O Vamos Contar é o ponto de encontro do IBGE com os educadores. Este é um site pensado para oferecer informações atualizadas sobre o Brasil por meio de atividades e recursos para as aulas.

Educador,

Você já trabalhou os conteúdos produzidos pelo IBGE em sua sala de aula? Que tipo de atividades seus alunos desenvolveram? Esse é um espaço para você contar sobre essas experiências e conhecer o trabalho de outros professores.

Acesse o menu ao lado em "conte sua história" e preencha o formulário para nos contar como é que aconteceu a sua atividade. Se puder enviar imagens, será ótimo.

Esse blog é moderado e, após avaliação, seu texto será publicado.

Atlas Geográfico Escolar
E atenção: Os 100 primeiros professores que
tiverem suas colaborações publicadas no site
ganharão um kit com 10 Atlas Escolares.

Seja bem-vindo e conte para o Brasil sobre suas experiência com o conteúdo do IBGE!

Lembramos que as informações e textos aqui publicados são de responsabilidade de seus autores.

  • Texto enviado por Sergio Zilberstein
    EMEF Marcirio Goulart Loureiro- Porto Alegre- RS
    (Ensino Fundamental 6º ao 9º ano)


    Objetivo:
    - compreender as verdadeiras origens territoriais e culturais do povo africano.
    Conteúdos:
    - neocolonialismo, diversidade étnica.

    Tempo estimado: 8 períodos de 50 min.

    Material utilizado:
    -computadores com acesso à internet
    - cartolinas
    - colas coloridas
    - Atlas para consulta e mapa político do continente africano.

    Organização da Turma : grupos de 4 alunos.

    ETAPAS: os alunos apresentaram trabalhos na Semana da Diversidade da escola. Para tal, desenvolvemos a seguinte atividade: cada grupo pesquisaria sobre uma tribo africana em vez de, como de hábito, fazê-lo sobre os quilombolas e a origem nacional da afro descendência. Com essa atividade, conheceriam estruturas tribais primitivas africanas, sua espacialização no continente africano e as coincidências (ou não) de suas áreas tribais com os limites territoriais definidos pelos colonizadores no Neocolonialismo (Conferência de Berlim - 1884/1885), bem como aspectos culturais pitorescos, vestimentas, moradias e outros. Assim, poderiam estudar a divisão do território africano pré-colonial e traçar um paralelo com o que ocorreu pós-colonização, compreendendo e opinando sobre as origens dos conflitos territoriais que subsistem no continente até hoje, seja pela união forçada das tribos, seja pela opressão europeia sobre o continente.

    Avaliação:
    como os membros dos grupos eram autores de suas pesquisas, textualização, composição de cartazes e compreensão das características dos povos que lhes competiam, fizeram apresentações presenciais aos colegas dos cartazes e das peculiaridades tribais durante a Semana da Diversidade. O trabalho em grupo (realização / pesquisa / correção / apresentação) mereceu pontuação e a atuação individual também.

  • Texto enviado por John Max Santos Sales
    Faculdade de Balsas- Balsas- MA
    (Ensino Superior)


    Economia e Teledramaturgia: uma análise do cenário econômico, geográfico e político brasileiro através de novelas e minisséries.

    John Max Santos Sales

    Visando dar uma dinamicidade maior as aulas de Economia II do curso de Ciências Contábeis, o Prof.º John Max lançou um desafio aos alunos onde caberia a estes decifrar um panorama político, geográfico e econômico brasileiro a partir de novelas e minisséries. A disciplina tem por objetivo trazer à tona o entendimento deste panorama compreendendo o período do final do século XIX até os dias atuais.

    "Como falar do ciclo de borracha sem relembrar das minisséries Amazônia e Mad Maria? Como falar do papel dos imigrantes na economia cafeeira sem recordar da novela Terra Nostra? Como comentar sobre os levantes sociais da década de 1920 e os efeitos da quebra da Bolsa de Nova York no Brasil sem comentar sobre a minissérie Um só coração? Ou mesmo como falar do Plano de Metas e estratégia da construção de Brasília sem ao menos mencionar a minissérie JK?", indaga o professor.

    A metodologia adotada foi a seguinte: Em cada turma formaram-se 5 grupos onde cada um deles recebeu figuras referentes a novelas, minisséries, dentre outras imagens e dados que pudessem auxiliar no raciocínio. O desafio era que os grupos se organizassem e discutissem, a partir de auxílio de livros e anotações do caderno, uma ordem cronológica e coerente das figuras recebidas. Algumas imagens acompanhavam pequenos textos e dados que davam pistas de como enquadrar. Após a definição da ordem, cada grupo deveria explicar ao professor a relação entre as figuras das novelas e minisséries com o embasamento teórico acerca da política e economia da época. Depois da exposição de cada grupo ao professor, foi promovido um amplo debate onde cada grupo comentou a relação da teledramaturgia brasileira com a disciplina.

    O que os alunos não sabiam é que o debate proporcionaria uma ampla revisão da economia brasileira do final do século XIX até o final da década de 1950, uma vez que cada grupo possuía épocas de análise distintas, mas que em conjunto formaria uma revisão enriquecedora da matéria dada.

    Importante frisar que a base bibliográfica da atividade foi o livro "Economia Brasileira Contemporânea", dos autores Gremaud, Vasconcellos e Toneto Júnior. Nele consta dados significativos fornecidos pelo IBGE, que sem estes, os alunos não poderiam compreender, por exemplo, o panorama da produção doméstica, exportação e importação de produtos primários, taxas de crescimento do PIB e por setor (indústria, agricultura e serviços), dentre outros. "Os argumentos dos alunos seriam falhos caso não houvesse respaldo também na discussão a partir de dados", comenta o profº. John Max. Tendo em vista que se faz importante avaliar os impactos derivados das decisões ocorridas no âmbito econômico, cabe mencionar, neste sentido, o papel valioso do IBGE por disponibilizar dados para avaliação.

    De acordo com o Prof.º John Max, a dinâmica teve uma boa receptividade por parte dos alunos e que alguns deles surpreenderam com o poder de argumentação frente às imagens concedidas, chegando a convencê-lo de uma ordem contrária a estabelecida. A dinâmica comprovou o aprendizado de boa parte dos graduandos frente à disciplina apresentada, estimulando também o senso crítico acerca de obras apresentadas na televisão brasileira.

    Enviado em Abril de 2015

  • Texto enviado por Bruno Leardine
    Santanna International School- Vinhedo- SP
    (Ensino Fundamental 6º ao 9º ano)


    Olá pessoal meu nome é Bruno Leardine, sou professor de Geografia no Colégio Santanna de Vinhedo, no interior do estado de São Paulo.

    Sempre faço uso do site do IBGE, em especial gosto muito de utilizar o canal IBGETEEN que apresenta temas sempre interessantes e um layout atrativo aos estudantes.

    Recentemente realizamos um trabalho sobre urbanização e industrialização do Brasil, tema que envolve muitos dados históricos e contemporâneos.

    Gosto de tentar entender os arranjos sócio econômicos do Brasil atual com o grupo do 7º ano a partir das análises dos dados do IBGE e da comparação destes dados.

    É neste momento que os canais MÃO NA RODA e ESPECIAIS ganham força total.

    Gostaria também de compartilhar com todos vocês o passo a passo das atividades realizadas e os aplicativos que nos ajudaram a dar ainda mais força aos dados do IBGE.

    Ordem dos acontecimentos:

    1. Exercício sobre o que imaginam das raízes culturais da nação brasileira ( objetivo: Captar o imaginário coletivo da sala).
    2. Coleta de dados científicos no canal ESPECIAIS do IBGETEEN com perguntas advindas do imaginário coletivo captado na atividade anterior ( objetivo: iniciar a construção de um discurso científico).
    3. Avaliação daquilo que escreveu com os dados coletados e mais 3 textos diferentes escritos pelas (os) colegas. (Comparar os discursos científicos e perceber diferentes fontes bibliográficas e layouts de textos, além de valorizar a escrita dos colegas).
    4. Atividades no laboratório:
    Com o auxílio do canal MÃO NA RODA do IBGETEEN criamos nosso próprio infográfico, que continha as informações provenientes do imaginário dos (as) estudantes e os dados científicos levantados na atividade anterior.
    5. Construção de mapa do povoamento do país ao longo da história. (Aplicação dos pensamento científico a partir da percepção dos dados levantados).

    Os aplicativos utilizados em cada atividade são estes:
    https://venngage.com/ ( Para realizar os infográficos)
    https://realtimeboard.com/ ( Para realizar os infográficos)
    http://www.google.com/docs/about/( Para as coletas de dados científicos)
    http://www.google.com/forms/about/( Para montar formulários e compartilhar on line)
    http://www.flubaroo.com/( Para corrigir formulários, ótimo para testes com questões objetivas pois envia a resposta em menos de trinta segundos com porcentagem de acertos e erros em cada questão e notas dos estudantes).
    https://www.zaption.com/ ( Coloca questões em vídeos disponíveis no youtube)
    https://www.edmodo.com/ ( Para montar uma sala on line onde os alunos possam entregar trabalhos realizados na internet)

    É isso ai pessoal, foi um prazer compartilhar essa experiência com vocês.

    Enviado em Abril de 2015

  • Texto enviado por Felipe Muniz Gadelha Sales
    EEEP Pedro de Queiroz Lima- Beberipe- CE
    (Ensino Médio Técnico)


    Trabalho em uma escola profissional de Ensino Médio Integrado, onde sou Professor do Curso técnico em Agronegócio. Assim como outras áreas, nesta área é muito importante trabalharmos com as informações mais atualizadas existentes no Brasil, como: dados das lavouras, nº de estabelecimentos, área cultivada, dados por cultura e animais, etc. Com os dados do IBGE podemos mostrar estes dados de uma forma clara, além de incentivar aos alunos onde fazer uma pesquisa com dados oficiais, preparando para o mundo do trabalho e para o exercício da cidadania.

    Segue abaixo uma descrição resumida das atividades que fazemos com os alunos:

    Para mostrarmos a importância de uma atividade agropecuária apresentamos informações mais atualizadas sobre diversas cadeias produtivas dentro do Agronegócio, como por exemplo:

    - aquisição familiar de hortaliças e sua distribuição por região geográfica;
    - aquisição familiar de hortaliças e sua distribuição por classe e renda;
    - despesa mensal com alimento e bebida pela família brasileira;
    - área com pastagem; número de propriedades rurais;
    - número de trabalhadores rurais;
    - número de bovinos abatidos no ano;
    - número de indústria;
    - número de comércios varejistas de carne;
    - número de domicílios;
    etc

    Os alunos muitas vezes ficam impressionados com os números, principalmente quando apresentamos dados do município onde os mesmos residem. Após a primeira impressão começam a dar mais importância a uma determinada atividade na sua região, muitas vezes, criando uma consciência de responsabilidade local para manter uma atividade ou até mesmo reverter uma determinada situação.

    Enviado em Abril de 2015

  • Texto enviado por Sabrina da Luz Müller Castanho
    EMEF Deputado Marcírio Goulart Loureiro - Porto Alegre- RS
    (Ensino Fundamental 6º ao 9º ano)


    Objetivos:
    - Analisar a espacialização dos Blocos Econômicos no mundo.
    - Relacionar o papel do Brasil com outros grandes blocos econômicos da atualidade.
    - Localizar algumas multinacionais no mundo e destacar uma delas bem presente no Brasil.

    Conteúdos:
    - Blocos Econômicos da atualidade. Globalização (as multinacionais).

    Tempo estimado: Quatro períodos de 50 minutos cada um.

    Material utilizado:
    - Mapas dos Blocos Econômicos impressos do Atlas Escolar do IBGE - 6º ao 9º ano (versão 2010).
    - Mapa- múndi de parede (1,10m x 0,90m).
    - Atlas Escolar do IBGE - 6º ao 9º ano (versão 2010).
    -Placas de isopor pequenas.
    -Cola líquida.
    -Palitos com bandeirinhas.
    -Acesso à internet via computadores (Sala de Informática da escola).
    -Folhas e canetas.

    Organização da Turma: No primeiro momento os alunos ficam individualizados. No segundo e terceiro momentos, sentam em grupos de 3 ou 4 componentes.

    Metodologia:

    Passei para os alunos um pequeno texto em folha fotocopiada sobre os blocos econômicos atuais. Conceitos de 'economia' e de 'bloco econômico' foram abordados no texto, bem como a necessidade desta nova ordem econômica em vista da globalização intensificada nas últimas décadas. Falamos brevemente sobre países desenvolvidos, emergentes e subdesenvolvidos (retomando conceitos). Após este primeiro momento os alunos se dispuseram em grupos de 3 ou 4 componentes e receberam cada grupo fotocópias coloridas de mapas- múndi com os blocos econômicos atuais (material do Atlas do IBGE). Com os mapas em mãos solicitei aos alunos que analisassem a distribuição espacial dos blocos pelo mundo e notassem os principais blocos onde países integrantes se repetem, ou seja, países que participam de mais de um bloco. Pedi que relatassem os possíveis motivos disso. Após isso, deviam refletir sobre qual ou quais blocos têm maior importância econômica (poder aquisitivo e poder político, consequente) e qual ou quais têm menor poder e influência política e econômica mundial.

    Caso do Brasil – de quais blocos ele participa e qual a sua importância em cada um deles (especialmente o caso do Mercosul).

    Claro que as minhas intervenções se deram durante toda a discussão e lançamento de dados no caderno. Passei para os alunos uma tabela de países onde relacionam-se principais produtos de importação e exportação do Brasil, para quais países e, ao mesmo tempo, os alunos buscavam estes países e seus blocos nos mapas. Eu os auxiliava com os mesmos mapas mais o planisfério de parede à vista de todos.

    Relacionando tal assunto com a globalização (tema já abordado na turma), solicitei algumas empresas multinacionais presentes no Brasil.

    Anotamos no quadro branco os nomes lembrados pelos alunos e cada grupo ficou com uma empresa para pesquisar na internet em quais países elas atuam (incluindo o Brasil). Feita tal breve pesquisa, solicitei que cada grupo trouxesse 'bandeirinhas' pequeninas com o nome e/ou símbolo da multinacional de casa. O número das 'bandeirinhas' devia ser igual ao número de países onde tal empresa tem filiais mais a matriz.

    Em aula, distribuí um mapa - múndi político (do Atlas do IBGE) bem 'limpo' de informações (aquele só com os nomes dos países) para cada grupo. Eles colaram o mapa na placa de isopor e colaram as 'bandeirinhas' das multinacionais em palitos para cravá-los na placa de isopor (sobre os países com filiais e matriz). O país matriz deveria ter um palitinho mais comprido e as filiais, palitos mais curtos. As multinacionais pesquisadas e expostas foram "Burger King", "McDonalds", "Coca-Cola", "GM", "Petrobrás" e "Bunge". Por último, cada grupo fez breves relatos sobre suas pesquisas, o que aprenderam/entenderam sobre os temas abordados. Então, expuseram sua placa para a turma explicando a distribuição das empresas. Foi bem notado pelos alunos que a maioria esmagadora das multinacionais lembradas por eles tinha o mesmo país como matriz.

    Avaliação:
    Considerei a participação efetiva em cada etapa do trabalho e a atenção dispensada ao tema. As anotações de cada um dos grupos foram socializadas para a turma toda e as placas de isopor com os mapas- múndi foram explicadas por cada grupo e expostas na sala de aula.

    Enviado em Abril de 2015

  • Texto enviado por Marina Tatiani Nascimento
    EMEF Serafim Sanches - Catiguá - SP
    (Educação Infantil)


    Tema: O que é cidade?

    Objetivo:
    - Reconhecer aspectos do ambiente urbano.
    - Observar, descrever e analisar elementos de paisagens urbanas e em pinturas, fotografias, desenhos e ilustrações.
    - Compreender a estrutura e a organização de uma cidade

    Conteúdos:
    - Estrutura, característica e ambientes da cidade

    Faixa etária: 10 anos

    Tempo estimado: Sete aulas

    Material utilizado:
    - Texto de apoio ao professor e aos alunos
    - Imagem do campo e da cidade, mapa de Alagoinhas
    - Computador, dicionários, revistas e jornais

    Metodologia:

    Será feita uma sondagem sobre o que os alunos sabem sobre o assunto, e depois será apresentado aos alunos o tema da atividade

    Neste momento os alunos junto com a professora irão ler um texto chamado “O que é uma cidade” em seguida será pedido aos alunos que procurem no dicionário o significado de “cidade.” Para finalizar os alunos receberão uma pergunta para responderem que servirá de trabalho. (E para você o que é uma cidade? Escreva aqui sua definição.)

    Nesta aula será apresenta pela professora algumas figuras e fotos de cidades, em seguida os alunos também terão a oportunidade de identificar e recortar imagens de cidades, e, para finalizar, os alunos colarão no caderno a cidade que eles recortaram e o seu nome.

    Nesta aula os alunos visitarão ao laboratório de informática e poderão fazer uma pesquisa para conhecer e ver fotos de outras cidades; é importante que a professora esteja todo tempo os orientado nesta atividade para que eles não fujam do foco. Logo após a visita os alunos escreverão em seu caderno o que se encontra em uma cidade e quais são suas características, em seguida eles discutirão junto com a professora o que eles escreveram.

    Nesta aula será pedido aos alunos que contem para os colegas que outras cidades eles já tiveram a oportunidade de conhecer ou visitar, seja uma cidade grande ou pequena. É importante que eles procurem também mostrar diferenças entre esses espaços e os de sua frequência ou convivência habitual. Será aproveitada a oportunidade para saber mais dos alunos quais diferenças eles percebem entre as cidades e como seria a vida em cada uma delas.

    Nesta aula os alunos poderão compreender mais a estrutura e a organização da cidade através de um mapa de Alagoinhas. Cada aluno terá uma cópia deste mapa para analisar junto com a professora. Neste mapa os alunos poderão analisar (Zona Urbana, Zona Rural, município, Bairro, Distrito); em seguida eles receberão uma cruzadinha para responder com os conceitos sobre as partes que formam um município.

    Observação: Apresentei essa aula escola "EMEI Serafim Sanches" município de Catiguá São Paulo. Há pouco mudei para o Estado da Bahia.

    Avaliação:
    Para avaliar a aprendizagem dos alunos, será levado em conta a produção realizada ao longo da sequência didática. Levar em conta a evolução do aluno no que diz respeito à sua capacidade de expressão, escrita, compreensão do tema e da leitura e interpretação das imagens. Considerar também a participação de todos nos trabalhos individuais e coletivos e nas rodas de conversa.

    Enviado em Abril de 2015

  • Texto enviado por Texto enviado por Cleber Coelho Sant'anna
    EE Ismael Iglesias- Caraguatatuba- SP
    (Ensino Médio)


    Olá!!
    A Geografia permite vivenciar e compreender as mudanças e as transformações do espaço geográfico. Nossa cidade, Caraguatatuba, que sofreu uma grande catástrofe natural em 1967 e se reergueu, hoje é uma das melhores estruturas turísticas e urbanas no Brasil. Os alunos do Ensino Médio montaram com o professor de Geografia uma sala de exposição de fotos registrando a catástrofe, sua destruição e a resiliência do povo caraguatatubense, que hoje é morador de uma das cidades mais belas do Litoral brasileiro. As fotos foram expostas em "móbiles" numa sala ambiente, com imagens e dados atuais do IBGE, dados imprescindíveis como material de pesquisa.

    Enviado em Abril de 2015

  • Texto enviado por Texto enviado por Vilmara Sazzana da Silva
    Colégio Estadual Maria A Nigoski - Castro - PR
    (Ensino Fundamental - 6º ao 9º ano)


    Nas aulas sobre a regionalização do Brasil, segundo o IBGE, demonstramos as fronteiras entre os Estados e as regiões, para isso desenhamos 2 mapas de mesma escala, um deles contendo as regiões naturais, pintando por região e criando uma legenda. Numa folha transparente, desenhamos apenas o contorno do Brasil no mapa das regiões geoeconômicas, que não é a regionalização oficial do Brasil. Sobrepomos os mapas e os alunos visualizam cada umas das regiões naturais e as regiões geoeconômicas. Assim, fica mais fácil entender os critérios de regionalização do IBGE, perceber cada uma das regiões naturais com seus respectivos Estados e diferenciar as formas de regionalização do território brasileiro. Aula de 7º ano!

    Enviado em Abril de 2015

  • Texto enviado por Márcia Muniz França
    Colégio Pueri Pax - São Paulo - SP
    (Ensino Fundamental - 6º ao 9º ano)


    Coleta de dados e elaboração de mapas - Regiões do Brasil

    Iniciamos a atividade, com um bate papo, no qual eu tentei buscar o conhecimento prévio dos alunos em relação à localização e principais características de cada região brasileira. Após a conversa, fizemos algumas leituras e fomos até a sala de informática explorar as informações no site do IBGE. Os alunos ficaram maravilhados com tantas informações e principalmente com o fato de verem a população aumentando a cada minuto. Elaborei um questionário, no qual eles teriam que pesquisar as respostas no site. Após a coleta dos dados, elaboraram mapas de acordo com seus próprios conhecimentos, valorizando as principais características e localização de cada região. A atividade foi extremamente produtiva, pois pude perceber o senso de localização regional e a observação de cada um sobre as principais características regionais do Brasil.

    Enviado em Abril de 2015

  • Texto enviado por Juliana Dummer
    Escola Cônego Luiz Walter Hanket- Camaquã - RS
    (Ensino Médio)


    A atividade desenvolvida na aulas de Geografia teve como objetivo desenvolver a percepção de paisagem no município de Camaquã. Os alunos deveriam encontrar marcas da atuais atividades econômicas e de atividades econômicas no município. A atividade compreendeu uma pesquisa bibliográfica no site do IBGE nos dados socioeconômicos do município e, após esta pesquisa, realizam levantamentos fotográficos nas paisagem de Camaquã.

    Enviado em Abril de 2015

  • Texto enviado por Fernanda R. dos S. da Silva
    EMEIF Maria Andena Costa - Ferraz de Vasconcelos - SP
    (Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano)


    Relato da realização da atividade "Coleta de dados e elaboração de tabelas" em sala de aula

    Iniciamos com uma roda de conversa explicando aos alunos como seria a atividade. Em seguida fizemos a tabela na lousa, pedindo que levantassem as mãos de acordo com o número de residentes em suas casas. Após os relatos dos alunos, transformamos os dados em tabela. Em seguida fizemos um gráfico como atividade individual com os alunos. Como atividade final, elaboramos um gráfico coletivo com as informações coletadas das salas participantes do projeto.

    Atividade realizada pelas professoras: Inemilde Benício da Silva, Mirian Raquel Furtado Alves, Edna Martins de Andrade, Maria das Graças de Mello Santana, Fernanda Rodrigues dos Santos da Silva, Daniela Gloria Cavalheiro de Siqueira e Maria Darci de Oliveira Gomes.

    1° ano A e B - Professoras Inemilde e Mirian

     

     

    2° ano A e B - Professoras Edna e Graça

     

     

     

     

    3° ano B, C e D - Fernanda, Daniela e Maria Darci

       

       

       

       

       

       

       

       

    Atividade final - tabela e gráfico gerados com base nas informações coletadas de todas as salas participantes do projeto.

       

     

    Enviado em Dezembro de 2014

  • Texto enviado por Telma Aleixo
    EMEF Profª Maria Margarida Abreu Figueiredo - Ferraz de Vasconcelos - SP
    (Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano)


    Nós, professoras do 1º ao 3º ano da escola EMEF “Maria Margarida Abreu Figueiredo” da rede Municipal de Ferraz de Vasconcelos- SP, realizamos a atividade “Criando mapas de caça ao tesouro”.

    Foi estabelecida uma competição entre os alunos dos anos referidos. No decorrer da atividade os alunos se mostraram interessados e entusiasmados quanto à atividade proposta. Ao término, o grupo que encontrou primeiro a caixa com o tesouro se titulou como o vencedor. A atividade objetivou o estímulo da curiosidade, a competitividade, lateralidade e ao mesmo tempo contou com a interação e socialização entre ambos.

    Os participantes da atividade lúdica desenvolvida, os alunos, tiveram como prêmio o ganho de bombons.

    Enviado em Dezembro de 2014

  • Texto enviado por Laura Maria Machado dos Santos
    EMEF Luciano Poletti - Ferraz de Vasconcelos - SP
    (Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano)


    Atividade Leitura de dados

    Em nossa sala de aulas, o terceiro ano D, na Emef Luciano Poletti em Ferraz De Vasconcelos, temos uma biblioteca volante, construída com livros que fazem parte do acervo do PNAIC.

    Além de serem lidos durante as aulas, também fizemos um caderno de registros com os nomes dos títulos dos livros e, os alunos registram seus nomes neste caderno e levam o livro emprestado para ler em casa, devolvendo no dia seguinte ou após o final de semana anotando a data da devolução.

    A ideia foi bem aceita pelo grupo, que cuida muito bem do material, e este mesmo grupo já havia me questionado se eu sabia dizer qual o livro mais lido de nosso acervo, a partir da formulação desta hipótese de interesse dos alunos utilizei este material para fazer a atividade sugerida no site do IBGE, “Leitura De Dados”.

       

    O primeiro passo foi uma roda de conversa buscando os conhecimentos prévios do grupo, que é formado por 30 alunos, e no dia da atividade contava com 22 presentes, sobre formas de contar grandes quantidades de coisas diversas e registrar esses valores de forma simples, clara e objetiva para que outras pessoas possam entender também de forma objetiva os dados registrados. Destes 22 apenas duas crianças se utilizaram da hipótese gráfico ou tabela como sendo a melhor forma para descobrirmos e registrarmos dados variados.

    Conversei com o grupo sobre o IBGE, explicando o significado da sigla e a importância deste nos dados relevantes sobre o aumento ou diminuição da população do nosso país, diversas perguntas foram elaboradas pelas crianças que logo questionaram: “mas professora eles contam todas as pessoas de todas as casas de uma em uma?” Sim, respondi. “Mas como?” Foi então que expliquei que é tudo fracionado por ruas e casas dos municípios, só depois estas pesquisas são agrupadas e detalhadas em gráficos e tabelas. Para que entendessem melhor mostrei um gráfico de barras de nosso livro paradidático de matemática sobre brinquedos da turma, quase todos conseguiram fazer a leitura dos dados rapidamente e entender melhor o assunto abordado.

       

    O próximo passo foi questionar se aceitavam utilizarmos os livros de leitura da sala para construirmos nosso gráfico, já que tinham o interesse em saber qual o mais lido, todos concordaram, os livros foram dispostos numa mesa, mas a quantidade era muito grande então, decidimos que apenas cinco títulos seriam usados para fazermos a pesquisa.

    Realizamos a votação fazendo as anotações na lousa e, a partir dos dados descobertos, pedi aos alunos que tentassem construir um gráfico de barras em folha de sulfite utilizando todas as informações que já tinham, incluindo o livro paradidático para nortear esta construção. Logo já haviam alunos que definiram que o gráfico deveria ter cinco colunas pois, eram cinco títulos, que teriam de usar cores diferente para identificar os votos de cada livro. Tiveram um pouco de dificuldade apenas para definir com qual número deveriam começar a reta numérica do gráfico, sugeri que utilizassem o menor número encontrado na tabela de votação para facilitar o trabalho, e assim foi feito.

    Somente após a construção individual fizemos a construção da tabela e do gráfico em dimensões maiores em folhas de cartolina, onde todos os alunos participaram individualmente da construção, como seguem fotos abaixo.

    A atividade foi gratificante, abordei com o grupo várias outras formas de uso de tabelas e gráficos, inclusive as que existem nas embalagens dos alimentos, medicamentos, produtos no geral e a importância de se aprender este conhecimento que será utilizado para a vida toda. Fiz a leitura do livro mais lido para o grupo.

    Enviado em Dezembro de 2014

  • Texto enviado por Kátia Yuki Murakami
    EMEIF Silvino Antunes de Souza - Ferraz de Vasconcelos - SP
    (Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano)


    Atividade Leitura de dados

    A princípio foi apresentada a tabela com as informações determinadas pela atividade. Posteriormente foram dadas as questões da 2ª etapa, onde os alunos responderam sem dificuldades, vendo essa facilidade da resolução e de interpretação foi proposto um desafio, construção de um gráfico de acordo com a tabela.

       

    Como os alunos estão habituados com trabalhos por meio de gráficos, não houve muitos questionamentos para a resolução da atividade, os alunos sugeriram a construção de gráfico de: brincadeiras preferidas, filmes, animais de estimação e lugares.

    Os alunos reagiram de forma tranquila e sem dificuldades, ao final da atividade foi proposto um desafio onde os alunos construíram um gráfico de acordo com os dados apresentados. Sendo possível analisar a realização desta atividade de forma produtiva.

    Professores:
    - Conceição Moreira Fialho turma 1ºano B
    - Kátia Yuki Murakami turma 2º ano A
    - Patrícia Cardoso dos Santos turma 2º ano B
    - Sandra Regina de Souza turma 1º ano A.

    Enviado em Dezembro de 2014

  • Texto enviado por Ana Paula Silva Sanches
    EMEIF Sylvia da Silveira de Martini - Ferraz de Vasconcelos - SP
    (Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano)


    Seguindo a proposta da atividade no primeiro momento realizei uma roda de conversa com os alunos para explicar como ela seria desenvolvida e se algum aluno já havia realizado caça ao tesouro na escola, a conversa foi bem produtiva, todos puderam se expressar e tirar suas dúvidas.

    Após a roda de conversa apresentei a eles na sala de informática o site http://vamoscontar.ibge.gov.br/ levando eles a conhecer o que é um mapa.

       
       
     
     

    Sendo assim iniciamos a primeira etapa, montamos uma caixa que seria o baú do tesouro, os grupos escolheram o que seria o tesouro do grupo e a professora colocou um brinde para cada equipe, foi então decidido pelo grupo onde seriam escondidos os tesouros.

    Assim que as duas equipes fecharam e foram esconder o seu baú do tesouro, foi a hora de criar seus mapas. Foi muito colaborativo e as equipes conseguiram realizar seus mapas.

    Passamos para a parte da apresentação dos mapas e caçada ao tesouro, todos estavam bem animados, sendo assim com os mapas em mãos, com as orientações dos mapas conseguiram achar o tesouro.

    Os grupos, após acharem o tesouro, abriram seu baú e ganharam suas premiações.

    A atividade foi bem produtiva, realizamos uma roda de conversa para levantar questões como:
    - Qual equipe conseguiu achar primeiro o tesouro?
    - O que facilitou para equipe encontrar primeiro o tesouro?
    - O que se faz necessário colocar em um mapa?

    Portanto nesta atividade todos conseguiram participar efetivamente chegando assim no objetivo proposto.

    Enviado em Dezembro de 2014

  • Texto enviado por Solange Barros
    EMEF Dr Joracy Cruz - Ferraz de Vasconcelos - SP
    (Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano)


    Objetivo:
    - Identificar diferentes tipos de famílias, através da “Turma da Mônica”, que já é bem conhecida dos alunos;
    - Relacionar os vários tipos de famílias apresentados com formatos familiares da atualidade;
    - Compreender a família como primeiro espaço de convivência;
    - Construir um livro relacionando os diferentes tipos de famílias com a família do aluno;

    Conteúdo:
    - Utilizar desenhos de diferentes tipos de família a partir do livro “A Turma da Mônica”;
    - Fazer comparações de formatos familiares;
    - Produção textual;

       
       
    Desenvolvimento:
    - Primeiramente converse com a turma sobre suas famílias. Quais são as pessoas que a compõem e compare entre si os tipos de família que aparecerão na turma;
    - O professor deverá apresentar as famílias dos personagens da “Turma da Mônica” enfatizando seus diferentes tipos de família e algumas diferenças entre elas;
    - Em seguida deverá iniciar as atividades que irão compor o livro da família;
    - Ao final das atividades propostas e montagem dos livros, faremos um gráfico com a quantidade de pessoas que moram na casa dos alunos.

    Avaliação
    O professor deverá avaliar o aluno como um todo durante as atividades, por meio de participação e desenvolvimento pedagógico.

    Enviado em Dezembro de 2014

  • Texto enviado por Marinelva Almeida Moreira
    EMEF Luciano Poletti - Ferraz de Vasconcelos - SP
    (Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano)


    Objetivo: coletar dados e organizá-los em gráficos e tabelas. Ler e comparar informações de tabelas e gráficos de barras.
    Conteúdo: gráficos e tabela
    Tempo estimado: 2 aulas

    Atividade realizada pelos alunos do 1º e 2º anos, envolvendo tabelas e gráficos sobre frutas.

       
       
     

    No primeiro momento foi realizada uma pesquisa com os alunos sobre as sobremesas preferidas servidas durante a semana. Logo em seguida foi elaborada uma tabela juntamente com os alunos, onde cada aluno escolheu sua fruta preferida. Após contarem as frutas preferidas foi montado um gráfico o qual foi analisado com as seguintes questões:
    - Quais foram as frutas apresentadas para a votação?
    - Qual foi a fruta que mais teve o voto dos alunos?
    - Qual foi a fruta que menos teve voto?

    Avaliação
    A avaliação foi realizada durante o desenvolvimento das atividades em função dos seguintes critérios:
    - participação dos alunos na construção de tabelas e gráficos para registrar dados sobre as frutas.
    - organização do pensamento, da fala e o envolvimento dos alunos durante a elaboração e leitura da tabela e gráfico.

    Enviado em Dezembro de 2014

  • Texto enviado por Luana Mello Casarejos
    Emef. Pref. Helmuth Hermann Hans Louis Baxmann - Ferraz de Vasconcelos - SP
    (Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano)


    No nosso cotidiano temos contato com variadas informações e faz se necessário organizá-las e é na escola que os alunos têm a oportunidade de aprender a observar e analisar esses instrumentos. Sabendo que o IBGE faz diversas e ricas pesquisas através de dados e optamos por trabalhar com o tratamento de informação com os alunos. Escolhemos para desenvolver a atividade: Coleta de dados e elaboração de tabelas - http://cod.ibge.gov.br/214FH.

    Nesta atividade, optada por nós professores do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental I, da E. MEF. Prefeito Helmuth Hermann Hans Louis Baxmann, no município de Ferraz de Vasconcelos-SP, tínhamos como objetivo que os alunos conversassem sobre seus familiares, visualizassem a característica da turma e organizassem os dados em tabelas e gráficos.

    Inicialmente falamos da importância de saber as característica de nossa população. Fizemos então um levantamento de dados na sala de aula sobre o número de pessoas que vivem na casa de cada aluno.

    Em seguida, elaboramos a lista da turma com o nome de cada aluno e o número de pessoas que vivem em suas casas. A partir dessa lista, fizemos uma tabulação com os dados fornecidos pelos alunos quanto ao número de pessoas na família estabelecendo a seguintes quantidades: 2 pessoas,3 pessoas, 4 pessoas , 5 pessoas e mais de 5 pessoas.

    Depois de realizada a tabulação, conversamos que esses dados poderiam ser transferidos para um gráfico, o qual poderíamos montá- lo. Levantamos ideias e hipóteses de como este gráfico poderia ser montado e ser de fácil entendimento para outras pessoas.

    Em todo decorrer da atividade nos 1º, 2º e 3º anos, despertou o interesse e participação de todos os alunos. Ao trabalharmos com este eixo da Matemática, e os dados do IBGE, podemos relatar nossas experiências positivas, a nossa satisfação em desenvolvê-la junto aos nossos alunos e de como podemos acrescentá-la ainda mais à nossa prática.

    Enviado em Dezembro de 2014

  • Texto enviado Rony Von Ribeiro de Souza
    IFTO-GURUPI - Gurupi - TO
    (Ensino Médio)


    Sou professor do curso Técnico em Comercio faço trabalho com alunos de pesquisa dos utilizando os dados do censo do IBGE no site do IBGE, para isso os alunos realizam suas busca e identificam oportinidades de mercado na disciplina de Marketing, para a população residente de deteminada área geografica utilizando os indicadores disponibilizados no site. Na atividade, foram usados dados do site http://www.cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?lang=&codmun=170950&search=tocantins|gurupi . As principais informações utilizadas foram os dados de população e economia. A turma é de alunos de PROEJA, curso Técnico em Comercio, Disciplina de Marketing e Comunicação. Eu utilizei os gráficos como forma de interpretação de informação e propus aos alunos que pesquisassem as expectativas comerciais de novos negócios na cidade de acordo com a renda e a faixa etária da população.

    Enviado em Outubro de 2014

  • Texto enviado por Gilson Werle
    VIDEVEST Pré-vestibular - Videira - SC
    (Ensino Médio)


    Olá, Sou professor da frente de cartografia no Pré-Vestibular da cidade, sou apaixonado pelo assunto! Trabalho com todas as turmas as ferramentas do IBGE TEEN e IBGE 7 a 12. Incrível, essas ferramentas ajudam inclusive adolescentes a aprender Cartografia e orientação em mapas com facilidade, tudo simples, mas que no vestibular e no ENEM tem suma importância.

    Sempre utilizo o link: você sabe O que é o Geodésia?

    Mesmo para vestibulandos ele é fantástico! Permite uma assimilação rápida do assunto, que também é cobrado por determinadas bancas. A navegação em sala pelo “IBGE 7 a 12” desperta nos alunos a curiosidade de navegar na página da instituição. Como sabemos a gurizada gosta mesmo é da net, quando se consegue fazer eles navegar em páginas informativas nos pontos mais agradáveis do aprendizado é sensacional! Sempre que estamos relacionando um tema na aula de geografia, procuro mostrar algum mapa do Ibgeteen, o acesso é fácil e o aluno adora, acaba criando hábito de visualizar. Um grande abraço e parabéns pelo excelente trabalho!

    Enviado em Outubro de 2014

  • Texto enviado por Emília Dulce
    Escola Classe 411 norte - Brasília - DF
    (Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano)


    Atualmente leciono para o 1o ano, mas independente do ano, utilizo materiais e informações oferecidas pelo IBGE.

    Quando vou ensinar noções de matemática, como contagem, comento sobre o CENSO, que acaba se relacionando com conteúdos do nosso estudo social, sobre historia e geografia. Utilizo mapas e curiosidades que encontro no site do IBGE.

    Já utilizei a ferramenta do calendário, da pagina do IBGE infantil (http://www.7a12.ibge.gov.br/ ), que ilustra e comenta datas comemorativas. Achei muito interessante o espaço das brincadeiras!

    Os alunos adoraram o jogo da memória da fauna que corre risco de extinção e se conscientizaram do problema, já que puderam encontrar algumas coisas na nossa visita ao zoológico.

    Mais recentemente, tivemos na escola uma festa das regiões do Brasil. Nas aulas de informática, os próprios alunos utilizaram o site. E na nossa apresentação, optamos pela dança das fitas, lembrando o nordeste.

    É muito importante que órgãos federais disponibilizem dados não somente para adultos que já trabalham com isso, mas facilitem o acesso para crianças e professores!

    Enviado em Setembro de 2014

  • Texto enviado por Haroldo José da Silva Junior
    Maria José Balzanelo Aguilera - Londrina - PR
    (Ensino Fundamental - 6º ao 9º ano)


    a) Objetivos: Discutir o processo de migração no Brasil por meio do uso das músicas “Asa Branca” e a “A volta da Asa Branca” de Luiz Gonzaga

    b) Série recomendada: 7ª série/8º ano: a escolha dessa série foi feita a partir da análise das Diretrizes Curriculares da Educação Básica Geografia de 2008, que define o tema migração como conteúdo básico da série.

    c) Tempo Estimado: 100 minutos

    d) Material necessário: Atlas IBGE para a especialização dos locais citados, TV pen drive, ou um rádio, ou algo que reproduza a música. Duas folhas de papel A4 para cada aluno. Lápis de cor. Lápis preto grafite. Borracha

    e) Organização da classe: individual, para que sejam valorizadas as representações individuais de cada aluno acerca da aprendizagem do conteúdo.

    f) Etapas de desenvolvimento da oficina
    Passo 1: O momento ideal para se trabalhar essa atividade é após o professor trabalhar os conceitos de migração, motivos que levam o indivíduo a migrar, processos migratórios brasileiros principalmente no caso da região Nordeste para o Centro-Sul do Brasil.
    Passo 2: Distribuição de duas folhas A4s para os alunos, uma em branco e uma com a letra da música para os alunos acompanharem.
    Passo 3: Ligar o rádio ou TV Pen Drive e reproduzir a música “Asa Branca” em alto e bom som de modo que todos os alunos da sala ouçam claramente a letra e a melodia da música.
    Passo 4: Pedir para cada aluno pegar a folha A4 em branco que foi distribuída e com o lápis preto fazer um traço que divida a folha em duas partes.
    Passo 5: Pedir ao aluno que faça um mapa mental¹ de um lado da folha A4 explicitando a partir dos conhecimentos obtidos em sala e da música reproduzida quais eram as características do sertão da região Nordeste do Brasil quando o individuo migrou. O professor deve pedir para o aluno colocar no mapa mental elementos como: as características da paisagem do local, alguns exemplos são: falta de chuva, rios secos, animais magros e plantações escassas devido à seca, entre outros elementos que o professor julgar necessário.
    Passo 6: Pedir aos alunos que escrevam os possíveis fatores que fizeram com que o indivíduo citado na música migrasse do sertão nordestino para outra região.
    Passo 7: Ligar o rádio ou TV Pen Drive e reproduzir a música “ A Volta da Asa Branca” em alto e bom som de modo que todos os alunos da sala ouçam claramente a letra e a melodia da música.
    Passo 8: Pedir ao aluno que faça um mapa mental do outro lado da folha A4 de como acha que está o sertão da região Nordeste do Brasil atualmente, esse mapa mental pode ser reproduzido a partir dos conhecimentos do aluno e da letra da música.
    Passo 8: Pedir aos alunos que escrevam os possíveis fatores de atração que fizeram com que o indivíduo citado na música retornasse para o sertão nordestino.
    Passo 9: Pedir que cada aluno faça uma breve reflexão sobre diferentes momentos representados, com o intuito de identificar se os alunos compreenderam bem o conteúdo e se souberam relacionar os fatores de atração e repulsão com os diferentes momentos históricos (o momento em que o individuo migrou da região Nordeste para o Centro-Sul do Brasil e o movimento inverso representado na música).

    g) Avaliação
    Como método de análise o professor deve avaliar a qualidade e coerência dos desenhos feitos pelos alunos, analisar também se todas as etapas propostas foram cumpridas corretamente e qual foi o grau da relação que o aluno fez entre o conteúdo trabalhado anteriormente com as música trabalhadas.

    Enviado em Setembro de 2014

  • Texto enviado por Maria Antonia de Lima Queiroz
    Escola Estadual Monsenhor Mata - Natal - RN
    (Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano)


    Elaboramos um trabalho coletivo sobre as seleções de futebol dos países que irão jogar a Copa 2014 em Natal, com o intuito de aprimorar nosso conhecimento geográfico.

    Fizemos cartazes para colorir com as cores das bandeiras dos seguintes países: México, Camarões, Japão, Itália, Grécia, Gana, Estados Unidos e Uruguai. Além disso, consultamos canal IBGE Países, no qual obtivemos dados geográficos como população, localização, capital, idioma, moeda e também o histórico nacional para a leitura e discussão entre os estudantes. A experiência foi bastante interessante, porque aproveitamos o evento esportivo como ensejo para discutir geografia internacional.

    Enviado em Setembro de 2014

  • Texto enviado por José Leandro Rocha Cardoso
    GEC Nilo Peçanha - Rio de Jnaiero - RJ
    (Ensino Fundamental - 6º ao 9º ano)


    A atividade foi desenvolvida a partir dos dados de censos do IBGE entre os anos 1950 e 2010. Os alunos do 7º ano construíram, em dupla, pirâmides etárias, analisando os dados do desenvolvimento do país nos últimos sessenta anos. Ao realizar essa atividade, os alunos aprendem a fazer a leitura desse tipo de gráfico e entendem sua relação com a formação da sociedade brasileira.

    Enviado em Setembro de 2014

  • Texto enviado por Luan do Carmo da Silva
    Centro de Ensino Fundamental Vendinha - Brasília - DF
    (Ensino Fundamental - 6º ao 9º ano)


    Sou professor da rede pública do Distrito Federal e trabalhei com dois produtos cartográficos disponibilizados pelo IBGE.

    1. No sexto ano, ao trabalhar com recursos minerais no Brasil, lancei mão de um mapa síntese que obtive no site do IBGE, por trazer uma legenda pictórica e colorida, o mapa auxiliou os alunos a sistematizarem a disponibilidade de recursos minerais encontrados no território brasileiro. a atividade consistiu em lermos os dados apresentados e depois buscarmos justificativas para a distribuição espacial dos minerais metálicos e não metálicos pelo país, ao final buscamos entender quais as implicações da atividade mineradora para a economia do país e para a população que vive próxima das áreas de extração de minérios.

    2. No sétimo ano, ao trabalharmos a divisão regional do Brasil, em seus aspectos administrativos e geoeconômicos, os alunos construíram dois mapas-murais, cada um evidenciando um tipo de regionalização, os mapas foram completados com imagens, gráficos e textos que apresentavam características de cada regionalização e de cada região. Após esse conteúdo, iniciamos o trabalho com as atividades industriais presentes no Brasil, foi utilizado um mapa disponibilizado pelo IBGE acerca da concentração das indústrias no Brasil. Já que o mapa trazia dados complementares, utilizou-se tais dados para introduzir outros setores da economia, como o extrativismo, à pauta de conteúdos. Durante o trabalho com esses conteúdos - indústria e extrativismo - buscamos correlacionar os dados apresentados àqueles presentes nos mapas-murais e buscamos entender a concentração dessas atividades em determinadas porções do território brasileiro em detrimento de outros. Para que o aprendizado estivesse contextualizado e condizente com a realidade, buscamos fazer um resgate histórico e atentar-nos para os novos padrões de desenvolvimento dos setores da economia no território brasileiro.

    Em ambas as atividades foi possível perceber que o uso do mapa foi elemento imprescindível como meio para o aprendizado do aluno.

    Enviado em Setembro de 2014

  • Texto enviado por Débora Zórnio
    E. E. Pedro Brandão dos Reis - José Bonifácio - SP
    (Ensino Médio)


    Sou professora readaptada de Geografia e trabalho na sala de leitura da EE Pedro Brandão dos Reis de José Bonifácio- SP. O meu trabalho começou no início do ano letivo de 2013 quando dois alunos do 6º ano do Ensino Fundamental, com deficiência visual total, me procuraram na sala de leitura em busca de algum material para aprenderem sobre países e mapas. Não havia nada e conversando com eles fiz a pergunta que me impulsionou a desenvolver esse projeto: "Vocês acham que todos os países do mundo são do mesmo tamanho? " Eles pensaram e responderam sim, confusos. Naquele momento eu disse: vocês vão aprender sobre países comigo!

    Conversei com a coordenadora pedagógica, a diretora, a mãe dos alunos (são irmãos) e todos aprovaram e incentivaram. E comecei a confeccionar meu trabalho com a cara e a coragem, sem experiência alguma, criei mapas táteis utilizando o tecido tule nas áreas continentais para criar uma textura diferente do restante do mapa, diferenciando assim os continentes e oceanos, usei barbante para as linhas imaginárias e contornei todos os países com cola dimensional de alto relevo. Os meninos frequentam a sala de leitura em período diverso e contam com a ajuda dos amigos e alunos voluntários.

    Toda a confecção dos materiais de trabalho fazemos em conjunto, eu ditando as palavras e eles escrevendo em braille e colando no mapa . Como não sei braille, um aluno escreve e o outro confere para não colocarmos palavras erradas nos mapas e gráficos. Eu conto com uma grande aliada para desenvolver corretamente meu trabalho: a mãe dos meninos sabe braille e traduz para mim as avaliações de interpretações cartográficas e textos de História e Literatura.

    Além da dezena de mapas que confeccionei, fiz uma imensa maquete com inúmeras informações de espaço rural e urbano. Aprenderam coisas importantes como o que é um quarteirão, fiação elétrica, encontro de rios, barragem, represamento, litoral, pontes, curva de nível, trânsito.

    Construí um mapa urbano da cidade colocando todas as ruas escritas em braille do percurso da casa dos meninos até a escola e principais pontos da cidade. Nossas aulas são muito agradáveis, sempre com uma boa música. Os alunos voluntários são muito prestativos, me ajudam muito a elaborar os materiais adaptados de trabalho. Hoje, mais de um ano com eles quase diariamente, é perceptível a mudança que sofreram quanto ao conhecimento geográfico, os meninos identificam facilmente nos mapas, os países e capitais, oceanos, cordilheiras, rios, desertos, geleiras, continentes e ilhas, áreas tropicais, temperadas e polares...

    A Geografia é transformadora!

     
     

    Para conhecer mais fotos desse trabalho, clique aqui.

    Enviado em Abril de 2014

  • Texto enviado por Brenda Alexine Arduino
    Escola dos Professores Voluntários - Itapetininga - SP
    (Ensino Fundamental 6° ao 9°)


    Estou no último ano do curso de ensino superior tecnológico de Comércio Exterior. Durante o período de estudos desenvolvemos muitos projetos voltados para a área de conhecimentos geográficos, estudo populacional, desenvolvimento econômico, agrícola e pecuário. Para muitos destes projetos recorremos inúmeras vezes ao conteúdo disponibilizado pelo IBGE, o qual nos foi de extrema importância e valia. Um dos principais projetos, no qual usamos esse conteúdo como base de desenvolvimento e pesquisa, foi o PROJETO RONDON, realizado no ano passado, onde além de nos ter dado a oportunidade de enviar nossa proposta, também nos proporcionou a experiência de ensinar outras pessoas falando sobre o desenvolvimento de outras regiões do Brasil e suas diferentes condições culturais e econômicas. O que é de extrema valia para que possamos disseminar a aprendizagem e incentivar a busca por novos dados e informações a respeito de outras localidades brasileiras, e quanto a isso, é muito significativo que o IBGE possa nos ajudar e muito!

    Enviado em abril de 2014

  • Texto enviado por Luís Henrique L Fiorucci
    Escola dos Professores Voluntários- Itapetininga- SP
    (Ensino Fundamental 6º ao 9º)


    Sou estudante de Comércio Exterior, e já lecionei aulas como voluntário para grupos de alunos. Nossa atividade foi analisar cidades do estado de Rondônia que possuem muita desigualdade social em relação ao nosso estado (SP). Pesquisamos dados produzidos pelo IBGE sobre casas que possuem energia elétrica, tratamento de esgoto, distribuição de renda. Também analisamos taxas de natalidade e mortalidade infantil, tamanho das cidades, número de habitantes, PIB, etc. Com essas pesquisas, fora montado um projeto com propostas de educação social e ambiental, de políticas públicas de modo a conscientizar a população local. O projeto foi utilizado para inscrição do programa Projeto Rondon.

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Aparecida Pereira Irmão
    E. E. Vicente de Carvalho- Guarujá- SP
    (Ensino Médio)


    Estou lecionando há pouco tempo, sempre em escola pública, onde a clientela é muito variada, vindo de várias escolas municipais. Isto é um desafio, pois mostrar a importância da Geografia para esses alunos requer muita persistência e criatividade. Neste ano segui uma metodologia diferente com a turma do 1º ano. Comecei trabalhando a cartografia com o global até chegar ao local e assim mostrar a eles os vários tipos de informações, símbolos cartográficos, escala e projeções de uma maneira mais dinâmica. Utilizei o mapa do Brasil do IBGE, indicando as regiões geográficas e a divisão político administrativa. Gostei do resultado, principalmente quando focamos no mapa local, neste caso , o município de Guarujá que se localiza em uma ilha. O interesse e a aprendizagem dos alunos foram muito mais representativos que com outros métodos empregados. Fiquei muito satisfeita.

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Verônica Batista Silva Costa
    E. E. Prof Furtado de Mendonça- Cachoeira de Minas- MG
    (Ensino Fundamental 6º ao 9º)


    Boa tarde, nossa escola fez o trabalho com mapas sugerido pelo Vamos Contar, trabalhamos com o sexto ano onde pude perceber o interesse dos alunos pelo trabalho da cartografia. Este tema aguça a curiosidade dos alunos pois é nessa hora que ele percebem o quanto é interessante a confecção e as técnicas empregadas para construção de um mapa. Disponibilizamos para os alunos, através da internet, o livro Meu Primeiro Atlas, presente no página do Vamos Contar. Confeccionamos mapas, físicos, políticos, temáticos, onde os alunos ficaram atraídos pela arte da pintura dos mapas.

    Obrigada pela oportunidade.

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Gustavo Galvão Ferreira
    Sistema Exitus de Ensino- Três Lagoas- MS
    (Ensino Fundamental 6º ao 9º)


    Meu nome é Gustavo e sou professor de Geografia na escola Exitus em Três Lagoas/MS e utilizo o atlas do IBGE desde a faculdade, sempre procuro levar essas informações pra sala de aula. Durante uma aula no 7ºano sobre regionalização brasileira falamos sobre como foram divididas as regiões brasileiras, como isso ocorreu e quais foram as mudanças nessa divisão desde a primeira até a atual e resolvemos mostrar isso para todos a escola mostrando a cultura de cada região através da dança, das comidas típicas, acabamos fazendo uma festa na escola e os alunos acabaram aprendendo mais sobre o nosso país.

     

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Aroldo Alcântara de P Souza
    E. M. José Mauro M da Silva- Campo Grande- MS
    (Ensino Fundamental – 1º ao 5º)


    Sou professor do 5º ano e utilizo os dados e tabelas do IBGE para aulas de Geografia, História, Matemática, Língua Portuguesa e até Ciências. Por exemplo: o Referencial Curricular da REME traz como conteúdo "A realidade do negro e do índio no Brasil atual (lei 11.465/2008", busquei no site do IBGE uma tabela com a população das terras indígenas (1998), disponível em www.ibge.gov.br/brasil500/tabelas/terras_indigenas.html. Também para o conteúdo "Mato grosso do sul: localização no Brasil e no mundo", utilizo o canal Estados IBGE (disponível em http://www.ibge.gov.br/estadosat/) e com o canal Cidades IBGE (http://www.cidades.ibge.gov.br/xtras/home.php) já fiz pesquisa com minhas turmas na sala de informática para pesquisar quais são os municípios mais populosos do MS, destacando as populações rural e urbana. Trata-se de uma fonte confiável de dados para o trabalho escolar e científico.

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Júlia Patrícia B Ferro
    Colégio Diocesano de Garanhuns- Garanhuns- PE
    (Ensino Fundamental- 6º ao 9º)


    Sou professora de Geografia há 05 anos. Amo o que faço e acho que isso é que faz toda a diferença, pois ao preparar minhas aulas, levo em conta o que gosto, imagino quais perguntas meus alunos poderão fazer, o que poderemos debater em sala de aula... Adoro trabalhos que envolvam a criatividade e sempre, sempre falo do IBGE. Nos sextos anos, quando começamos a falar sobre taxas demográficas, pesquisas, explico logo o que é o IBGE, o que significa, a importância do trabalho de vocês e de colaborarmos com seus funcionários nas pesquisas. Indico o site para que os mesmos façam pesquisas, sempre coloco em meus slides ou avaliações textos baseados em dados do IBGE. Eles logo criam inúmeras perguntas, entram no site, dizem que já ouviram no jornal falar do órgão ou que viram alguém passar em sua casa, por vezes um ou outro leva algum atlas e todos ficam com vontade de ter um também. Trabalhei como recenseadora uma vez e sempre mostro minha foto a eles com a roupa, eles acham o máximo e eu fico cada dia mais orgulhosa. Obrigada ao IBGE por ser este órgão competente, responsável e transparente. Vocês tornam as coisas mais claras e nos ajudam de diversas formas, na área profissional e como brasileira. Sou orgulhosa do que faço, ajudo a construir cidadãos conscientes de seu papel no mundo. Minha profissão é a mais linda de todas!

      
      
     

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Juliana Dummer (2)
    E.E. Prof Alaídes S. Pinheiro- Chuvisca- RS
    (Ensino Médio)


    Ano passado, trabalhando conteúdos de Geografia com turmas do Ensino Médio, organizei uma viagem de estudos aos Aparados da Serra. Saímos por volta das 4h de Chuvisca a fim de percorrer todas as províncias geomorfológicas do estado. Na chamada para entrada no ônibus cada aluno recebeu uma pasta com material de apoio ao trabalho de campo e a posterior elaboração do relatório. O material foi composto com mapas do IBGE sobre cobertura, vegetal, solos e geomorfologia e informações extraídas do IBGE@cidades sobre os principais munícipios do roteiro. Ao meio dia estávamos no Cânion Fortaleza, foi uma emoção total aos alunos, pois muitos sequer haviam saído de sua localidade, quem dirá ter conhecido uma paisagem tão peculiar e exuberante como Cânions.

    Após algumas trilhas na borda, onde conheceram o Rio do Tigre Preto com sua queda d’ água magnífica e o paredão a nordeste, do qual podem ser avistados os 13 derrames de lava ocorridos há milhões de anos, subimos em um dos pontos culminantes do cânion e de lá, com vista ao planalto de um lado e da planície de outro, expliquei a formação geológica do RS desde o supercontinente pangeia, a sua separação, a sucessão de derrames basálticos e a escavação do cânion pela ação das águas do rio.

    A história não acaba por aí, à tarde descemos o planalto meridional e fomos em direção à planície para a encantadora Praia Grande, em uma pousada com exuberante beleza natural à jusante do cânion Malacara. Já era noite quando chegamos, os donos nos esperavam com tochas acesas pelo pátio e uma encantadora fogueira ao lado da piscina onde nos aquecermos e compartilhamos as experiências do dia. No outro dia realizamos uma trilha no interior do cânion Malacara no leito do rio coberto por rochas basálticas onde pode-se ter uma aula riquíssima de geologia e geomorfologia. Uma das mais emocionante histórias da nossa escola em 2013 se encerra com nosso retorno para Chuvisca no final da tarde de domingo após um divertido banho de piscina natural.

     
     

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Juliana Dummer
    E.E. Prof Alaídes S. Pinheiro- Chuvisca- RS
    (Ensino Médio)


    Nas minhas aulas de Geografia do ano passado proporcionei uma atividade de inserção à informática e desenvolvimento do conteúdo de dinâmica populacional do Brasil com jovens e adultos da turma T9 explorando ferramentas do canal IBGEcidades@ para a elaboração de cartogramas dos municípios que compõem a região onde moram. Para que os alunos realizassem a atividade de maneira mais autônoma possível, elaborei um passo a passo no estilo de um fluxograma desde a abertura do site, acesso ao canal cidades@ até a geração do cartograma. Foi um sucesso, os alunos queriam refazer várias vezes o cartograma escolhendo outros municípios e dados.

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Janaína Moraes de Campos
    E.E. Ana Maria das G. de S. Noronha- Cáceres- MT
    (Ensino Fundamental- 6º ao 9º)


    Olá! Me chamo Janaína, sou professora de Geografia leciono na escola Estadual Ana Maria na Cidade de Cáceres/MT há três anos. Nas minhas aulas utilizo várias didáticas educacionais, principalmente quando o conteúdo está relacionados a mapas. Então sempre estou procurando atividades diferenciadas e sempre encontro no site do IBGE. Semestre passado trabalhei com meus alunos os biomas brasileiros continentais, comecei a aula explicando o conceito de biomas, o que são, quais são as formas de vida presentes em um bioma, entre outras informações. Todas essas informações contidas no site. Abordei sua importância ambiental, relacionando os tipos de biomas às regiões e estados brasileiros que as compreendem. Como atividade em sala de aula os alunos adquirem mais experiências, então pedi para a turma se dividir em grupos e cada grupo iria fazer um esboço do mapa do Brasil e destacar o bioma brasileiro que cada grupo ficou e depois comentar quais eram os biomas que compreendiam nossa região. Foi uma didática favorável, para o ensino, utilizando os mapas eles conseguiram identificar os biomas que temos em nossa região. Essas são algumas das didáticas que utilizo, através dos inúmeros recursos que o IBGE oferece para nós educadores.

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Utaiguara da Nóbrega Borges
    UFPB- João Pessoa- PB
    (Ensino Médio)


    Sou professor de Geografia e sempre uso o material do IBGE com os alunos em sala de aula, mais especificamente nas disciplinas de Geoprocessamento e Cartografia. Os dados fornecidos do IBGE são de grande valia pela sua qualidade e facilidade em acesso. Na grande maioria eu utilizo os dados de censo demográfico e produção agrícola para trabalhar na produção de mapas temáticos e material como apostilas e mapas em formatos vetoriais, para complementar as disciplinas. Fazendo uso desses dados é possível gerar informação através de mapas temáticos, para exemplificar o uso desse material, bem como a produção do material cartográfico. Uma outra experiência foi em escola de ensino secundário. Nesse contexto eu fiz uso do atlas geográfico, em CD, no laboratório de informática, para trabalhar a questão da visualização e consulta de dados através de mídias em meio digital. Gostaria de parabenizar o IBGE pela qualidade do material elaborado, e pela filosofia adotada na questão de disponibilização de dados pela internet. Parabéns !!!

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Rodrigo José de Oliveira
    E. E. João Ramalho- Diadema- SP
    (Ensino Fundamental- 6º ao 9º)


    Sou professor de Geografia na rede estadual de São Paulo e busco sempre inovar com atividades dinâmicas e diversificadas, principalmente em temas que não chamam tanto a atenção dos alunos. Realizei uma atividade no ano passado sobre o Censo Demográfico para trabalhar com o 7º ano o tema da população do Brasil. Após trabalhar análises de dados demográficos obtidos pelo site do IBGE e debater sobre a função e o trabalho do IBGE, dividi a sala em grupos para que os alunos realizassem uma pesquisa censitária entre eles. Abordamos temas simples como preferência musical, time de futebol, número de irmãos, etc. Os grupos interagiam entre si, fazendo as pesquisas entre os alunos. Cada grupo pesquisava determinado tema. Após finalizadas as pesquisas, tabulamos os dados e construímos gráficos dos resultados obtidos. Foi uma atividade dinâmica que rendeu bons frutos e muita aprendizagem.

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Wesley Fernandes Militani
    E. E. Governador Milton Campos- São João Del Rei- MG
    (Ensino Médio)


    Sou estudante de Licenciatura em Geografia, estou entrando no último ano do curso e há dois anos sou bolsista do PIBID GEOGRAFIA (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência da CAPES). Meu projeto, aplicado no 1º ano D do Ensino Médio, chama-se "Fotografando A Paisagem Para Aprender Geografia", assim, incentivo os alunos a fotografarem a Paisagem Urbana, tanto em aspectos físicos quanto humanos, depois usamos as fotos em aulas para debatermos sobre conceitos da Geografia, do cotidiano e do planejamento urbano. Usamos o site do IBGE Cidades para consultarmos informações sobre a cidade e região, densidade demográfica, histórico do município, os infográficos, tipos de vegetação, etc. Através das fotos feitas pelos alunos podemos confrontar as imagens com os dados apresentados pelo IBGE Cidades, elucidando e fazendo analogias. Também fizemos trabalho de campo em um bairro da cidade onde temos a ocorrência de "Processos Erosivos Acelerados", as Voçorocas. Fizemos muitas fotos do fenômeno erosivo e de toda vizinhança, utilizamos a Biblioteca do IBGE para colhermos informações sobre as Voçorocas e debatermos o assunto em aula. Fizemos também uma experiência em escala pequena, utilizando 2 (duas) garrafas plásticas de 5 litros, simulamos uma área com vegetação e outra de solo exposto, onde os alunos responderam a seguinte pergunta: A vegetação protege o solo da erosão? A resposta foi sim e isso ajudou nas discussões sobre manejo e proteção ambiental, sustentabilidade e urbanização.

    Grande abraço a todos e muito obrigado pela atenção.

      
      
      

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Plínio Martins Falcão
    IFBA- Salvador- BA
    (Ensino Médio)


    Sou professor do Ensino Médio integrado, na disciplina de Geografia Geral. Numa unidade, cujo tema principal era “Geografia da População”, desenvolvi uma atividade com a turma a partir dos dados demográficos/populacionais de diferentes municípios baianos no que tange aos processos migratórios.

    Partindo do pressuposto de que a população de um município pode oscilar de acordo com a sua capacidade de atrair investimentos, o que gera pólos de atração por motivo de trabalho, renda e empregabilidade, aliado a uma perda de população quando da redução dessas atividades no território dos municípios, foi lançado o desafio para os estudantes. Organizados quatro grupos de trabalho, eles ficaram encarregados de identificar essas oscilações, tendo como base as informações censitárias e populacionais do IBGE, em quatro municípios costeiros baianos, que, há pouco mais de dez anos, iniciaram, de forma intensiva, atividades de carcinicultura industrial. O objetivo era que eles fizessem o uso dos censos das duas últimas décadas para entender como as populações naqueles municípios oscilaram, automaticamente analisando e construindo gráficos e textos relacionando com a chegada de empresas, início e declínio das atividades de carcinicultura. Ademais, utilizaram outros dados e informações disponíveis, além dos mapas e sobreposição dos mesmos com novas informações temáticas por eles obtidas.

    Dessa forma, foi possível entender a dinâmica demográfica de um município, pautada na ideia de crescimento econômico e implementação de atividades, verificando que diferentes cenários populacionais podem estar bem acentuados em intervalos dentro de duas décadas. A atividade foi muito interessante, propositiva e acabou instrumentalizando os mesmos a utilizarem sempre os dados do IBGE, bem como as informações das suas plataformas, a exemplo de Cidades, Municípios, Estados e até Países.

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Claudiana Aparecida Rolim
    E.E. Maria de L. P. Coelho- Manhuaçu- MG
    (Ensino Fundamental 6º ao 9º ano)


    Olá,sou professora de Geografia do Ensino Fundamental 8° ano, com o tema transdisciplinaridade, busquei o http://www.ibge.gov.br/paisesat/main.php para incrementar minhas aulas, sair da rotina da sala de aula. Os alunos amaram a ideia, fomos para sala de informática e junto realizamos uma pesquisa sobre as diversidades no mundo, as rotas de viagem e etc. Foi muito proveitoso e eles puderam ter um contato com a informação em tempo real. Sempre utilizo esse recurso que o IBGE nós dá.

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Renata Pereira Prates
    ETEC Profº Dr Antônio Eufrásio de Toledo- Presidente Prudente- SP
    (Ensino Médio)


    Olá!

    Bom, sou professora do Ensino Médio, técnico em Agrimensura e Meio Ambiente...Trabalho bastante com as cartas topográficas, tanto com escala, como construção de maquetes a partir das curvas de nível. As cartas topográficas também são utilizadas para atividade no Google Earth, quando trabalho as coordenadas. Outro material do IBGE que uso em sala de aula são os Manuais Técnico de Geomorfologia e de Uso da Terra, além dos dados censitários.

    Agora, estamos iniciando um novo trabalho que será a Verificação do Estado Físico de Estações Geodésicas, os formulários serão enviados à Diretoria de Geociências. Essa atividade será realizada com os alunos do curso técnico em Agrimensura e com os alunos do Ensino Médio.

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Rodrigo Wantuir A de Araújo
    E. M. Francisquinho Caetano- Riachuelo- RN
    (Ensino Fundamental – 6º ao 9º ano)


    Saudações...

    Sou professor de História e Geografia do 6° ao 9° ano na Escola Municipal Francisquinho Caetano. Pesquisando no site do IBGE e analisando os dados do censo, percebi que não há informação sobre nossa comunidade, Cachoeira do Sapo, distrito do município de Riachuelo-RN. Como o IBGE só divulga dados referentes ao município como um todo surgiu uma ideia para trabalhar com os alunos em sala de aula. Foi aí que elaborei um projeto para realizar um censo na nossa comunidade e ter alguns dados sobre nossa comunidade. Criei o projeto "censo" e juntamente com os alunos fizemos o censo na comunidade. Elaborei fichas para saber a quantidade de pessoas na comunidade, o sexo, a idade e religião. Dividi os alunos em grupo e fomos de casa em casa para "contar" a população do distrito de Cachoeira do Sapo, Riachuelo-RN. A partir desse projeto, surgiu outra coisa interessante que deixou os alunos bastante empolgados, foi a análise de mapas pois, pra contar a população do distrito precisávamos saber até onde poderíamos ir. Foi assim que utilizamos o Google Maps e verificamos a área territorial do município de Riachuelo e percebemos que nossa comunidade é uma zona de limite entre Riachuelo e outros municípios, ficando a oeste a 1 km de Caiçara do Rio do Vento, ao norte, a 4 km de Bento Fernandes e ao sul, 6 km de Ruy Barbosa. Estamos na área mais oriental do município e na região mais alta do município. Foi um trabalho muito interessante, simples e que envolveu muitos os alunos para desenvolvê-lo. Ao final do trabalho realizado, tivemos nossos dados em mãos e comparamos com o município, o Estado e o Brasil e analisamos mais sobre nossa própria realidade.

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Lilian Damares de A Silva
    E. E. Profª Nita Nassau- Grão Mogol- MG
    (Ensino Médio)


    Meu nome é Lilian e sou professora de Geografia do Ensino Médio na Escola Estadual Professora Nita Nassau no município de Grão Mogol-MG, esta escola se localiza em um distrito chamado Barrocão e por isso todos os alunos são da zona rural. Para aproximá-los da realidade das cidades utilizei os dados do IBGE sobre as cidades do Brasil para contextualizar o conteúdo estudado em sala de aula sobre urbanização, os dados de geoprocessamento e sensoriamento remoto. O mapa interativo e os demais mapas fornecidos pelo IBGE também foram muito úteis no ensino da Cartografia, visto que é um conteúdo de extrema importância para os alunos de todos os anos. A base de dados disponibilizada pelo IBGE tem sido um importante aliado no ensino da Geografia para mim devido à acessibilidade e segurança das informações.

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Luiz Felipe Rodrigues
    Projeto de Extensão UNILA- Foz do Iguaçu- PR
    (Ensino Médio)


    Estudo na UNILA - Universidade Federal da Integração Latino Americana, em Foz do Iguaçu - PR. Sou bolsista de um projeto de extensão intitulado "Entendendo os Fenômenos da Natureza: Oficina de Materiais Paradidáticos". Na primeira etapa, que foi no semestre passado, foi oferecido para o público em geral, e tínhamos como alunos pessoas de diversas áreas do conhecimento, o que foi muito proveitoso, pois, permitiu a promoção da interdisciplinaridade. As aulas são divididas em duas etapas, sendo uma a teórica, com a discussão dos problemas propostos, e outra prática, onde confeccionamos algum material paradidático (experiência) sobre o fenômeno estudado em sala de aula utilizando materiais simples que possam ser trazidos de casa, acompanhado também de estudo dirigido. Não apenas aprendemos a tal forma como estes fenômenos acontecem, mas também as suas consequências e como nós como sociedade, como futuros profissionais, podemos trabalhar para evitar que estes fenômenos de ordem natural se tornem catástrofes para a população, ou pelo menos que os efeitos sejam amenizados. Desta forma, a Geografia aparece como uma ferramenta importante para a discussão dos problemas sócio espaciais ligados a fenômenos naturais. Questões como planejamento, climatologia, uso da terra e do solo, sensoriamento remoto, são abordados durante as aulas. Desta forma, o uso do atlas e dos mapas do IBGE contribui de forma muito consistente para que os alunos estabeleçam maior relação entre os temas abordados e o lugar onde vivem, facilitando a compreensão das dinâmicas em escala local, regional, nacional e global. Este ano, continuaremos com a experiência em um Colégio de Ciudad Del Este, no Paraguai, e em um Colégio Agrícola de Foz do Iguaçu - PR. Abaixo seguem algumas fotos das experiências realizadas.

     
     

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Teresinha de Jesus Nunes Costa
    E. M. São Francisco- Caxias- MA
    (Ensino Fundamental 1º ao 5º ano)


    Meu nome é Teresinha sou professora em uma escola de Ensino Fundamental de 1º ao 5º ano da zona rural do município de Caxias/ MA. Sou graduada em licenciatura plena em Geografia e pós em Gestão Ambiental. A escola pela qual leciono é de estrutura simples e precária e, como os livros didáticos não são em sua maioria de acordo com a realidade dos alunos, procuro diversificar as aulas levando mapas, imagens, fotos e dados para a sala de aula que chamem a atenção dos mesmos, sempre adequando às suas habilidades. A aula mais interessante é alfabetização cartográfica, primeiros princípios básicos de localização que permite ao educando se situar, não apenas no lugar em que vivem, mas no mundo. A utilização do Atlas do IBGE permite em sala de aula além da visão do novo, contribui para que os alunos estabeleçam uma conexão de onde vivem atualmente com os diversos aspectos apresentados em cada mapa temático. Diante disso, as aulas tornam-se mais participativas e interessantes sobre as diversas regiões existentes e abrem um leque para que eles descubram que não existe somente aquele mundo fechado, isolado em que vivem. Ano passado foi realizada uma atividade sobre localização, pontos de referência na qual os alunos tiveram a oportunidade de aprenderem mais a respeito da necessidade de saber em que parte estão no mundo e o que isso representa em suas vidas.

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Luiz Henrique A da Silva
    Escola Internacional de Aldeia- Recife- PE
    (Ensino Fundamental 6º ao 9º ano)


    Durante o ano letivo de 2013 resolvi abordar o tema da geografia do Brasil por meio da elaboração de um mosaico com informações a respeito das características sociais e naturais das cinco regiões brasileiras. Utilizamos o Atlas geográfico escolar do IBGE como referência do trabalho. Os alunos partiam da leitura do livro didático. Também foi utilizado o Atlas Nacional do Brasil Milton Santos, sendo que este teve trechos apresentados aos educandos em linguagem adaptada. O resultado final foi um mosaico que ajudava não só a apresentação das principais características socioambientais brasileiras, mas também facilitava a capacidade de diferenciar as variadas formas de construção do espaço geográfico brasileiro.

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Francisco Marciano de A. Silva
    Liceu de Iguatu Dr José Gondim- Juazeiro do Norte-CE
    (Ensino Médio)


    A atividade que realizei com meus alunos do 1º ano foi relacionada a cálculos de escalas. A turma foi dividida em grupos e cada grupo ficou com uma região do país, dentro dessa região eles teriam que pesquisar a população total e a economia utilizando os mapas do IBGE e outros como apoio de cada capital da região que a equipe ficou. Em seguida, a equipe deveria medir com a régua as distâncias gráficas das capitais da região de pesquisa até a capital do estado que eles residem (Fortaleza). Com os dados da distância gráfica, mais a escala do mapa, eles deveriam calcular a distâncias reais entre as capitais das regiões do Brasil e a capital do nosso estado. Foi uma aula super bacana e bem dinâmica.

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Eliane de Sousa C. Bastos
    E. E. Profº José Monteiro- Campo Belo- MG
    (Ensino Médio)


    Olá amigos, sempre gosto de iniciar o ano letivo, da segunda série do Ensino Médio, explicando sobre como analisar gráficos, mapas e tabelas. E assim fazemos simulações de pesquisas. Como já trabalhei nos censos 2000 e 2007, pude simular a pesquisa no formato do IBGE. Expliquei como se procede nas pesquisas, os motivos, para que servem os resultados, basicamente, a importância da coleta de dados. Foi falado também na implementação da coleta de dados que anteriormente era na base de formulários e que na Contagem da População de 2007, foi o primeiro ano no qual se utilizou o PDA como apoio ao recenseador, a tecnologia como forma de agilizar a pesquisa. Foram realizadas simulações de pesquisas em sala de aula e os resultados tabulados e analisados pelos alunos, que aprenderam e se divertiram bastante com essa atividade. Foram três dias de aula, que por sinal, foi bastante produtiva.

    Foto enviada pela professora após a postagem da experiência e recebimento do Kit Atlas

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Rogerio Alves Sales
    E. E. Prof. Orlando M. De Moraes- São Paulo- SP
    (Ensino Fundamental - 6º ao 9º ano)


    Sou professor de Geografia da rede de ensino estadual e leciono, principalmente, para o Ensino Fundamental II, trabalho muito com os dados do IBGE com relação às informações do nosso território brasileiro. Utilizo também os mapas do IBGE, para o desenvolvimento da leitura e compreensão, como na sua confecção pelos próprios alunos. Consegui alguns calendários com o mapa do estado de São Paulo, do IBGE, e assim consigo trabalhar com os municípios. Os alunos podem levar para casa e fazer uma pesquisa completa, pois nele contém os municípios mais e menos populosos, relevo, rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, rios e terrenos sujeito a inundações, ou seja, é ideal para o complemento do uso do atlas na sala de aula.

    Enviado em fevereiro de 2014

  • Texto enviado por Alfeu Olival Barreto Junior
    Colégio Militar do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - RJ
    (Ensino Fundamental - 6º ao 9º ano)


    Sou professor de Geografia do 6o ano do ensino fundamental no Colégio Militar do Rio de Janeiro. As turmas são extremamente heterogêneas pois são formadas por filhos de militares oriundos de várias partes do país, além dos concursados, filhos de civis. Pelas próprias características da faixa etária, a clientela é formada por indivíduos com identidades em construção e ainda muito presos às referências familiares e locais. Um dos conteúdos mais importantes no primeiro bimestre é a alfabetização cartográfica. Além do trabalho conceitual feito em cada turma, o uso do atlas do IBGE contribui de forma muito consistente para que os alunos estabeleçam uma ponte entre sua origem e aquela ondem vive atualmente nos diversos aspectos apresentados em cada mapa temático. Neste contexto, as aulas são recheadas de relatos de experiências pessoais que enriquecem a abordagem dos regionalismos brasileiros.

    Este ano foi realizado uma atividade interdisciplinar intitulada “As cores do Brasil”, na qual os alunos tiveram a oportunidade de expressar a diversidade cultural do país. Cada turma foi dividida em grupos, os quais ganharam nomes de personagens do imaginário dos contos brasileiros (curupira, saci, teiniaguá etc) e escolheram uma temática específica para trabalhar. Os mesmos foram incentivados a pesquisar sobre as diversas manifestações culturais contemporâneas sejam elas de origem rural ou urbana (culinária, música, dança, festas e etc). Procurou-se fugir do “folclorismo”, típico de muitos trabalhos escolares e distanciado da realidade do aluno. Essas manifestações foram contextualizadas sob o ponto de vista de cada disciplina (quantitativo, narrativo, espacial, artístico e físico-natural) com a ajuda dos professores. No meu caso, o estudo prévio dos mapas foi fundamental para que cada temática desenvolvida tivesse um palco social e/ou natural concretizado espacialmente. Finalizamos essas atividades com um grande evento: além dos estandes expondo o resultado das pesquisas (vide as figuras a seguir), os alunos fizeram apresentações artísticas (danças, músicas, projeções de slides) em espaços específicos. Os pais e o restante da comunidade escolar foram convidados, resultando numa verdadeira festa.

    Foto 1
     
    Foto 2
           

    Foto 3
     
    Foto 5
          

    Foto 4
          


    Enviado em dezembro de 2013


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