira
Escola de Educação Infantil Casa da Criança - Itaqui - RS
(Creche ou Educação Infantil)

Depois que eu descobri as sugestões de atividades do IBGE, antes de realizar alguma atividade eu dou uma olhadinha para ver se posso aproveitar alguma das sugestões.

Desta vez eu adaptei à realidade da minha turma a atividade Mapeando o Corpo. Inicialmente conversamos sobre o nosso corpo, como é formado o nosso corpo, noção de espaço, etc. Logo após pedi que as crianças que ficassem em dupla ou em dois em dois que nós iríamos ao pátio e cada colega iria traçar com giz o contorno do corpo de um dos colegas da dupla. Depois o outro irá fazer o contorno do corpo do seu colega. Após traçar o contorno do colega nós iremos nos dividir em dois grupos, um dos grupos irá contornar o corpo de um colega no papel pardo com pincel e o outro grupo irá contornar o corpo de um outro colega com tampinhas de garrafas. E para finalizar cada criança vai receber uma metade de uma folha de ofício para desenhar o seu corpo.

Após o desenho comecei a analisar junto com eles como estava o desenho, observei que, sem que eu pedisse, eles desenharam os órgãos do sentidos e citaram todos os membros do corpo.

Eu resolvi fazer com que eles ficassem primeiramente em dupla para que todos participassem da atividade e depois em dois grandes grupos e finalmente individual.

As crianças adoraram participar da atividade e eu também senti-me satisfeita com o resultado.

Enviado em novembro de 2013

Texto enviado por Adriano de Alencar Matos Barbosa
E. E. Caetano de Campos-Aclimação - São Paulo - SP
(Ensino Médio)

Meu nome é Adriano Barbosa. Sou professor na Educação Básica II, o chamado PEB II. Atualmente dou aulas de Sociologia, no Ensino Médio, na Escola Estadual Caetano de Campos- Aclimação. Nas escolas públicas estaduais aqui de São Paulo usamos os chamados Cadernos do Aluno. São espécies de apostilas que nos auxiliam a conduzir o conteúdo ao longo dos anos/séries. No meu caso, ensino de Sociologia para todas as séries do Ensino Médio, as informações resultantes das pequisas levadas a efeito pelo IBGE, e que são utilizadas naqueles Cadernos, são de fundamental importância para trabalharmos com o/as aluno/as os diversos aspectos da realidade nacional. Sem contar o ganho a mais que advém desse uso das informações, pois trabalhamos com dados em forma de gráficos/tabelas. Este trabalho nos dá um ganho substancial, dado que em qualquer atividade a exposição de metas e resultados são, quase sempre, dispostas em forma de dados expostos por meio de gráficos/tabelas.

Enviado em novembro de 2013

Texto enviado por Marcus Augusto Husbert Júnior
Escola Estadual Pedro II - Belo Horizonte - MG
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Saudações a todos!
Me chamo Marcus e leciono Geografia à 03 anos em Belo Horizonte, atualmente estou trabalhando na Escola Estadual Pedro II, na qual me são oferecidos vários recursos didáticos que fazem das minha aulas verdadeira apresentações de Geografia aplicada. Recursos esses como TV de tela plana e acesso à internet em sala de aula. Assim, nada melhor do que os mapas interativos do IBGE, como também as tabelas e gráficos que, além de estarem muito bem elaborados e atualizados, possui uma interface muito dinâmica e fácil para sua apresentação. Assim, depois que passei a usar tantos recursos (Mapas interativos, mapas temáticos, Gráficos e Tabelas do IBGE) as aulas de Geografia, têm ficado muito mais atraentes e aplicadas à realidade dos meus alunos, fazendo-os compreender a dinâmica espacial da nossa sociedade e até mesmo a sua própria situação diante das temáticas de lugar, território e região.

Enviado em novembro de 2013

Texto enviado por Deise Ramos dos Santos
Escola Municipal Barbosa Romeo- Salvador- BA
(Ensino Fundamental -6º ao 9º ano)

Foi uma experiência simples, aplicada com alunos do 7º ano.

Por incrível que pareça existem alunos e alunas que não sabem identificar estados e regiões, por isso recuei um pouco e busquei no site do IBGE mapas mudos para explorar esse tema. Primeiro pedi que observassem o mapa do Brasil - Político.

Construímos uma tabela relacionando cada estado à sua região, através do mapa Brasil.

Em outro momento entreguei a cada estudante um mapa mudo para que preenchessem utilizando somente a sigla de cada estado.

Criamos uma legenda no quadro e pedi que associassem cada estado à sua região de acordo com a legenda e tendo como auxílio a tabela feita anteriormente. Por último demos um título ao mapa: Brasil - Estados e Regiões.

Espero que gostem e utilizem nas suas aulas caso sintam necessidade.

Enviado em setembro de 2013

Texto enviado por Márcia Schumack M. Barbosa
Colégio Pedro II- Campus Tijuca
(Ensino Fundamental 1º ao 5º ano)

Olá! Meu nome é Márcia e sou professora do Colégio Pedro II do Ensino Fundamental I (1º ao 5º ano). Nesse segmento, o professor é generalista e atua com as 4 disciplinas - Língua Portuguesa, Matemática, Estudos Sociais (História e Geografia) e Ciências - o que facilita o trabalho com projetos em todas as séries. Então, vou relatar uma experiência vivida, há alguns anos, com o 5º ano, onde o uso do material do IBGE - Atlas e site - foi fundamental para o levantamento e análise dos dados sobre a diversidade das regiões brasileiras. O projeto abordou os aspectos geográficos, históricos, políticos, econômicos, sociais e culturais de cada região e envolveu também as disciplinas de Literatura e Artes. Em grupo, os alunos seguiram um roteiro de pesquisa para levantar as informações, depois os dados foram sistematizados em gráficos, tabelas e textos informativos produzidos por eles, com o suporte da informática. Com os números, abordamos as 4 operações nos problemas matemáticos e a composição do Sistema de Numeração. Também lemos reportagens, poesias e vimos filmes sobre o assunto. Cada grupo apresentou o resultado de sua pesquisa para o restante da turma, proporcionando discussões muito interessantes. Ao final do projeto, os grupos dramatizaram um dos aspectos estudados da região pesquisada. Foi uma experiência incrível e muito rica! Acredito que tenha marcado a vida das crianças.

Enviado em setembro de 2013

Texto enviado por Marielle Jacinta Pereira Costa
Escola Estadual Pedro de Alcântara- Varginha- MG
(Ensino Médio)

Na proposta curricular para os alunos do 2º ano do Ensino Médio pretendemos analisar o reordenamento espacial das indústrias utilizando inicialmente da Classificação das Indústrias feita pelo IBGE em indústrias de bens intermediários, de bens de capital e de bens de consumo. Busquei que os alunos fizessem estudos de mapas, gráficos e tabelas sobre a distribuição industrial no Brasil, principalmente em se tratando de indústrias de alta tecnologia e indústria automobilística.

Além disso estudamos dados do IBGE quanto à produção industrial por tipos (categorias) de indústria em julho de 2013 e o total acumulado de janeiro a junho.

Os estudantes ainda fizeram uma excelente análise de gráfico sobre a produção industrial mensal em 2013, no qual retrata o índice acumulado até o mês de junho por estados brasileiros. Com a disponibilidade de dados atualizados pelo IBGE pudemos fazer uma contextualização por meio de índices que retratam a atual situação da indústria brasileira.

O próximo passo é estudar dados sobre a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário.

Para demais professores, segue os links de acesso aos dados comentados:

Produção industrial aumenta em dez dos 14 locais em junho

Em junho, emprego industrial fica estável (0,0%)


Enviado em setembro de 2013

Texto enviado por Carla Fonseca de Oliveira
Escola Estadual Dr. Costa - Santa Maria de Itabira - MJ
(Ensino Fundamental 6° ao 9° - EJA)

Meu nome é Carla Fonseca, sou professora de História da rede estadual de ensino de Minas Gerais e o trabalho que venho apresentar neste blog foi realizado na Escola Estadual Dr. Costa em Santa Maria de Itabira, com os alunos da EJA do Ensino Fundamental. Realizei com as turmas uma pesquisa no site do IBGE, no item Censo 2010 - População Indígena - Mapas, afim de coletarmos dados que enriquecessem nosso aprendizado e subsidiassem os debates em sala acerca dessa temática. Também assistimos ao vídeo da pesquisadora Nilza de Oliveira Martins Pereira, que fala do aumento da autodeclaração por indígenas entre os censos de 1991, 2000 e 2010. Após algumas aulas expositivas e a apresentação das informações pesquisadas pelos alunos sobre os povos indígenas do Brasil, fizemos um trabalho lindo que apresentamos para toda a comunidade escolar e que consistiu basicamente na apresentação de uma dança indígena, com os alunos trajando vestes confeccionadas por eles mesmos e pintados para melhor caracterizá-los. Além disso, confeccionamos uma grande oca e vários utensílios e artesanatos indígenas para compor o ambiente da encenação. O resultado foi emocionante! Eu pude ver nos olhos dos meus alunos jovens e adultos a motivação e a alegria de participar de um trabalho escolar, apesar de toda luta cotidiana e preocupações de várias ordens. São nestes momentos que a escola se abre para oportunizar aos alunos os saberes que vão muito além da tradicional e enfadonha "transmissão" de conteúdos. Recomendo aos professores, principalmente da EJA, que trabalhem com projetos em suas escolas.

Levem seus alunos para fora da sala de aula e proponham a eles trabalhos que desenvolvam múltiplas habilidades, sendo a maior delas a construção, em equipe, de algo concreto, visível, que proporcione a todos a alegria de mostrar a si mesmos, e aos outros, seus talentos.

Enviado em julho de 2013

Texto enviado por Tiago Fuoco
Escola Beit Yaacov - São Paulo- SP
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Olá!

Trabalhei com os alunos a elaboração de mapas temáticos. Como forma de trabalhar o continente africano, em poucas aulas, optei pela produção de mapas temáticos quantitativos.

Selecionei mapas mudos do continente e entreguei aos alunos. Através da informática, acessamos o site do IBGE Países e coletamos dados de População Total, Mortalidade Infantil, Expectativa de Vida e Urbanização. Com os dados em mão criamos, elaboramos tabelas e classificações para a produção dos mapas temáticos quantitativos. Após a confecção dos mapas, elaborados pelos alunos, fizemos uma análise dos resultados e os alunos elaboraram um relatório sobre o continente africano, utilizando livros e pesquisas da internet, além dos mapas por eles criados.

A proposta foi realizada com os alunos do 9º ano. Para os 8º anos foi realizada a mesma proposta, mas com os dados da América do Sul.

Enviado em junho de 2013

Texto enviado por Maria Aparecida dos Santos
Escola Sérgio Francisco da Silva - Aracaju - SE
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Meu nome é Maria Aparecida,conclui o curso de Geografia em junho de 2012. No quarto período iniciei um estágio numa escola da Rede Municipal de Ensino Fundamental, ensinando Geografia a turmas do 6° ano. Dentre as escolas que ensinei durante o tempo do estágio, que durou um ano, a que fiquei mais tempo foi a Sérgio Francisco da Silva.

Ao iniciar o capítulo do livro didático, sobre formação dos continentes e placas tectônicas, vi que era preciso buscar algo mais para que os alunos entendessem melhor todas as teorias e processos da formação dos continentes, e assim fomos para o laboratório de informática e pedi que todos acessassem o site do IBGE sobre a formação dos continentes. Foi perfeito, despertou o interesse dos alunos pelo o assunto. Após o acesso ao site solicitei aos alunos um debate sobre o que entenderam e houve muta interação, a aula foi muito proveitosa. Aconselho a todos os professores que trabalhem mais no ensino da Geografia com o material do IBGE, pois é muito bom e seguro.

Enviado em junho de 2013

Texto enviado por Juliane Lunardon
Escola Estadual Santo Antônio - Paraná- PR
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Em minhas aulas com as turmas de 7º ano do Ens. Fundamental, ao abordar o tema Crescimento da População Brasileira, levei meus alunos ao laboratório de informática da escola e estimulei-os a observar, no site do IBGE, as pirâmides etárias dos estados brasileiros elaboradas a partir dos dados levantados pelo censo de 2010.

Após este primeiro contato com o site e as devidas observações sobre estes gráficos, solicitei que escolhessem dois estados brasileiros de regiões diferentes para que, comparando suas pirâmides etárias, pudessem perceber as diferenças socioeconômicas e populacionais existentes entre eles. O trabalho foi bastante produtivo e interessante. Percebi que o tema foi melhor compreendido pelos alunos, pois o aspecto visual pôde ser bem trabalhado com auxílio do site.

Enviado em junho de 2013

Texto enviado por Ana Lucia Chalita
C.M.Presidente Castello Branco - São Gonçalo - RJ
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Em 2008, desenvolvi com uma turma de 9º ano uma pesquisa sobre as características de idade, sexo e cor da pele das turmas do 6º ao 9º ano, no turno da manhã, seguindo as normas e referências de pesquisa do IBGE. Os alunos divididos em grupos ficaram responsáveis em entrevistar as turmas. Primeiro foi explicado o que era um Censo Demográfico, como, porque e para que ocorrem as pesquisas. Os estudantes acessaram o site do IBGE, levaram termos técnicos para a sala para discutir. Fizeram o levantamento quantitativo das turmas, analisamos os dados, fizemos gráficos de barras e setoriais, tanto por meio manual quanto digital, através do programa Excel. Os alunos fizeram uma apresentação sobre a aprendizagem realizada, levando em consideração as dificuldades em realizar a pesquisa com os colegas, que não queriam informar os dados, a dificuldade na aprendizagem dos dados e a facilidade em aprender na prática, na vivência da sala de aula.

Infelizmente não tenho o material, que foi perdido há cerca de dois anos, quando estava realizando o curso de mestrado e perdi todo o HD do meu notebook, com as imagens e dados. A realização de um trabalho de pesquisa, como o que aconteceu, proporcionou tanto envolvimento por parte dos estudantes que cada ano realizo um diferente.

No momento, estou envolvida em um projeto transversal sobre o Salário Mínimo, onde dados serão transformados em gráficos. E consequentemente o site do IBGE será consultado.

Bem essa é a minha pequena história. Abraços de Ana Chalita.

Enviado em junho de 2013

Texto enviado por Elania Maria Carvalho dos Santos Oliveira
E. M. João nascimento Filho- Estância- SE
(Ensino Fundamental 1° ao 5°)

Na minha graduação fiz vários artigos e precisei pesquisar muito. Em uma dessas pesquisas precisei recorrer ao IBGE, para me informar sobre dados estatísticos da cidade de Estância. Quando fui para o estágio essas pesquisas ajudaram muito meu desenvolvimento em sala de aula, e hoje estimulo meus alunos a pesquisarem no site do IBGE e também na própria instituição. Creio que todo cidadão brasileiro deveria se apossar dessas informações que revelam o modo como somos e como vivemos.

Enviado em maio de 2013

Texto enviado por Sérgio de Assumpção Oliveira
E.E. Lourival Fontes- Aracaju- SE
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Apresentei o Atlas Geográfico do IBGE aos meus alunos em sala de aula e fiz uma dinâmica de perguntas e respostas do tipo: quais as capitas dos Estados brasileiros e suas respectivas regiões. Expliquei a influência do Clima na configuração das diversas paisagens das regiões brasileiras. Desta forma, os alunos interagiram muito bem, pois, o uso do Atlas Geográfico do IBGE foi de fundamental importância no processo de ensino/aprendizagem. E assim, os alunos ficaram sabendo porque o clima interfere na configuração das paisagens das regiões brasileiras, propiciando fauna e flora características de cada região.

Enviado em maio de 2013

Texto enviado por Josinval Santos Matos
E. E. Lourival Fontes- Aracaju- SE
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Gostaria de compartilhar uma das inúmeras experiências adquiridas ao longo da vida docente. Mesmo com as dificuldades encontradas em sala de aula, como a escassez de materiais didáticos e a falta de estímulo dos alunos, decidi introduzir o Atlas Geográfico Escolar do IBGE nas minhas aulas. Com isso, as aulas tornaram-se mais dinâmicas atraindo a atenção dos meus alunos. Pude trabalhar os diversos conteúdos do Atlas de forma eficaz através de atividades em grupo, proporcionando assim, discussões sobre os inúmeros temas. Com isso o Atlas Geográfico Escolar do IBGE tornou-se um instrumento indispensável para o quesito ensino- aprendizagem.

Enviado em maio de 2013

Texto enviado por Macksan Diego Pereira Santos
Colégio Prisma- Umbaúba- SE
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Chamo-me Macksan Diego e leciono no Colégio Prisma no Município de Umbaúba-SE. E gostaria de contar uma experiência que há pouco tempo ocorreu na minha turma do 6º ano do Ensino Fundamental.

Ao ensinar sobre a formação do relevo e seus agentes modeladores, os alunos de modo geral despertaram um grande interesse no processo de vulcanismo, percebi que esse processo mexeu muito com a imaginação dos discentes. Continuei a aula sobre os agentes modeladores do nosso relevo, seja ele interno ou externo, mas sempre dando ênfase aos vulcões.

Pouco tempo depois tive uma ideia bem legal, e falei para eles que na próxima aula faríamos um vulcão e estudaríamos de forma mais aprofundada esse assunto que tanto lhes despertou o interesse. Durante a semana, percebi o entusiasmo dos alunos com relação à próxima aula de Geografia na qual eles produziriam um vulcão e aprenderiam de forma prática sobre eles.

No dia do trabalho, uma grata surpresa os deixou mais empolgados pois, eles esperavam que fossem produzir o vulcão de forma tradicional, com argila em forma de maquete. Mas não seria assim a forma dessa produção. O vulcão que eles produziriam seria em forma de papercraft, ou seja, montagem em papel e que continha a impressão e todas as partes que formavam o vulcão em 3D, e assim foi feito.

Na conclusão do trabalho eles puderam levar os vulcões produzidos por eles mesmos para suas casas, e o mais satisfatório foram os comentários nos dias seguintes até mesmo dos seus pais, que os próprios alunos fizeram questão de relatar.

Gostaria de agradecer ao IBGE por esse novo programa, e que de fato esse portal sirva como um meio de compartilhamento de experiência em sala de aula.

Enviado em maio de 2013

Texto enviado por Maria Adriana dos Santos Soares
C. E. Presidente Costa e Silva- Estância- SE
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Minha história inicia com o meu estágio realizado na Colégio Estadual Presidente Costa e Silva, no município de Aracaju, na sala do nono ano. Infelizmente não fui efetivada, mas valeu a experiência com os dados do IBGE, que utilizo desde minha formação acadêmica. O assunto dado era o continente europeu, passei um trabalho no qual escolhi 30 países do continente. Fiz o sorteio entre os alunos para dividir os países, então pedi para trazerem os dados da população (distribuição territorial, taxa de crescimento, entre outros). A critério, caso fosse interessante, teve um aluno que comparou esse dados com o Brasil, ficou muito interessante.

Texto enviado por Maria da Conceição
Escola Marinúzia Rodrigues- Nossa Senhora do Socorro- SE
(Ensino Fundamental 1° ao 5°)

Meu nome é Maria da Conceição e sou professora de Geografia há mais de 20 anos. Sempre que vou dar aula sobre cartografia/população/densidade demográfica, utilizo os mapas do IBGE, pois o Atlas funciona como um ótimo recurso didático para trabalhar, além da cartografia, os continentes, países e até mesmo vegetação, cerrado, entre outros. Os meus alunos adoram quando eu levo o material para sala de aula, pois segundo eles, as aulas tornam-se mais atrativas e eles passam a ter um novo olhar geográfico sobre os assuntos abordados na aula. Bom, eu como professora indico aos outros docentes os materiais disponibilizados no site do IBGE por que são atlas e mapas de fácil interpretação e informações valiosamente seguras.

Enviado em maio de 2013

Texto enviado por Christiane Regina Esteves Alcino
E. M. Harry Forssell- Itanhaém- SP
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Olá a todos!

Meu nome é Christiane Regina Esteves Alcino e sou professora de Geografia (PEB III) da rede municipal de Itanhaém (Baixada Santista – São Paulo). Trabalho na Escola Municipal Harry Forssell e gostaria de relatar neste blog a atividade que realizei no 2º trimestre de 2012 com duas turmas do 9º ano (uma do EJA e uma do regular). Estávamos discutindo em sala sobre saneamento básico no Brasil. Em duas aulas, trabalhei com os alunos na sala de informática. As turmas eram reduzidas (15 e 20 alunos, respectivamente) e eu pude contar com a ajuda do monitor de informática da escola para auxiliar os alunos a usarem os computadores.

Pedi aos alunos que entrassem no site do IBGE e clicassem na aba “População” e depois em “Saneamento Básico”. Em seguida, orientei a turma a consultar em “Tabelas” da PNSB-2000 o item “Tabela 46 - Distritos, total e sem rede coletora de esgoto, por principal solução alternativa, segundo as Grandes Regiões, Unidades da Federação, Regiões Metropolitanas e Municípios das Capitais – 2000” para que eles pudessem verificar a grande quantidade de distritos que não possuem rede de esgoto. Pedi que anotassem alguns dados desta tabela. Depois, pedi que os alunos conferissem na “Tabela 2 - Distritos, total e sem rede geral de abastecimento de água, por principal solução alternativa, segundo as Grandes Regiões, Unidades da Federação, Regiões Metropolitanas e Municípios das Capitais – 2000” o total geral de distritos sem rede de abastecimento de água e comparassem aos dados relativos ao esgotamento sanitário.

Com esta atividade a turma concluiu que as condições gerais de saneamento básico no Brasil estão ruins, que muito precisa ser feito neste aspecto e, além de tudo, aprenderam a pesquisar e a utilizar os dados disponibilizados no site do IBGE.

Em geral as turmas gostaram de realizar esta atividade, pois foi uma maneira de fazer “algo diferente”, fora da sala de aula e com materiais diferentes de pesquisa. Muitos aproveitaram para consultar outras tabelas, de acordo com suas curiosidades acerca da disciplina. Concluí, então, que a experiência, apesar de simples, foi produtiva!

Enviado em maio de 2013

Texto enviado por Bárbara Ferreira
E. E. B. Simão José Hess- Florianópolis- SC
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Pessoal, sou estudante de Geografia na Universidade do Estado de Santa Catarina, no campus de Florianópolis. Recentemente comecei estágio supervisionado no Ensino Fundamental, numa turma do 7º ano na E.E.B. Simão José Hess. Receosa devido a pouca experiência com alunos, e aproveitando que já faço estágio no IBGE-SC (setor GRN), acabo então recebendo a revista “Fala, IBGE” que na edição nº3 apresentava o novo site do “Vamos Contar”. Foi com certeza uma “mão na roda” naquele momento, pois o site conta com muitas atividades escolares, entre outros recursos, que abrem um leque de novidades justamente voltadas para cada grupo de idade.

Aproveitei alguns mapas já antigos, que não se usava por aqui pelo IBGE, e levei para a escola, que infelizmente possuía pouquíssimo material geográfico. Um mapa político (pequeno), atualizado com o censo de 2010, coloquei ao lado do quadro na sala de aula e não demorou muito até que curiosos fossem dar uma olhada e perguntar algumas questões.

Ainda não pude utilizar muitas atividades com os alunos, porque estou mais observando o ambiente enquanto a professora segue mais a frente com a matéria, mas semestre que vem darei aula para essa turma. Por enquanto adaptei a atividade “Um censo na escola” para o censo na sala de aula, alguns gostaram, outros acham que tudo é prova e fazem sem tanta vontade, mas foi fundamental para colher deles as informações que preciso para meu relatório. Essa atividade que escolhi vai ao encontro de temas da Geografia da População que eles estão aprendendo, é incrível como são participativos e sempre levantam assuntos polêmicos como o trabalho infantil.

Apesar de que eu ainda estar engatinhando, a professora me dá liberdade para trazer novos assuntos ou materiais e, sempre que vou, levo mapas, gráficos. Está sendo uma experiência enriquecedora, porque aprendo muito com os alunos e tento transmitir o conhecimento de maneira diversificada para não deixar os alunos caírem na inatividade em sala de aula.

Enviado em maio de 2013

Texto enviado por Vanessa Aparecida Camargo
Escola Arco Íris - Lençóis - BA
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Olá, eu gosto muito de trabalhar com mapas em aulas e com dados do site do IBGE, principalmente, cidades. Pois bem, para o alunos entenderem densidade demográfica pedi que pesquisassem no site o tamanho da população lençoense e área do município. Com esses dados em mãos fizemos o cálculo de densidade, porém, como o município tem uma zona rural muito extensa, o valor não é fiel ao que observamos na malha urbana. Para esclarecer o assunto usei o mapa gerado no sistema SIDRA, onde é possível ver o tamanho do município, em conjunto com uma imagem que mostra a malha urbana. Fizemos um breve cálculo de área da malha urbana e aí sim, dividimos a população urbana pela área correspondente e obtivemos uma densidade demográfica bem próxima ao real. Com essa atividade, além dos alunos do 8º ano entenderem o que é densidade demográfica (de uma vez por todas!) eles também compreenderam que, muitas vezes, é preciso ter um olhar mais crítico sobre dados estatísticos, pois em determinados aspectos, os dados podem não representar fielmente o que é observado na realidade. Por enquanto, foi isso, mas estou planejando diversas aulas com os mapas que acabei de baixar!

Enviado em março de 2013

Texto enviado por Thiago Eric Santos
E.E. Ovídeo Edgar de Albuquerque- Maceió- AL
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Olá Vamos Contar IBGE,

meu nome é Thiago Éric Santos e, das turmas que leciono, gostaria de relatar sobre a atividade que desenvolvi no 9º ano do Ensino Fundamental na rede estadual de ensino em Alagoas. A turma não possuía livro didático e isso causava um transtorno para trabalhar os conteúdos em sala de aula, já que textos e atividades tinham que ser escritos no quadro ou xerocados. Para suprir parte dessa dificuldade inseri o estudo do Atlas Geográfico Escolar do IBGE, já que temos alguns exemplares dele na escola.

A atividade aconteceu quando trabalhamos o conteúdo Europa; com o Atlas fizemos um jogo que tinha como principal objetivo procurar informações da Europa por todo Atlas. Fiz um questionário com 15 perguntas sobre diversas informações europeias, já que o Atlas é muito completo e aborda vários conteúdos. Na questão dávamos o número da página no Atlas e a pergunta em relação a Europa.

Os alunos participaram ativamente da atividade, mesmo aqueles que, na maioria das vezes, são desmotivados e tem pouco interesse em participar das aulas. Além do mais, o Atlas funcionou como um ótimo recurso didático para trabalhar os continentes de uma maneira mais dinâmica e diferenciada.

Eu como professor quero agradecer desde já a ajuda dada pelo IBGE no ensino de Geografia e agradecer pelos meus alunos por materiais de tanta qualidade que incentivam o estudo.

Enviado em março de 2013

Texto enviado por João Mário
E. M. de Ens. Fund. Freitas Brandão- Aracaju- SE
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Iniciei na Escola Municipal Freitas Brandão como estagiário, ao chegar ao fim do estágio fui efetivado, entre estes dois eventos (estágio e efetivação), tive a oportunidade de participar de um evento na universidade com palestra de membros do IBGE. Além de grande conhecimento absorvido, também foram sorteados alguns materiais , dentre eles , mapas , livros sobre população e etc. Ao chegar na escola no dia seguinte levei o material e apresentei aos meus alunos. Montamos dinâmicas e fizemos rodadas de perguntas e respostas sobre os temas apresentados no material que foi disponibilizado pelo IBGE. Por fim, foi grande a mobilização entre os alunos e foi muito proveitoso no quesito aprendizagem.

Enviado em março de 2013

Texto enviado por Janaína Cardoso de Araújo Lima
Instituto de Educação Integral Diversa- Guanambi- BA
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Aula de cartografia
A aula aconteceu com a turma do 7º ano. Os alunos receberam um mapa da bahia com a divisão municipal e no laboratório de informática acessaram o site do ibge/cidades e foram identificar no mapa a localização do seu município, bem como os municípios que fazem fronteira e a capital do estado. A segunda etapa foi verificar alguns dados do município como: ano de emancipação política, extensão territorial, população e densidade demográfica. Os alunos ficaram maravilhados, principalmente no momento em que eles conseguiram identificar seu município no mapa. Isso foi possível em uma aula. No final da aula me senti realizada por ter elaborado uma atividade produtiva.

Enviado em março de 2013

Texto enviado por Thiago Alves dos Santos
Diretoria de Ensino de Itararé - SP

Estou na função de Professor Coordenador do Núcleo Pedagógico. Nessa função, meus colegas de Oficina Pedagógica e eu tivemos a possibilidade de realizar, em parceria com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), um grande encontro de professores que reuniu, no NTE (N úcleo de Tecnologia Educacional), docentes de Ciências Humanas e suas Tecnologias (CHT) e Ciências da Natureza e suas Tecnologias (CNT) da cidade de Itararé. Inicialmente, foi realizada a apresentação do palestrante do IBGE, Paulo Roberto, e dos objetivos da palestra, cujo enfoque foi dado ao uso do site do Instituto no dia a dia escolar, como estratégia para ampliar o utilização de novas tecnologias na vida dos educandos.

Posteriormente, ele demonstrou a potencialidade do site, que possui um grande rol de estratégias e conteúdos bem amplificados na interdisciplinaridade. Foram abordadas formas de se montar mapas e cartogramas, tabelas, gr áficos, ranking, web cart; obter pesquisas completas, informações específicas por cidades, censo, pirâmide etária (que pode ser do Brasil, do Estado, do município ou de setores específicos do município) e explorar parte do site destinada à educação infantil e fundamental do ciclo I. Após essa etapa, os professores foram direcionados para os computadores, assim, promovendo a familiarização com o site.

O objetivo do encontro era mostrar para os docentes a potencialidade do site do IBGE e a conseqüente viabilidade de seu uso freqüente em sala de aula, uma vez que possui um acervo muito grande e recursos tecnológicos bastante variados. Dias depois, recebemos alguns relatos dos professores que estavam presentes no encontro. De um modo geral, as falas apontaram que, com a utilização dos dados e do site do IBGE, as aulas se tornaram mais atrativas e, assim, os estudantes ficaram mais atentos ao desenvolvimento da temática proposta.

Enviado em fevereiro de 2013

Texto enviado por Marcos Bertemes
EEB David Pedro Espindola – Barra Velha - SC
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Hoje trabalho como educador social em Jaraguá do Sul, porém, ao ver este site, fiquei com desejo de compartilhar uma atividade que realizei juntamente com ao professora de Geografia do Ensino Fundamental em 2010 usando uma ferramenta estatística do IBGE sobre países que participaram da então copa do mundo de futebol de 2010. Conheça a atividade realizada.


Enviado em fevereiro de 2013

Texto enviado por Marcelo Allgayer de Holanda Cavalcanti
Colégio Fazer Crescer – Recife - PE
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

O Atlas Geográfico do IBGE, bem como sua plataforma digital de informações, permite aos professores e alunos um melhor aproveitamento no processo de ensino-aprendizagem. Juntamente com a profª Gilvanice Marques de Lima, que atua na mesma instituição, pudemos realizar atividades, em conjunto, no laboratório de informática. Os alunos tinham como material didático o Atlas Geográfico do IBGE (5ª edição) e solicitamos que os mesmos acessassem o link http://7a12.ibge.gov.br/vamos-conhecer-o-brasil/nosso-territorio em que poderiam visualizar diversas informações atuais e compará-las com outras de anos diferentes.

Dessa forma, foi possível aos alunos terem dados sobre as regiões brasileiras, bem como, no estudo em questão, visualizar em mapas diferentes o processo de ocupação do espaço em momentos distintos; áreas com maior e menos quantidade de terras indígenas; ou o processo de crescimento e distribuição industrial nas regiões associando ao momento econômico dos seus estados.

Foi uma experiência excelente, diferente de um trabalho tradicional, e que permitiu aos alunos questionar, contextualizar e estabelecer relações entre as informações que eles mesmos já dispunham. Faz parte da nossa prática pedagógica.

Enviado em fevereiro de 2013

Texto enviado por Rodrigo Melo Lobo
Colégio Impacto- Ilhéus- BA
(Ensino Médio)

Utilizamos as TIC's (projetor e notebook) para trabalhar com os dados do IBGE. Nessa atividade (retirada do site: http://revistaescola.abril.com.br) que irei descrever tínhamos como objetivos:
- Compreender que o desenvolvimento de um país é uma tarefa complexa de se avaliar e que a visão meramente econômica é insuficiente.
- Identificar e compreender os índices mais empregados para a avaliação do desenvolvimento dos países.
- Comparar o desenvolvimento dos países cruzando graficamente IDH e Índice de Gini.

Conteúdos
- Métodos para medir o desenvolvimento
- Os índices de produção econômica e de desenvolvimento humano: PIB, PIB per capita, IDH e Índice de Gini.
- Linguagem gráfica e cartográfica

Enfim, o site do IBGE nos ajuda em várias atividades das mais diversas disciplinas, até porque nós prezamos pela interdisciplinariedade. Abraços.

Enviado em fevereiro de 2013

Texto enviado por Karen Trivinho Gelesov
Colégio Lumière – Guarulhos - SP
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Percebi, e percebo até hoje, a grande dificuldade de localização que a maioria dos alunos apresentam. Dificuldades de orientação espacial e também em saber onde ficam pontos específicos, como países, por exemplo, em um mapa. Hoje leciono em dois colégios particulares, porém, nesses 10 anos de profissão, percebi que essa dificuldade vinha sendo muito comum. Resolvi, então, iniciar um trabalho com os alunos do Fundamental II (6º e 7º anos), de Cartografia. Neste trabalho os alunos, semanalmente, ou de 15 em 15 dias, apresentam um mapa, reproduzido por eles, pegos em fontes como o site do IBGE Teen ou em Atlas Geográfico. Antes dessa reprodução, os mesmos aprendem a fazer a leitura de um mapa. Com essas e as demais séries, a leitura de gráficos e mapas também ocorrem como treino. Pois, infelizmente, alunos em períodos de vestibulares caem em "pegadinhas", pois não sabem ler um gráfico, uma tabela ou um mapa. Com meu trabalho, e com a ajuda do IBGE, procuro amenizar essas dificuldades. E assim caminham, escolas, professora Karen e seus alunos!!!!

Enviado em fevereiro de 2013

Texto enviado por Caroline Araujo Costa
E.E.F Taquara - Serra - ES
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Utilizo vários recursos disponibilizados pelo IBGE, principalmente nos portais IBGE Teen, IBGE 7 a 12 e Mapas Escolares, pois leciono para o Ensino Fundamental. Além dos mapas e dados estatísticos, os portais oferecem animações que deixam as aulas muito mais didáticas. Mas o que mais tenho utilizado são os mapas do "Atlas Nacional do Brasil" (2010), pois possui mapas do meio físico até de redes de comunicação. Assim, além de Cartografia, é utilizado nos mais diversos assuntos, a partir da interpretação desses mapas temáticos. Enfim, são muitos os auxílios didáticos que o IBGE fornece.

Enviado em fevereiro de 2013

Texto enviado por Ingrid Daniele da Cruz
E.M. Prof Juracy Martins - Itararé - SP
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Sou professora das disciplinas de História e Geografia. Ano passado, quando trabalhei a disciplina de Geografia numa turma de 6ª série, utilizamos os dados recentes do IBGE para identificarmos a quantidade de pessoas que residem no Brasil, seu grau de escolaridade e todos os dados importantes para realizarmos um texto informativo sobre a situação atual brasileira, segundo dados estatísticos. Além de que, os alunos foram levados até a sala de informática para pesquisarem sobre esses dados no site do IBGE, tornando a aula mais atraente e informativa.

Enviado em fevereiro de 2013

Texto enviado por Verônica Costa
Escola Estadual Professor Furtado de Mendonça - Cachoeira de Minas - MG
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Nosso trabalho foi desenvolvido da seguinte forma: Usamos os mapas que tínhamos do ano de 2010 e o manual do professor que também nos foi enviado. Com a turma, fizemos a leitura dos mapas observando os temas: densidade demográfica, população absoluta e relativa, populoso e povoado, distância aproximada de um local para outro e as terras indígenas. Fizemos uma síntese das informações mais relevantes e confeccionamos cartazes comparando as informações anteriores com as atuais. Foi muito válido pois os alunos ficaram mais informados sobre o trabalho do IBGE e sobre os dados atuais. Obrigada.

Enviado em dezembro de 2012

Texto enviado por Luciane Freitas
Escola Estadual Prof Caetano Carbone - Itararé - SP
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Muitos pensam que as pesquisas produzidos pelo IBGE devem servir de base e objeto de estudo apenas para as aulas de Geografia.
Bom, eu discordo um pouco disso. Sou professora de Matemática e utilizo as informações do IBGE para trabalhar diversos conteúdos de minha disciplina.
Um modo de tornar minhas aulas de estatística bastante interessantes e atrativas aos meus alunos foi apresentar a eles informações referentes ao município onde moramos.
Com os dados sobre a população disponíveis no site do IBGE eles puderam perceber a
importância deste tema em suas vidas e compreender melhor os conceitos que lhe estavam sendo ensinados!

Enviado em dezembro de 2012

Texto enviado por Marta Lopes Pereira
Esc.Educ.Infantil Casa da Criança - Município de Itaqui - RS
(Educação Infantil)

O mês de outubro é dedicado as crianças. Eu fiz um trabalho sobre os animais, pois toda criança geralmente tem um animal de estimação. Começamos com os animais de estimação: qual o nome, alimentação, como o corpo era coberto, o som que o animal produz, onde ele vive...

Depois passamos para os animais da nossa região. Cada aluno tinha que dizer a letra inicial do seu nome e o nome de um animal com a mesma letra inicial do seu nome. Alguns nomes foram fáceis mas chegamos na Kimberlin e ficou um pouco mais difícil. Mas eu havia pesquisado "Koala" que é um animal que não existe na nossa região.Fizemos máscara.

Coloquei todas as letras do Alfabeto e pedi para eles dizerem o nome dos animais de acordo com a letra do alfabeto. Se o animal vive na terra, deveriam escrever com a cor vermelha e, se fosse na água, deveria ser azul. Foi muito divertido! Cada qual queria dizer o maior número possível de nomes de animais.

  
  



Outro dia pesquisei a imagem de um animal para cada letra do alfabeto e levei para brincarmos. Precisava ver o brilho nos olhinhos quando eu dava umas dica sobre o animal e eles conseguiam acertar! Muitos não conheciam alguns animais da nossa região como: Bugio, Capivara, Ximango...

Estou aguardando o Kit. Tenho 20 alunos, idade de 5 anos, sei que não poderei contemplar todos os alunos com os exemplares, mas adorei relatar essa experiência e vou realizar as outras sugestões de atividades com os meus alunos."

Enviado em novembro de 2012

Texto enviado por Zilrene Alcantara Miguel
Escola Estadual Exército Brasileiro - São Paulo - SP
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Eu sempre indico o site do IBGE para pesquisas com os meus alunos.No início de cada ano, eu indico livros e sites interessantes para todas as minhas turmas. O site do IBGE é um ítem permanente nesta lista.

Sempre utilizo o "IBGE 7 a 12" e o "IBGE Teen" no Laboratório de Informática para ilustrar alumas de minhas aulas.

Enviado em novembro de 2012

Texto enviado por Josana de Cássia Trojan Zakczewiski
Escola Estadual Dr. Epaminondas F.Lobo - Itararé - SP
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Sou professora desde 1992.Na área de geografia, trabalho na mesma escola desde 1995 No início trabalhei com História e a partir de 2000 me efetivei no cargo de professora de geografia.

Sempre gostei de usar os dados do IBGE em aulas temáticas, gosto de trabalhar a construção e análise de gráficos. Acredito que, nessas ocasiões, os alunos se envolvem e participam melhor dos assuntos, além de desenvolverem em especial a curiosidade de comparar situações,o que é essencial para elaborar críticas e buscar soluções.

Enviado em novembro de 2012

Texto enviado por Thais Moura
EMEF Mª Albuquerque Lima - Paracuru - CE
(Ensino Fundamental 6° ao 9°)

Atualmente ,leciono somente nos anos finais do ensino fundamental,porém, no ano passado, eu lecionava no ensino médio e utilizei o conteúdo do Atlas Geográfico para complementar (e que complemento!) o material didático fornecido pela Seduc-Ce para o 1º ano.

As aulas aconteceram no LEI(Laboratório Educativo de Informática) e o conteúdo já havia sido previamente discutido e debatido em sala Foi uma aula muito rica onde os alunos participaram comentando sobre a Teoria da deriva dos continentes e da Tectônica de Placas .Elaborei um roteiro para a pesquisa.No final, cada aluno teve que apresentar o resultado da pesquisa sobre a Deriva dos continentes e das placas tectônicas. Eles se encantaram com os efeitos dos mapas!

Enviado em novembro de 2012

Texto enviado por Sandro José Gomes dos Santos
Escola Santo Inácio de Loyola - Olinda - PE
(Ensino Médio)

Numa turma do ensino médio, discuti com os alunos o seguinte tema: "se o controle de natalidade seria importante para desenvolver o Brasil". Procurei expor minhas ideias, ouvir e respeita a opinião dos alunos. Mostrei os dados atualizado do IBGE fazendo um paralelo com as taxas de natalidade do passado, quando as pessoas tinham mais filhos. Falei que os índices também mudam com o passar do tempo, devido as políticas públicas, crescimento econômico, inserção da mulher no mercado de trabalho e os índices de melhoria no país também contribuem para uma estabilidade populacional.

Enviado em novembro de 2012


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